PECÚLIO: EX-SECRETÁRIO E EMPRESÁRIOS SÃO CONDENADOS POR CRIMES CONTRA A LEI DE LICITAÇÕES, CORRUPÇÃO E FALSIDADE IDEOLÓGICA

Sentença foi publicada nesta quarta-feira (6) pelo juiz da 3ª Vara Federal de Foz do Iguaçu; 11 dos 19 réus foram absolvidos.

O ex-secretário de Tecnologia da Informação de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, Melquizedeque da Silva Ferreira Correa Souza, empresários e ex-servidores foram condenados por crimes de falsidade ideológica, corrupção e contra a lei de licitações.

Na sentença publicada nesta quarta-feira (6), o juiz da 3ª Vara Federal, Pedro Carvalho Aguirre Filho, ainda absolveu 11 dos 19 réus de uma das oito ações penais desmembradas da Operação Pecúlio, da Polícia Federal.

Veja quem são os principais condenados e as penas:

Melquizedeque da Silva Ferreira Correa Souza (ex-secretário de TI)

  •     crimes – contra a lei de licitações e corrupção passiva
  •     pena – de dois anos e oito meses de reclusão, dois anos de detenção e multa de R$ 31,5 mil a ser cumprida inicialmente em regime aberto

Luís Carlos Kossar (empresário e ex-servidor)

  •     crimes – falsidade ideológica e crime contra a lei de licitações; absolvido da acusação de corrupção passiva
  •     pena – de dois anos e dois meses de reclusão e dois anos de detenção a ser cumprida inicialmente em regime aberto

Alcides Rogério de Moura (empresário)

  •    crimes – falsidade ideológica e crime contra a lei de licitações
  •   pena – de dois anos e dois meses de reclusão e dois anos de detenção a ser cumprida inicialmente em regime aberto

Nilton João Beckers (empresário)

  •     crime – corrupção ativa
  •     pena – dois anos de reclusão em regime aberto

Todos os quatro tiveram as sanções restritivas de liberdade convertidas em prestação de serviços à comunidade uma hora por dia pelo mesmo período da pena, além de prestação pecuniária de R$ 25 mil (Melquizedeque, Luís Kossar e Alcides Moura) e R$ 10 mil (Nilton Beckers).

Além disso, no caso de Melquizedeque, como ele é delator, vale o acordado com o Ministério Público Federal (MPF). Neste caso, a pena será de cinco anos e seis meses de prisão em regime aberto com monitoramento eletrônico e multa de R$ 600 mil.

(Com G1)

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