FOZ DO IGUAÇU: CCZ ORIENTA POPULAÇÃO SOBRE A FEBRE AMARELA

Mesmo fora da área de risco da doença, Foz do Iguaçu disponibiliza a vacina nas Unidades Básicas de Saúde

O aumento no número de casos de febre amarela no Brasil tem gerado pânico e causado uma corrida pela vacinação em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Para orientar a população sobre a doença, a Secretaria Municipal de Saúde através da Divisão de Controle de Zoonoses está divulgando um relatório pelas redes sociais.

O documento traz orientações sobre a vacinação, à transmissão da doença e como denunciar caso o cidadão encontre um macaco debilitado ou morto.

A ideia é esclarecer a população que macacos não transmite a doença, e sim o mosquito. Na verdade, três: Haemagogus e Sabethes, que propagam a doença nos meios rurais e silvestres, e o Aedes aegypti, transmissor nas zonas urbanas. No entanto, não são registrados casos urbanos da doença no Brasil desde 1942. A transmissão de pessoa para pessoa também não existe.

De acordo com o veterinário e coordenador do CCZ, Carlos Santi, os animais representam apenas um alerta as autoridades de saúde quanto a incidência da doença em áreas silvestres, porque são vulneráveis ao vírus e ajudam a elaborar ações de prevenção em humanos

Vacina

A vacina contra a febre amarela ainda é a única forma de prevenir a doença. Uma dose da vacina é suficiente para imunizar uma pessoa pela vida toda. A dose é gratuita e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde de Foz do Iguaçu em qualquer época do ano.

Ela deve ser aplicada 10 dias antes da viagem para as áreas de risco de transmissão da doença. Pode ser aplicada a partir dos 9 meses e é válida por 10 anos. A vacina é contra-indicada a gestantes, imunodeprimidos (pessoas com o sistema imunológico debilitado) e pessoas alérgicas a gema de ovo.

(Com pmfi)

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