O Mínimo Que Você Precisa Saber Para Não Ser Um Liberalzinho

É o típico academicista. Geralmente formado em Ciências Econômicas ou Ciência Política; é um amante inveterado de diplomas, títulos, prêmios, currículo Lattes. Odeia os autodidatas com todas as suas forças. Os pais trabalharam duro para acumular certa riqueza e agora o filho liberalzinho desfruta das benesses daqueles que se privaram de toda liberdade para que o filhinho querido pudesse andar pelas ruas chamando todo mundo de socialista. Nunca criou ou administrou nada.

Temos, também, a versão mais velha: o liberalzinho oldschool. Esse aí é aquele que usa um blazer desbotado, com os botões abertos, por cima de uma camisa Tommy Hilfiger, uma calça jeans com a bainha rasgada e um tênis All Star velho, bem surradinho. Compra livros velhos em sebos na av. Augusta e os carrega embaixo do braço. Freqüenta lançamentos de livros de autores suspeitos e chega à Livraria Cultura com a testa suada, com pressa, para uma sessão de fotos e autógrafos. Seu objetivo é ‘fazer contatos’, ‘network cultural’.

Meu amigo Filippe Irrazábal chama alguns de liberaizinhos Puc-Rio. Gente que toma chopp com os amigos petistas. O liberal se acha o descoladão, vive de bajulação social, pensador independente. Quando possui alguma empresa, o papo gira em torno de ‘o PT atrapalha meus negócios’, ‘o PT não entende de gestão’.

O liberalzinho planta a própria maconha para não financiar o tráfico. Burguesinho drogado, do moleton da GAP e do Iphone 5s que só não é comunista porque entendeu que o livre mercado é melhorzinho. Quando a conversa com os amigos de esquerda esquenta um pouco, ele sai pela tangente: “veja bem, meu amigo. Não é bem assim…”, ligeiramente recuado e de cabeça baixa, sem apelar para não ferir a susceptibilidade dos coleguinhas com camisas Che Guevara.

Acredita na esquerda democrática. Leitor de Wunderblogs, assinante na Veja. Tem fotos no Pinterest porque o Instagram tá — como dizem — meio vilanizado…

Assinante da newsletter do Mises Brasil. Vai em todas as palestrinhas dos amigos liberais. Fala pra mamãe que está indo à conferência do instituto. Nossa! Millenium, Ordem Livre, Mises Brasil, Estudantes Pela Liberdade, o caralho. Crachazinho no pescoço. Senta na frente. Tira selfie com o Ron Paul.

Percebe que aquilo ali tá meio paradão, com muita cueca. Aí começam o recrutamento de jovens garotas adolescentes – na maioria das vezes conservadoras. Ou então alguma vadiazinha libertina revoltada com os pais. Oferecem alguns brindes às moças, viagens, passagens de avião, hospedagem em hotéis, resorts. Afinal de contas, ser conservador, cristão — e principalmente católico — é meio careta. Muito carola. Pra ser descoladão tem que ser liberalzinho e debater a legalização das drogas.

Faz um colóquio com Alex Catharino. Toma um café com Hélio Beltrão. Participa de uma conferência com Fabio Ostermann. Tem uma reunião agendada com Fernando Ulrich. Uma conversa com Juliano Torres.

Pronto. Ganha o direito de fazer uma palestrinha ou então vai debater com algum esquerdista. Senta de pernas cruzadas e fica balançando o pezinho. Segura o microfone apenas com o polegar e o indicador. Uma veadagem sem tamanho.

Alguns vão mais fundo e conhecem os livros de uns malucões como Rothbard, Block e Hoppe. Daí já era. Viram libertários. O cérebro vira paçoca. Fica convencido de que é possível ser um católico-libertário. Hahaha! Mas isso é assunto para outro post.

Se vai para o lado do conservadorismo anglo-saxão e britânico, topa com Russell Kirk e Edmund Burke, mas se cair no colo do Catharino, já era. Daí todo mundo é neocon.

Alguns liberaizinhos são os típicos arrivistas. Alpinistas sociais. O amigo de todo mundo. Manda solicitação de amizade pra toda a galera. No Facebook é todo dia post com “Quem é John Galt?”, mas nunca leu ‘A Revolta de Atlas’. Ayn Rand é sua musa. A capa de Facebook é uma Gadsden Flag: “Don’t Tread on Me”. Auto-intitulado ‘enemy of state’.

Liberalzinho Partido Novo, liberalzinho Movimento Brasil Livre, liberalzinho Vem Pra Rua.

Temos também o liberalzinho do “ceticismo político”, leitor de Luciano Ayan. Meu amigo Luciano Geronimo chama de liberalzinho de TI (tecnologia da informação). Esse tipo específico acha que o mundo é um sistema operacional e as pessoas são seres como programas de computador. Bitcoins são as armas dos guerreiros digitais da liberdade contra o petrodólar. Babam ovo de Tesla mesmo com o Elon Musk sendo um comedor de subsídios. Ayan saca seu manual de programação neurolinguística e mistura com o que ele chama de “infowar” e cria uns termos em inglês para “enquadrar” os inimigos. Alguns termos são tão engraçados que parecem nomes de banda de rock. Verbal Assault Patterns, controle e inversão de frames, direita “true”, ceticismo político, shamming, negacionismo político. Uma piada. O que vale é o pragmatismo.

Filosofia? No Brasil, para o liberalzinho, Pondé é autoridade máxima. Olavo de Carvalho? Que nada. Ele fala palavrão, é astrólogo, diz que cigarro faz bem pra saúde, diz que tem feto dentro da Pepsi, acredita no geocentrismo, que combustível fóssil não existe e o velho ainda tem fé que refutou Newton. Onde já se viu?

O pior liberalzinho é aquele que em algum momento foi aluno do Olavo, que diz que leu seus artigos, livros, etc. Ele fica meio em cima do muro por um tempo e se assume como liberal-conservador. Mas chega uma hora que a pressão dos liberais “true” (para usar um termo do Ayan) é muito forte. Então, para não ser chamado de membro de seita e de olavete fanático, o ex-olavete inicia um novo caminho: do pensador independente. Agora ele pensa com os próprios miolos. É um autônomo. Independente. Diferentão. Não anda com a ralé. Começa a tocar na sua cabeça a música do Chitãozinho e Xororó: “vou negando as aparências, disfarçando as evidências”. O passo seguinte é negar as influências. Diz em alto e bom som que o Olavo não o influenciou em nada. Vocês conhecem o roteiro desse filme. Apaga tudo o que consegue achar de seu passado que o incrimine. Engana a si mesmo, mas sempre alguém consegue um print comprometedor e o sujeito nem queima a cara de vergonha, pois já caiu nos braços dos amigos liberais. Foi acolhido. Vai ser convidado pra palestrar na próxima conferência do Movimento Brasil Livre.

O liberalzinho continua a ler Olavo escondido, mas suas fontes oficiais passam a ser outros liberaizinhos como Reinaldo Azevedo, Rodrigo Constantino, Diogo Mainardi, Mário Sabino, Leandro Narloch, Marco Antonio Villa, etc. A mesma panelinha que Olavo chama de ‘direita permitida’. São os defensores do ‘Estado Democrático de Direito’, os ‘devotos das instituições’. É só um tucanismo baba-ovo de PSDB.

Pra ser liberalzinho direferentão é preciso defender a bicudagem. Fazer aliança com a ‘esquerda democrática’: Hélio Bicudo, Miguel Reale Jr, Fernando Henrique Cardoso, José Serra, Aloysio Nunes. O Flavio Morgenstern e o Fabio Pegrucci ficaram com a bicudagem e lacraram likes em posts que desciam o cacete no Olavo, sem contar as indiretas dos dois sem citar o nome do professor.

Se acham capazes de julgar o Olavo desde uma posição superior. Citam as influências verdadeiras excluindo o Olavo e não lembram que só existem esses livros em português porque o Olavo deu um jeito que fossem traduzidos e colocados em circulação no Brasil.

Um verdadeiro liberalzinho tem que atacar o Jair Messias Bolsonaro. Chamá-lo de “nacionalista estatista”.

O liberalzinho não fala comunismo. Ele combate apenas o socialismo, porque sabe que sua agenda cultural é a mesma dos comunistas: drogas, “casamento” gay, aborto, ideologia de gênero, etc. Não estão muito interessados com esse negócio de cultura, de moral, de ética, de valores.

Peguem o Constantino, por exemplo. O cara diz que as desculpas que pediu ao Olavo foram ‘desculpas táticas’, desculpas estratégicas. Esses caras são uns arrivistas que crescem nas sombras do Olavo, cooptando os seguidores deste e, quando acham que chegou a hora, dão um jeito de arrumar uma briga com o Olavo, depois inventam uma versão totalmente mentirosa da treta, enganam uns otários e seguem a vida, desfrutando de tudo que o Olavo conquistou.

Liberal não é contra kit gay porque este ensina crianças sobre sexo e homossexualismo, mas simplesmente porque o Estado usa dinheiro de impostos. Não há nenhuma objeção moral por parte deles. O argumento é puramente economicista. Se fosse em uma escola privada e os pais demandassem esse tipo de ‘educação’ nas salas de aulas de crianças, para o liberal está tudo certo.

Muita coisa pode ser dita desse tipo de gente que trombamos todos os dias pelo feed do Facebook, mas por hoje é só.

O Sindicalista de “trabalhadores de hotéis”, da cidade de Foz do Iguaçu, ficou perturbado quando soube que a Santa Casa de Misericórdia ia ser fechada (2006). Enquanto líder sindical ele havia ajudado a criar a frente política de 2004, para se contrapor ao domínio político de um grupo do PMDB de Curitiba e, em Foz do Iguaçu e achava – de verdade -, que isso era o melhor a se fazer para a cidade. Pois que, este novo grupo, reunia 16 agremiações políticas e dali poderia surgir algo bom. Isso nunca aconteceu! E imaginava que o melhor para a cidade, entre outras coisas, uma delas, era reformar (foi reformada) e aumentar a Santa Casa. Ele nunca acreditou que alguém pudesse fazer diferente. Ele estava atrasado de pelo menos, 10 anos. Por isso, o passado importa!

Em 1990, o PT já havia criado o Foro de São Paulo que aglutinava as organizações de esquerda (mais ou menos 140 organizações, inclusive FARC e MIR), havia conquistado um forte espaço político de ação. Neste período, PT e PSDB saíram “as ruas”, digo, aos Estados, para fazerem um (re) arranjo político. No Paraná em 1990, Lula trouxe o Samek do PMDB para o PT, com a promessa da direção de Itaipu (havia planos para Foz do Iguaçu) e o comando do Mercosul por Requião. Do lado do PSDB, entra em ação Carlos Roberto Massa (grupo SS), com a televisão e seu filho a quem pretende o cargo de Governador do Paraná em substituição ao desgaste do governo Richa (em 2018), também herdeiro.

Este conflito de luta pelo governo dos Estados e espólios estatais, ele é melhor definido apartir de 1993 (um ano antes de FHC assumir a presidência), com um acordo entre a organização a que pertence FHC – Fabian Society (Bill Clinton, Hillary, Kennedy, Bush etc.) e o recém-criado Foro de São Paulo. Em ação: as dinastias ocidentais e, o bloco de Putin. A partir disto, tanto PSDB, quanto PT, passam a fazer uma política calculada. A estratégia de urna eletrônica é garantia de voto certo. Lula é levado à presidência da república em 2002, para selar a marca “do operário no poder” em oposição ao “intelectual” (FHC e dirigentes revolucionários). Obviamente, colocado na presidência, por eles mesmos, os intelectuais da esquerda. (*). Isso tinha uma dupla função, não só criar duas alternativas diferentes, para omesmo propósito, como também, criar um ‘bloco de proletários muito pobres, pelo desestímulo do emprego, para doravante, falar em nome deles; as minorias, os ‘movimentos sociais!

Em 2004 em Foz do Iguaçu a chamada Frentona, ganha a eleição para prefeito de Foz do Iguaçu. Seu primeiro trabalho, dar sequência ao fechamento da Santa Casa de Foz do Iguaçu. Isto era um plano do governo petista que havia assumido em 2002. Entre 2004/5, um projeto da saúde, sentencia as Santas Casas de todo o Brasil. Salvam-se, as mais resistentes e tradicionais e que não se permitiram a influência estatal e têem o apoio doempresariado local. Para tanto, por esta aventura heroica, só foi possível pelo trabalhomoral, racional e civilizatório.

Foz do Iguaçu não teve a mesma sorte. Em Foz, a Santa Casa atendia dezenas de municípios e os brasiguaios, ou brasileiros residentes no Paraguai e também paraguaios. E isto permanece até hoje! Como uma forma de manter a saúde em um status de insolvência permanente. Não há outro parecer! (Plagio ao senhor Paulo M. D.). Nunca se perguntou, se estes municípios (…), não poderiam ter seus médicos e pagarem o seu preço pelo desgoverno ou, uma intervenção estatal, ou ainda juntarem municípios! Também nunca se perguntou aos governos do Paraguai do porquê deste descontrole da saúde no Paraguai, que obrigava pessoas que produziam a riqueza no Paraguai, virem para Foz do Iguaçu, para terem atendimento médico, precário.

Em 2010 um vereador, hoje vice-prefeito, subiu à tribuna da câmara municipal de Foz do Iguaçu e disse: “A Santa Casa é assunto vencido”. O sindicalista da saúde – até hoje, é o mesmo – não acreditou que o vereador havia dito isto.

Outro dia, falei com o sindicalista e propus a ele que abrisse uma CPI do salário dos funcionários da Santa Casa. Afinal não foram indenizados. Os médicos recorreram em grupo e nada aconteceu. Ninguém se manifestou. O sindicalista disse que é a favor da CPI. No entanto, creio que não se trata de CPI. Foi uma ‘força de expressão! A CPI, ou qualquer coisa que envolva o Estado (este estado metamorfo socialista) não pode ter bons resultados. É como um casamento. Duas pessoas se amam e passado um tempo se desentendem e quem vai resolver é o Estado? Evidente que não! O Estado divide os espólios e tira a sua parte, o que diminui substancialmente o patrimônio conquistado a duras penas, por duas pessoas que se amavam. E ainda existe um outro elemento, os herdeiros desta situação. Neste caso, a única ferramenta é a PUBLICIDADE e discussão da verdade. Ela vai aparecer! E vai agradar e desagradar.

Esta pequena história, mostra que o assunto não é vencido! As pessoas viram o sistema ruir. Viram a justiça não fazer justiça. Viram a quebra moral das instituições. O mínimo que se pede é que se restitua a verdade, ou digam o tamanho do ódio revolucionário e o que, o povo deve esperar deste socialismo tupiniquim, que o próprio Lula não sabe definir a que veio! Tudo, menos o silêncio, o sarcasmo e a hipocrisia, pois que isso muda para pior a conduta de um povo! Se nada disserem é isso o que querem, contra a vontade de 65% da população de Foz, que não quer isso!

O prédio da Santa Casa (e muitos outros prédios) continua vazio e morrendo dia após dia. Não houve indenização dos funcionários da Santa Casa. Ninguém nunca soube, se eles tinham, ou não, direito a isso. O dinheiro destinado ao pagamento dos funcionários tomou rumo incerto e não sabido.

O sindicalista da época foi ameaçado de multas e saiu da cidade. Ele era do partido do atual vice-prefeito, e depois tentou refúgio no PT, até que “percebeu que havia saído do fogo para a o tacho de gosma fervente”. A impressão, que se passava na mídia e nos meios partidários e sindicais, sobre o sindicalista é que, tudo o que ele dizia, era loucura! Ele fôra útil ao partido, enquanto dilapidavam (econômica[mente]) as condições de trabalho na Santa Casa, nos anos anteriores, possivelmente com a intervenção da prefeitura, a título de ajuda. Depois disto, ele caiu no esquecimento. Sua aventura política no PCdoB havia sido trágica. Ele não soube calar, quando acreditava que estivesse defendendo seus colegas de trabalho e pior, pensando que o partido o apoiava, quando de fato, não!

O sindicalista havia pressentido já em 2006, que a destruição da Santa Casa era um plano político. Mas não sabia explicar isso. Ninguém sabia. Tudo parecia se resumir em dívida, falência etc. Simplesmente queriam o controle da saúde. Talvez para usa-la como ‘movimento social? Creio em julho de 2017, o atual prefeito de Foz, garantiu que em 2018, repassará o dinheiro da saúde. (E, da educação). Período eleitoral.

A explicação era a falência. O sindicalista de “trabalhadores de hotéis”, certa vez perguntou a Paulo, qual era a dívida da Santa Casa. Deu a entender, que ele ajudaria a pagar a dívida, que acreditava que fosse em torno de R$4 milhões de reais. (**). No entanto, o prefeito afirmou que eram R$14 milhões. Ele não acreditou! E na verdade, o único dinheiro que apareceu neste amontoado de confusão, foram exatamente R$4 milhões.

Este dinheiro, a prestações, foi entregue pelo grupo Diplomata, representado por um deputado de Curitiba, o senhor Alfredo K. Certamente, o senhor Alfredo, supôs que isso serviria como indenização dos 600 funcionários e talvez alguns fornecedores. Esta conta, dos fornecedores, não lembro de tê-la visto em lugar algum.

No mínimo, a que se reconhecer a sobriedade do grupo Diplomata, que de alguma forma representava a irmandade, que sofre um atentado político e ainda se dispôs a dar à cidade a quantia de R$4 milhões de reais, que se supunha que fosse parar nas mãos das pessoas da Santa Casa, o que não deixaria de ser uma “injeção de dinheiro”, no comércio local. A cidade se beneficiaria.

De outra forma, poderiam fazer como fez o senhor Paulo, quando da quebra de contrato com o transporte do período de Dobrandino, que se recusou a pagar R$100 milhões. Ora, a Santa Casa, com um bom advogado, poderia sim, requerer à cidade indenização. Ao contrário, preferiu pagar. Portanto, estes R$4 milhões de reais pagos pelo grupo Diplomata é realmente um dinheiro, como se diria no popular, “um dinheiro suado”.  E pasmem, este dinheiro está desparecendo ano após ano, nas mãos daquilo que outrora se convencionou chamar dejustiça!  Mas isso é outro conto.

(*) – Por duas eleições (2006 e 2014) o PSDB teve a oportunidade de tirar o PT do páreo na eleição presidencial. Em 2006 foi entregue ao José Serra documentos sobre as pretensões do Foro de S. Paulo, Serra ocultou! Em 2014 o primeiro teste fundamental das urnas eletrônicas de que se teve conhecimento: a <<apuração secreta>>, feita por Toffoli e 23 petistas. Aécio visivelmente embriagado, parabeniza Dilma pela vitória, logo em seguida o fim da ‘apuração.

(**) – Afinal, um outro sindicalista do comércio, havia ganho um prédio (em Foz do Iguaçu) da Federação Sindical do Comércio, que valia alguns milhões. O sindicalista de hotéis pensava que seria possível a Federação Sindical do setor de serviços, em nome do sindicato, ajudar com a dívida da Santa Casa.

Dia 16/08/17 o senhor Paulo Mac Donald compareceu à Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, sob a presidência do Dr. Brito, para prestar seu depoimento sobre ‘licitação de empresas de ônibus ocorrida em 2010, quando da implantação da ‘Catraca Eletrônica em substituição aos ‘passes de ônibus que serviram ao povo como ‘moeda para aquisição de motocicletas e pagamento de mercados.

Antes de qualquer licitação sempre há um ‘movimento sindical de reivindicações o que éconveniente tanto ao sindicato quanto à empresa. E isso acontece na ‘clave apelativa, desde Collor: Ou é, ou é! Não acontece a ponderação midiática, que também usa a mesma clave! E desta feita, não seria diferente; aconteceria o repasse de aumento e o aumento do salário dos funcionários. Tudo normal, de acordo com a planilha de consumo. A planilha é um mapa de desgaste do patrimônio (ônibus) e despesas como combustível, óleo, pneus, filtros, limpeza, etc. Tudo isso é enormemente variável, ou seja, ou vale a confiança, ou nada faz sentido!

Desta feita, no período desta licitação, havia uma dúvida com relação aos empregos de cobradores, com a implantação da catraca eletrônica. E também a implantação de micro-ônibus que dispensam o cobrador. E acabou tudo sendo feito como o esperado pelas empresas e Estado Municipal. Hoje, já se comenta, já se lança o germe, ao menos para os grandes centros, do ônibus dirigido por controle eletrônico, pelo viés do satélite. Da para se imaginar que cada ex-motorista será um futuro hacker da direção de simuladores de avenidas.

Segundo Paulo Mac Donald e os criadores do sistema, a ideia era implantar o cartão eletrônico ‘para todos. Por isto Paulo fez dois preços: em dinheiro o preço se mantinha, no cartão havia descontos. Mas o senhor Reni, então deputado anulou isso. Dizendo que a passagem de ônibus não podia ter dois preços. De outra forma, isso era uma propaganda para vender cartões a todos. E era uma propaganda de oportunidade, pois que nunca fôra pensada por eles, os proprietários de ônibus e o prefeito e os gestores, no caso dos passes de ônibus que as empresas e, o povo compravam sem desconto algum. Não que, não pedissem descontos!

Tudo o que as pessoas gostariam de ouvir do senhor Paulo, o que se tentou pelas perguntas, ele deixou nas contas ‘da gestão e um certo ‘muxoxo de desânimo, cada vez que usava o termo ‘gestão, isso, eu explico depois. Mas, o senhor Paulo fez comentários importantes, por exemplo, “que antes, na época de Dobrandino, os empresários tinham um acordo, um contrato, que dizia que as empresas seriam pagas por ‘quilômetros rodados. E foi, no cancelamento deste tipo de contrato – de quilômetros rodados –, onde apareceu a dívida – de quebra de contrato –, de ‘100 milhões. Não importa saber qual a moeda, pois que a dívida não procedeu. O senhor Paulo não pagou. E ele diz que, após isso, compraram ônibus novos, a frota melhorou a aparência e, cobriu novas linhas. Era a época dos passes de ônibus.

E isso vem, até o momento, ‘conta a lenda, em que um dos empresários de ônibus, juntou sacos de passes de ônibus do concorrente – cada empresa tinha seu passe/moeda -, e os despejou na mesa do seu desafeto, e disse – me pague em dinheiro, ou ônibus! Claro, isso foi um escândalo ‘a portas fechadas. Top Secret.

De fato, para eles, mostrava a fragilidade econômica do modelo: passes de ônibus. Para o povo funcionava muito bem com distribuição de renda, ‘segundo o esforço e criatividadede cada um, mas o fato, é que não usavam a moeda/passe da maneira a que ela se propunha: pagar a passagem de ônibus e retornar o capital. Logo, usada de outra forma, não poderia funcionar. Os passes, eram pagos à vista e antecipadamente, se usavam ou não o passe, parecia não fazer diferença. No entanto, os ‘passes de ônibus eram ações ao público. E o sujeito do mercado, que vendera o leite e o pão em troca do dinheiro/passe, ia receber na empresa – DINHEIRO/PAPEL –, o que descapitalizava a empresa. E o próprio ‘passe de ônibus, já havia feito esta ‘magia, de atrelamento da economia popular, com odinheiro/papel, que antes havia feito a mesma magia, com o dinheiro/metal. E agora, a magia se fecha com o cartão magnético, o ‘cartão de crédito e débito. Mas isso é outra história.

Para resolver a ‘pendenga acionária e evidente crise que haviam causado com o sistema de passes, criaram a ‘catraca eletrônica. Desta vez, não haveriam falhas, tudo ficaria sob o controle ‘dos gestores do sistema. Há uma alegação – de certa forma oportunista – que leva em conta a questão dos assaltos a ônibus – quando do uso do dinheiro/papel. Pois que não há gestão no mundo que consiga barrar as ondas de crimes, quando o próprio governo federal às incentiva e se associa às FARC (pelo viés do Foro de São Paulo), ao ponto de leva-la ao governo de um país! Sem maiores detalhes, como por exemplo, elevar à deputado um membro do PCC! E Foz do Iguaçu é um ponto de ‘ (re) carrego do crime. Mas isso é outro assunto e que mostra sim, que ‘as coisas, vêm de fora da cidade.

Para o novo sistema de catraca eletrônica, novos ônibus etc. As empresas, segundo Paulo,cobraram 18 milhões de reais, para as mudanças. E para a renovação do contrato o senhor Paulo cobrou 18 milhões de reais, o que zerou a conta. Será? Estas foram as palavras de Paulo na Câmara. Em meio a tanta absurdidade moral, que está implícita neste modelo de negociação, o senhor Paulo recorre a um argumento auxiliar, quando diz a respeito dos ‘PARECERES DOS ADVOGADOS. A única coisa que posso acrescentar a isso, é que houve no país e no mundo, uma mudança para pior, na moral, na religião, na razão e também uma crise civilizacional e isso, também vem de fora. E este é um parecer!

Quando lhe foi perguntado sobre a dívida que as empresas querem receber que era 40 milhões de reais e passou para 43 milhões de reais, o senhor Paulo disse que isso era problema da ‘gestão atual (supondo que, se ele tivesse sido eleito, ele saberia o que fazer, mas, não diz) e que ele, assim como o povo queriam saber o que a gestão atual iria fazer a respeito.

Quanto a saída estratégica principal, para se furtar a aprofundar a crise moral em que se encontra o país, onde há sim, interveniência do governo federal (desde o fechamento da Santa Casa e a dilapidação do salário de indenização dos funcionários), com o franco objetivo de monopolizar e controlar o país, mais do que já se permite fazê-lo e por isto querem mais (…), o senhor Paulo recorre dezenas de vezes ao termo ‘Gestão sempre complementado com qualificações quantitativas, como: difícil (mais difícil, menos difícil), sensível, complicado.

Trabalhei na GILBARCO, de Guarulhos. É uma empresa de aferição de bombas de gasolina, no tempo em só havia gasolina e diesel. A empresa inglesa fabricava as bombas e fazia a manutenção. Eu, marcava as manutenções e fazia a Gestão, do controle de gastos de combustível da empresa. A empresa fazia a Gestão das bombas aferindo preços e manutenção. Bem, não existia o álcool, não existia a ‘mistura, lavagem de dinheiro e a Petrobrás era uma empresa normal. Então, a Gestão, funcionava.

Agora, o que acontece com Paulo (nesta audiência) e sua crise moral, pessoal, política é que ele sabe muito bem que a ingerência, não ‘a sensível, que é interna ao município, e que pode acontecer com um parente, quando se comete um ato falho e que ele citou, sobre o caso de um compadre, em que ele se obrigou a cobrar um imposto e que, após um ano, ou se esperasse mais um ano, haveria um desconto pelo REFIS e isso magoou seu compadre etc. Então, não é a ingerência da ‘gestão sensível, a que ele se refere, mesmo porque ingerência, indica ser de fora do município. Então é a ‘gestão difícil, onde está oculto seus problemas e, é isto o que as pessoas gostariam de ouvir. E que tem relação com uma série de ações, como a licitação do lixo (do por que, não se ter a empresa de lixo da cidade, por exemplo), a monopolização, ou controle exagerado do Estado, nos meios de transporte, etc. Ou seja, o assunto é realmente complexo, chegando à questão dos terrenos e o ‘sumiço, dos terrenos populares, os afamados loteamentos, a que as pessoas comuns tinham acesso.  E obviamente ao futuro da cidade, considerando que o orçamento municipal perde para impostos pagos a combustível dos 145 mil veículos que circulam na cidade e só deixam, poluição de gás carbônico e muito, muito barulho. Mas isso são outros quinhentos.

O que faltou neste texto é um aprofundamento na questão da dívida. Das formas alternativas da construção da dívida. Hipóteses de como se construiu estas dívidas: de 100 milhões do período de Dobrandino; dos 18 milhões de reais do período de Paulo e agora, os 43 milhões de reais do período de Chico Brasileiro. Uma hipótese sensata é que o Estado municipal foi induzido e se deixou induzir por um modelo de gestão estatal da iniciativa privada, associando-a ao Estado. Logo, a iniciativa privada não ficaria estática, e reagiria à pressão estatal, com vantagens ou para sanar prejuízos.

Digamos que uma empresa pague 15 mil reais por dia para 30 ônibus em circulação. O valor é uma média de R$500 reais, que se paga em São Paulo, por ônibus em circulação. A fonte é de um sindicalista do ramo que deu a informação à grande imprensa, portanto, uma fonte suspeita. Mas isso, é uma hipótese. Digamos que é um feriado chuvoso e que o ônibus esteja circulando e que não tem passageiros. Bem, já seria um problema sério à empresa. Digamos que o ônibus em circulação, já contabilizado pelos ‘supostos fiscais, sofra um acidente qualquer, isso é outro problema e isso acontece diariamente. Então é uma base de cobrança injusta e imprecisa. O Certo seria uma porcentagem sobre cada passagem e só! Fosse assim, nesta lógica, tudo não passaria de uma ‘prestação de contas, de valores reais, efetivados e não haveria porque a empresa estar ‘amarrada ao Estado. E quem quisesse colocar um ônibus na linha, pagaria o percentual e pronto. O resto é concorrência e especialização do trabalho.

Agora, se o empresário quer monopolizar o negócio e o Estado quer se associar ao negócio como condição de permitir a monopolização por ser uma estratégia de ‘governo central, contra o capitalismo tradicional, passando a passos largos pelo capitalismo‘selvagem, no rumo do ápice do capitalismo total e que advoga e, é advogado por um socialismo derrotado e que levou junto a moral e a justiça, bem, aí meu amigo, ‘a porca torce o rabo! E tratar de Gestão, nestas circunstâncias, senhor Paulo Mac Donald, deixa qualquer um ‘maluco de pedra! Seria o mesmo que ‘aferir uma bomba de gasolina de um combustível adulterado. Ou, mero fingimento! E é isto que o povo quer saber!

Sociedade emocional, entrega-se ao primeiro aventureiro.

Escrito por Luiz C.S. Lucasy – FozVox II

Eu falo, de um pontinho pequeno do planeta. Falo de uma pequena cidade com 250 mil habitantes. Uma cidade, que assim como as outras, tenta ser feliz. Quero dizer, o povo tenta ser feliz, quando procura nas mínimas coisas a felicidade. O que são estas mínimas coisas, afinal?  Seriam coisas tão mínimas como aquelas dos povos das neves; com quatro meses de verão e oito meses de inverso absoluto? (O.C.). Porque aí também se encontra a felicidade, da dificuldade; quando une as pessoas, por simples solidariedade material, mediante as circunstâncias para todos, ser a mesma. Ah! Mas não é qualquer dificuldade, é uma dificuldade da qual eles não tem participação nenhuma e domínio menos ainda, então compreendem que a dificuldade é a norma, assim como as normas dos Dez Mandamentos Divinos, ou dos evangelhos de aplicação analógica. Quando entendem, aprendem a conviver e do conviver, vem a felicidade, como subproduto; mas não uma felicidade de quem ganha a primeira bicicleta, que é uma felicidade intensa, mas dura menos de uma semana. Acredito que a felicidade é algo que deva permanecer, até como um bom desafio humano, às intempéries naturais e sobrenaturais, desta feita, pelas sombras, das más intenções humanas. E não só, ‘momentos felizes, como muitos acreditam que seja a existência e que são fugazes e se perdem,  se confundem no imaginário em melancolia. Mostraram, os Gregos que a tragédia é como oposto da felicidade o, era, para chamar aos homens à compreensão da felicidade, compreendendo o drama humano. Aristóteles falava da felicidade e não posso conceber, mesmo sem ter lido a íntegra de Aristóteles, que esta felicidade não fosse a felicidade do conhecimento e da libertação. A Bíblia nos diz que “A verdade voz Libertará”. Também creio que este seja o único caminho. Mesmo porque é real, existe, muitos de nós praticamos isso, quando nos advertimos quanto às coisas enganosas. E se este é o único caminho do bem, há o caminho do mal que é negar isso. Mas negar de uma forma sofisticada, temporal, de forma tal, como se o bem fosse o mal e vice-versa. Assim, cria outra condição, uma terceira, nem bem, nem mal …, onde tudo cabe. No entanto, são ilimitadas, as possibilidades de felicidade terrena, do ponto de vista do bem e vão até o portal da transcendência, quando tudo, se transforma em uma espécie de chave, para determinadas portas. E o mal, o que nos diz? Que não há portas e a felicidade integral é agora ou nunca? E acaso o que promovem é que espécie de felicidade? Mórbida, talvez? Sádica, talvez? Psicopática! Exatamente assim. Não falo de felicidade de uma pessoa ou de um grupo de pessoas, coisas que poderiam ser produzidas e que poderiam em certa medida se contrapor a outros – não tão felizes, considerando o arremedo de felicidade vendido nas imagens de TV, ou nos shows exotéricos. Não! A felicidade o é a todos e a circunstância que a cria é circunstância da realidade, por exemplo, desta pequena cidade que voz falo. Em que medida ela procura a felicidade na infelicidade ou, da tragédia a felicidade? Certamente, aqui não há neve, nem deserto, não há normas categóricas de imposição natural, mas há normas sub-reptícias de imposição sobrenatural – quando se impõe coisas morais às pessoas e cuja moralidade é suspeita de loucuras ‘encomendadas e que não brotam precisamente deste ou daquele homem, deste ou daquele grupo, mas das sombras que eles refletem; daqueles que se arrogam donos da vida dos outros. E são muito humanos, no sentido de carne, osso, nervos e sangue e menos, alma. A mentira tornou-se uma arma!

No Rio de Janeiro – a escolha (…), da cidade importa – um muçulmano, vendedor de ‘sanduíches, foi verbalmente atacado por um nativo e convidado a se retirar do país. Isso imediatamente foi divulgado ao mundo! Logo vieram opiniões de toda espécie. Mesmo porque, a questão de raça é mundial e nunca houve solução, supostamente, racional, para isto. Desde a torre de Babel e as Grandes Guerras. Afinal os chineses são chineses e não alemães. E assim, todas as raças. Por princípio, pode haver união entre elas em momentos como os jogos! Mas isso não é possível por exemplo, através de uma religião universal. Isso, por princípio é um desrespeito! Pelo princípio da propaganda … de quem, ou de quê? Exceto, que se unam, para mera publicidade do humanismo, aos humanos e não a interesses espúrios. De outra forma, seria insanamente possível, forçando uma situação, a que me refiro acima quando falo “daqueles homens, ou coisas parecidas como homens, alguns os chamam de Anticristo …, mas são tantos … e, que se arrogam – com o poder do dinheiro – donos, de vidas humanas”. E este é o efeito sobrenatural. Quando racionalmente não é possível respostas e tão pouco se conformam com a realidade, assim como os homens do gelo, se conformaram à sua realidade. Uma pequena nota. Os homens do gelo, poderiam sair de lá e viver em lugares com clima mais ameno, no entanto, o motivo para muitos deles estarem lá é justamente para se afastarem do mundo urbano!  Agora, com relação à situação do muçulmano, que poderia ser um chinês –  nestes dias -, tudo aquilo pode muito bem, ter sido mais um golpe publicitário para se criar um ambiente de distração à cruel realidade imposta e a tentativa de, em meio a estas e outras situações, doentias, impor uma felicidade negativa, desta feita usando como ferramenta a própria tragédia. Se a tragédia fôra feita para alertar, desta feita a tragédia está sendo feita para alardear o mal como a felicidade possível.

Me parece que jogam em várias frentes, uma delas é aquela mais cínica que quer mostrar que o que passou, passou, agora é olhar para frente! O mundo é belo. E é mesmo. Não podem esconder isso. São obrigados a aderir e o fazem usando isso de forma à que a ‘beleza do mundo, que lhes parece a eles, ter o controle do mundo, lhes favoreça politicamente. Por exemplo, é comum você dizer a uma pessoa, que perdeu um ente querido que: “ele foi para junto de Deus, agora, é olhar para frente! Isso é humano. Outra frente é aquela que mantém o ‘espírito de porco ativo para satisfazer os mais nervosos, que não conseguem perceber que‘tudo é um mesmo jogo. Então criam símbolos de diferença na forma cultural: uns são mais intelectuais outros, mais despojados, outros hippies. No entanto, nada impede que os intelectuais defendam a liberação das drogas é o caso de FHC. Outra frente é justamente aquela está entre uma e outra. Não é cínica e não é nervosa e procura o “ar de razão”, ‘nos efeitos, na aparência, no modo de falar, no carro etc. Depois destas três pré-formas, existem as nuances de cada uma delas. E o que elas têm em comum é um teatro. Um teatro onde a própria pessoa é platéia de show produzido por alguém, a quem não tem acesso direto e que por sua vez (re) atualiza um processo feito por outros que já partiram. E que são tidos como‘grandes homens da história, segundo a visão deles e que, não devem ser comentados e devem apenas se concentrar no presente. Era habitual em Rússia, velar os ‘homens santos,por vários dias e eles, eram colocados em uma torre aberta e ficavam ali, sendo velados. A preocupação, nesta prática é que o corpo exarasse um cheiro ruim, e caísse por terra a ilusão do Santo. Diferente do que acontece com alguns corpos incorruptíveis, da igreja cristã. Você encontra esta história no livro de Dostoievski, “Os irmãos Karamazov. E isto é uma analogia do porque os senhores ‘revolucionários, ou macacos de auditório da própria cabeça, preferem não (re) moer o passado.

Mas se o fizer <<(re)moer o passado>>, você encontrará, por exemplo, figuras como a Senadora e Presidente do PT, Gleisi Hoffman colada ao Senador Paim do PT, desde os anos 91. Ambos ‘fazem um teatro diferente. Um é agradável à militância nervosa, outro, aos sindicalistas da iniciativa privada (IP), que por natureza, são desconfiados. Um produto óbvio da ignorância e da desconfiança de seu uso por isto. Então aproveito o ensejo para lhes contar o que aconteceu no Senado nestes dias. O título é “Tire a mão do meu almoço! ”. Este título é de um amigo, quando lhe contei a história da previdência. Portanto, dedico o escrito, ao Reinaldo, meu amigo de trabalho.

Tire a Mão do Meu Almoço!

O senador Paim disse que tinha um bom projeto sobre a previdência que evitaria tudo o que estava ocorrendo agora, mas que não foi aprovado (décadas atrás). E ele ficou esperando “o circo pegar fogo”.  Quando isso acontece, ele diz: “eu tinha um projeto”. Se isso fosse dito por qualquer pessoa não paga com dinheiro de impostos, não responsável por tal situação, seria apenas um comentário. Se ele, tivesse se afastado do governo, dos sindicatos também, se justificaria o “eu avisei”. Mas o sujeito, agora objeto, analisado por um sujeito que também é objeto e como tal sofre os efeitos danosos ou não da previdência, o sujeito nunca saiu do governo! É um “eterno senador sindicalista”. De outra forma, já que seu projeto deve ter sido apresentado, no governo de Lula, talvez, seu projeto não fosse tão bom, ou poderia ser muito bom. A questão é que este governo desde FHC, não quer resolver nada, quer é complicar! Para culpar alguém e fazer política em nome disto! É maldita tese da negação de Hegel.

Isto, está sendo escrito no momento em que o Brasil está sendo usado como “abrigo de venezuelanos” – a mando do governo venezuelano <<por bem, ou por mal>>, isso não se sabe o nível de legitimidade – e que, o Brasil de Temer se obrigou a tirar a Venezuela do MERCOSUL, por uma questão estratégica frente as eleições de 2018. Em Foz do Iguaçu – PR – os vereadores: Jorge e Beni sofrem um pedido de “quebra de decoro parlamentar”, cujo resultado será inexistente e o processo arquivado.

Dia 07/08/17 no ‘canal de TV do Senado, a comissão presidida pelo senador Paim discute sobre a Previdência. Paim é um petista sindicalista. Todos os convidados de fora que participam da reunião da comissão do senado, são convergentes e todos são funcionários públicos de carreira (…). Logo, sem que se percebam como governo e funcionários do Estado, agem mais como aposentados do Estado, chegando a culpar o governo, que são eles, pelo que eles fizeram com a previdência.

A questão da previdência levantada na comissão não tratava de valores das aposentadorias – porque invariavelmente as aposentadorias do Estado, são maravilhosas. Também não tratavam de “quantidade de aposentadorias por pessoa e também não tratavam dasmodalidades de aposentadorias para cada pessoa do Estado. Por exemplo, como foi a super-aposentadoria do ilustre pai das “diretas já”, que nunca aconteceu, o senhor Ulisses Guimarães do PMDB! Que acumulava três aposentadorias. E só ficamos sabendo disso devido sua morte prematura.

A questão é, o que este mundo “VIP”, tem em comum com a aposentadoria do primo pobre? Se não para usá-lo como anteparo de seus golpes? Sparring!  Se, não, vejamos: este mesmo sistema econômico, político; este mesmo senador sindical e seus sindicalistas – na área de serviços – criaram um tipo de <<salário>> CRETINO, MAS, não só o salário, mas também um <<horário elástico>>, CRETINO. Um, dá a impressão de que se ganha bem (…), e esconde as extras e só a metade deste dinheiro é <<certificado>> para efeito de aposentadoria e, seguro desemprego (o seguro desemprego é uma anomalia por princípio de uma economia em crise e tem prazo). O outro, o <<horário elástico>> se tem a impressão de que se trabalha menos horas por dia (1 ou 2 h), mas trabalha <<todos>> os dias. Acabaram com os feriados e finais de semana. A <<hora extra e, o banco de horas>> do final de semana e feriados, são o tempero AZEDO do salário (…). Entende agora, porque são mundos diferentes?

Quem discute a aposentadoria do ponto de vista da pessoa que trabalha na IP? Ninguém! Acreditam que, o que é bom para o Estado é bom para a IP e é precisamente o contrário: toda vantagem do Estado é tirado dos impostos. Afetando a IP, afetam as pessoas que trabalham na IP! Por exemplo, na IP se trabalha 11 meses e ganha um mês. No Estado se trabalha 9 meses e ganha três, com relação às férias. Uma greve aqui, outra acolá, pronto, se trabalha 6 meses por ano! A IP paga! Nós pagamos! A comissão do senado discutiu isso, claro que não!

Evidente que o dinheiro da festança <<estatal, político financeira>> vem da mrd da IP. E tanto não é satisfatório o dinheiro arrecadado na IP – que produz riquezas – fabricas, que criam mais impostos (de apoio à aposentadoria) em nome das pessoas que trabalham na IP, a fim de engrossar o caldo das aposentadorias do Estado. Ou seja, das aposentadorias de quem <<realmente>> se aposenta; com realmente quero dizer: com vantagens, benefícios, privilégios e tempo de vida. Em Minas Gerais, na década de 80, uma cidade de Minas, não lembro qual, pois que também, o efeito é viral, ela conseguiu aprovar um projeto de aposentadoria no primeiro mandato de vereador! Não acreditei, liguei como sendo da prefeitura de Guarulhos e confirmaram e me ensinaram como fazer! Trabalhava em uma transportadora, a Norte Sul que enviava mercadoria de São Paulo para o Maranhão.

Creio que a mudança na previdência que deixou os amigos do Estado nervosos, se refere ao tempo para aposentar. E isso afeta diretamente as vantagens e o controle sobre a aposentadoria. Outra coisa, é que não é o governo Temer, mas o governo brasileiro (até o Foro de s. Paulo, o senhor Paim, a senhora Gleisi são ligados ao Foro de Lula) é quem está tomando esta atitude por conta, não, da falência do sistema, que se vê – no gráfico superavitário (pode ser falsificado) –, mas por conta da insegurança e instabilidade política que extrapola qualquer modo de governo e, da dívida externa brasileira. O que algo, meio definitivo e imprevisto demais! Até para eles!

O que este ilustres demônios do alheio estão fazendo é aproveitar o momento político de crise absoluta, para ‘saírem bem na foto para 2018. E esta baixaria mental é a mesma que inibiu o ‘nobre senador a fazer valer o seu projeto, que iria ‘salvar a previdência. É apenas mais uma performance teatral para ocultar a riqueza nacional recentemente distribuídapor Lula & Caterva, nos países de América Latina, África e porque não, a si próprio e sua família …, aos deputados, senadores etc.

A ONU, controlada pelos grandes capitalistas que compõe o bloco Ocidental da Nova Ordem Mundial, que se completa com Rússia/China e Islam, pelo viés de seus agentes nos países, enfiou ‘goela abaixo,de quase todos os países de Europa, 50% dos EUA e América Latina as LEIS AMBIENTAIS. Mas não fez isso porque estavam preocupados com o meio ambiente. Isso não se fundamenta. Tanto que Coréia do Norte, como foi o Vietnam com a China, estão ameaçando os EUA com a bomba atômica, portanto, destruição de bilhões de pessoas e obviamente um MEIO AMBIENTE radioativo. Esta coisa de MEIO AMBIENTE é meramente política e inibidora de produção e não só, quando desestimula os grandes (que foram para China), desaparece os médios e os pequenos não chegam a ‘se criar. Enquanto transferem as empresas para China e fecham outras no Brasil, a CHINA, produz sapatos que, após um dia de uso, fedem. E isso tudo, este clima de salve o planeta e destruam o Ocidente, ainda sem entrar no mérito do MEIO AMBIENTE, é reforçado com outras leis que dificultam no máximo, até no insuportável, a vida das pessoas. Por exemplo, “um concurseiro que morava na Vila Qui-saco, que assume o cargo de Fiscal,esse cara, passa a ter mais poder que o próprio Hermínio de Morais da Votorantim! ”. Você está entendendo a palhaçada! E porque o empresariado não reclama? Porque quer viver para sempre e se‘borra de medo! O que restou do empresariado brasileiro, é um sujeito ainda normal, que perde para os anormais, por exemplo, o narcotráfico. Aliás esta é a característica das pessoas normais, neste modo de governo, serem inferiores aos anormais. Como disse Olavo de Carvalho e eu mesmo, que vivi neste local, nesta época a que ele se refere …, “antes, na Rua Boa Vista em São Paulo, todo mundo usava terno, era um povo elegante, hoje, os sujeitos andam de bermuda e barriga de fora. A cidade está pichada! Nenhum prédio se salva!

Agora, sobre o MEIO AMBIENTE e SUSTENTABILIDADE, duas palavras e um sentido: quando uma se desgasta, usa-se a outra. Igual ao PSDB e o PT. O, MEIO AMBIENTE, portanto, para que ele exista em cada município é necessário, que exista um agente que traga isso, da ONU (com verbas) para a cidade e o sustente politicamente e, também, criar um aparato midiático e, de poder. E, órgãos de controle.Curiosamente este tipo de domínio ele acontece concomitantemente em vários países (média 40 países). Portanto, é necessário muito dinheiro. E este volume de dinheiro, que poderia, por exemplo, salvar a saúde no país. Este dinheiro é compartilhado no Establishment! (Establishment no sentido do gerenciamento deste volume de dinheiro em cada país). Veja que não salvam coisa nenhuma de ambiente, atrapalham as pessoas mais do que antes, compartilham os ganhos e ganham tempo!Ganham tempo empobrecendo o país para subjuga-lo mais facilmente. Quanta negação, não? E quem disse que boas notícias dão votos?

TSJ através de interrogatório de um processo qualquer, envolveu o senhor Beto Richa em umaquestão ambiental, de favorecimento a um parente, para um estacionamento. Quer dizer, senão fosse parente não teria problema? O caso em si, não tem importância alguma neste momento, o fato é que foi usado a ferramenta AMBIENTAL para ferrar um Governo do PSDB. Posso estar enganado, mas a Itaipu está quase que obrigada a não gostar do PSDB no governo do Paraná.

Agora, junte à terrível dificuldade que o brasileiro já tem, junte o Meio Ambiente. Quer dizer, estamos sendo impedidos de viver! Quer dizer, mais leis. Corte um galho de árvore e você vai preso! Isso é loucura! Você ainda não percebeu isso! E estão impedindo a gente de viver para que a gente viva melhor no futuro! Isso é um nonsense! Na área de serviços, por exemplo, se trabalha de segunda a segunda. Quer folga? Pague! Os programas de televisão têm a ousadia de fazerem um tipo de promoção do trabalho ininterrupto dos ‘Grandes Chefes. Trabalham igual aos mordomos ingleses, que moram nos palácios. Bem, neste caso é um serviço de luxo máximo. É como um sonho de ser bailarino em Bolshoi! Também é o sonho de ser mordomo ou Chefe. Mas, que não estendam isso, ao resto das pessoas, da área de serviços. Entretanto, gente com este perfil é uma raridade, mesmo porque não se trata de salário, mas de apego ao poder, ou simplesmente um sintoma servil.  Na contramão da dificuldade do Brasil. Nos EUA se pode pagar qualquer conta em posto de gasolina! Tudo é feito através de um protocolo – como se fosse depósito – e o dinheiro cai em 30 segundos. No Brasil leva dias! Não adianta explicar! É para complicar.

Muitos vereadores do Brasil, não fazem a menor idéia do que estão fazendo. Apenas recebem projetos por e-mail e o aprovam, depois de uma ‘rápida apresentação e diálogo positivo e amigo. Pois bem, para provar que não é bem assim, a sugestão é que os vereadores, que somados valem um prefeito, ao menos moralmente, deveriam valer. Eles, deveriam fazer a ‘sua revolução cultural, chutar alguns traseiros e, acabar de imediato com pelo menos, 30% das leis municipais, estaduais e federais até 2018. Leis que impeçam por exemplo, um motorista de ônibus que trabalhou 20 anos na empresa de ônibus, de comprar um ônibus com mais um amigo e colocá-lo em uma linha. As ‘linhas, são ‘pontoscomerciais? e o espaço público? Essa atitude de quebra das dificuldades, aumentaria em muito suas chances de reeleição e, apoio a outros!

Poderiam recorrer à afamada associação de vereadores prefeitos do Paraná, para convencê-los. É o momento ideal, quando pretendem bolivarinizar o Brasil. É transição é metamorfose etc. É a chance de acabar com leis absurdas, como aquela que “reserva mesas para deficiente”!  Mesmo porque o proponente de segunda mão, foi preso! Então, não vale! Nada contra deficientes, mas nunca se pensou nisso, nunca se precisou disto. O que significa, que estas leis, elas são precedentes de perseguição e coação! O próprio Stálin, quando lhe foi sugerido que tirasse as armas do povo ele disse: “Se, se proibir armas, eles vão começar a pensar”! Imagine meu inimigo comunista! Pensar que vocês queriam que o povo pensasse! Como fui tolo!

A câmara de Foz do Iguaçu perdeu a oportunidade de passar a limpo a questão dos vereadores Jorge e Beni. Segundo ‘a lenda, uma pessoa, propôs a saída dos vereadores por ‘quebra de decoro parlamentar.Isto é um fato, houve quebra de decoro parlamentar, para mais ou, para menos. A proposta de inquérito era para esta averiguação. É uma hipótese, o fato de esta pessoa que propôs o inquérito ser uma assessora, ou amiga, de um suplente a vereador, que tenha interesse que um deles saia. Isso, por si, não inviabiliza o inquérito. Uma coisa é a ‘quebra de decoro e as evidências disto. Outra coisa, é quem mandou e porquê! O porque pode ser respondido por qualquer cidadão que se sinta ultrajado. O que é o caso.

O senhor Jorge foi diretor da saúde em Santa Terezinha e na transição de prefeito antecipou-se a resolver uma situação de falta de médicos na saúde. Segundo ‘a lenda, enviou um documento ao novo executivo informando a falta de médicos. Como diretor da saúde, cargo que possivelmente perderia, decide por tomar iniciativas. Daí para diante o que se sabe é que, o senhor Jorge contratou serviços médicos sem a autorização do executivo caso em que o executivo seria processado e não, ele.

O senhor Beni foi ‘alvo da <operação pecúlio> onde ele e mais outros vereadores foram presos. Acontece que Beni e mais 5 vereadores foram reeleitos, mas, só Beni assumiu a cadeira. Portanto, há um vácuo de explicação pública do porquê, ele, e não, os outros, também.

Duas situações diferentes. Que deveriam ser tratadas separadamente, do ponto de vista da ‘quebra do decoro e não, da situação concreta de suas ações. Isso, é importante que fique claro. Como foi feito com os outros vereadores igualmente julgados pela quebra de decoro. O fato de as duas situações descritas acima, estarem juntas, indica uma precipitação ingênua. Como se ‘alguém dissesse: “vamos jogar os dois e torcer para que um, saia”. Ao juntarem os dois em um, depreciaram a frágil gravidade da quebra de decoro. Não se sabe se foi um erro primário ou, uma maldade maliciosa e será difícil saber, exceto se o próprio autor confessar.

De outra forma, se precipitou em uma espécie de ‘competição de quebra de decoro; quem quebrou mais e menos. No entanto ‘o decoro parlamentar, por si mesmo, é algo mais subjetivo que objetivo. Precipuamente, os argumentos contra os vereadores, tomam o mesmo rumo. Onde a objetividade dos atos concretos, que deram vazão à ‘quebra de decoro, são substituídos por palavras ‘em franjas.Retalhos de palavras. Pois que não se pode julgar judicialmente os fatos concretos pois que eles próprios, não são a quebra de decoro.

Não se trata de um julgamento de Nuremberg por assassinato em massa. Ou de um inquérito de traição à Nação como o caso Rosenberg, que entregou o projeto de construção da bomba atômica à Rússia, quando a Rússia já tinha em mãos o projeto Manhattan – a pasta negra com o título Top Secret -, da construção da bomba atômica, conseguido através de um agente (Hopkins) infiltrado no governo de Roosevelt.

Certamente não é disto que se trata. Antes, se trata de um inquérito de gravidade moral. Por uma grave ‘quebra de decoro da quase a totalidade dos parlamentares do Brasil, contra o Brasil. Portanto, coloca os casos acima, no bolso do lenço, ou do cravo, se preferir. No entanto, transferir esteenorme peso, ‘nas costas de duas figuras comuns, quando o mesmo …, em certa medida oportunista, de atritos de dois blocos políticos distintos: PSDB e PT, já foi consumado, com a prisão do prefeito e mais 12 vereadores e, um enorme descrédito eleitoral de 2016, parece-me um tanto inoportuno, este pequeno caso, ao menos da forma como foi feito e aceito, quando se juntam dois em um, além, da precipitação da aprovação, que deixou largas margens de possibilidade da simples negação, o que de fato, aconteceu.

Parte 2

Sarney criou a figura do fiscal de mercado. Pessoas comuns iam aos mercados com tabelas de preços e quando encontravam um preço à maior, estava formada a confusão. Mas, é no governo de FHC, que tem início a atuação dos “fiscais de verdade”: fiscais das receitas, fiscais, do trabalho etc. Seu alvo, qualquer empresa capitalista e todas, por mais enxutas que fossem, deviam algo, nem que fosse uma ‘propina’. Estou dizendo isso, porque estava em São Paulo e vi isso acontecer. Anos depois quando mudei para Foz também vi a mesma coisa, mas não contra empresas, mas contra muambeiros de todo o país. Mandei uma carta à FHC, mostrando e provando, o nível de desmoralização e ele respondeu com ações que se pulverizaram no percurso da federação ao município.

No governo de Lula em oposição a esta situação criada pela ala de FHC, como forma de arrecadação de dinheiro, que havia substituído os ‘fiscais de Sarnei e este, havia substituído ‘a caça aos Marajás de Collor, Lula cria a figura das CPI’s. Fazendo isso, a ala de Lula, ganhava a confiança e o temor dos políticos e liberais e abria espaço para o mensalão e, o Petrolão. Neste momento acontecem os Assassinatos de Reputações a que se refere Romeu Tuma Junior em seu livro.

Toda esta sequência fôra um plano organizado entre a ala de Lula e a, de FHC em uma reunião em 5 de maio de 1993 em Princeton (Fonte Graça Vagner e O.C.), com a participação de um membro da família Kenedy entre outros (Fonte Graça Wagner e O.Carvalho). A URSS havia acabado em 1990. Em 1990 é fundado o Foro de s. Paulo, para resgatar os restos mortais de URSS e ressurgir com outra característica. A característica de América Latina. E que até hoje Lula, diz não saber qual é o socialismo ‘que queremos!

Neste cenário, exposto acima, sem considerar a ação deletéria dos Vereadores de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas, que francamente, ao menos na época, se consideravam muito mais do que eram, devido as populações na casa dos milhões, a seu dispor, neste cenário, o que realmente choca, não é, os erros tolos e infantis de Jorge e Beni, mas, como pessoas tão despreparadas podem assumir uma vereança, nesta conjuntura, para dizer pouco, mortal?

Seria isto mais um plano, coloque os infantes, na vereança e os dirija no sentido oposto aos interesses de cada cidade? Bem, é exatamente isso o que fazem os monopólios, os carteis, os consórcios; é isso que faz o ‘meio ambiente da ONU. Seguem o curso inverso da liberdade do indivíduo, por exemplo, quando se legisla sobre a imprensa, seja de que maneira for: sindical, escolar, legislativo etc. se controla a imprensa. A cada benefício dado ao trabalhador diminui o salário base de contribuição à previdência. Portanto, diminui a aposentadora e, o seguro desemprego.

Uma hipótese do que acontece na câmara de Foz é que alguns poucos vereadores, não mais que 5, realmente, querem cumprir seu papel de legislar, segundo o que entendem de legislação e está no estatuto. E outros tantos, descrentes da simples, atuação legal, estão preocupados com a sua vida política e suas ligações políticas e sua candidatura para 2018, se não sua candidatura, seu apoio etc. E isto, de fato, se configura em ‘quebra de decoro parlamentar, que faz parecer, a quebra de decoro de Jorge e Beni, um ensaio de teatro.

Mesmo com o município em crise, com relação ao atendimento das prioridades atuais e futuras, pretendem projetos para aumentar a folha de pagamento, criando uma espécie de hospital psicoterapêutico para funcionários públicos. Não há dinheiro nem para o SUS, como criar mais um hospital? Não seria uma mera propaganda de diferenciação e promoção pessoal?

Criam gastos inexplicáveis como aquele de reestruturação do executivo. O executivo já declarou o que será o seu governo: a criação de um “setor de logística”, na área industrial, no popular: uma forma decontrolar a produção do país vizinho que entra pela fronteira de Foz do Iguaçu. Continuando, em 2018, o executivo fará investimentos na saúde e na educação. E, acabou! Mas ele ainda tem dois anos! E os outros dois anos depois de 2018? Perguntem a ele!

Mesmo nestas circunstâncias de crise nacional, moral, se permitem a devaneios e mais restrições.Alguns deputados já ousam prometer coisas para conquistar eleitores determinados, por exemplo o deputado trincheira. No caso de Foz do Iguaçu é aquele que vai ‘construir uma trincheira, para agradar a Vila A, de Itaipu. Isso define o seu reduto eleitoral, que ele acredita, que este reduto possa e tenha ferramentas para alavanca-lo junto à cidade, além daqueles que o convidaram em função, de terem ajudado a eleição do atual executivo.

Tudo é tão óbvio, que assusta. Porque assusta? Porque não há perspectiva alguma. Meu Deus, ‘uma, trincheira é perspectiva?  Pior, outra deputada, para se opor ao deputado, ofereceu mais uma trincheira! Bem, não vamos falar dos outros deputados, como o deputado verbinha, o deputado SUS etc. Você entende o que eu quero dizer?

Vereadores, deputados, eles não sabem o que fazer, com o reino do Oeste! A Itaipu ajuntou os‘lindeiros (50) municípios, para campanha de governo do Estado e presidência! É só nisso que pensam! Desde o mensalão e, o firme posicionamento das pessoas contra políticos e partidos, eles perderam a alma! A ‘chama apagou! Lembre-se que foram trabalhados, pelo temor, pela reverência, pela cumplicidade até o mensalão …, e o que restou deles?

Minha função é esta, escrevo, lanço luzes …, o que lhes parece raios. Digo que uma estrada de ferro é uma solução econômica sociológica para o Oeste do Paraná. Digo porque tenho boca. O fato de dizê-lo, não muda nada, mas talvez pensem a respeito, se puderem!

Um deputado e vereador, ao contrário, investem seu trabalho na criação de monopólios privados, estatais e mistos! Ou seja, dobram o mesmo problema. Mais ou menos como o ‘buraco de minhoca,quando juntam o universo do estado, ao universo privado! Para encurtar as ações e aumentar as apreensões de um e outro! Controle absoluto. O que os colocam na condição primária de um modelo fascista.

Veja, a diferença entre uma coisa e outra. O sistema de Estradas de Ferro, estações, abrem cidades, os monopólios fecham e restringem. Por isso também, estão perdidos e se focam em coisas idiotas, e coisas, que são do município, como as verbas, que fazem parecer, ‘conquistas suas. Isso é idiotice! Se prendem a estas coisas e se lançam nestas propagandas que fazem de si e acabou o deputado e, o vereador! Não conseguem, não sabem ou não são autorizados, a discutir coisas importantes. A “palavra livre”, na câmara municipal de Foz do Iguaçu é considerado, o momento da utopia! É uma ironia gratuita, pois que nos dias de hoje, vivemos a própria utopia! O ‘QI’, do brasileiro se comparado ao de outros países iguais, abaixou muito! A mim, me parece que a palavra gatilho deste idiotismo nacional é: igualitarismo! Uma total impossibilidade. Mas cumpre um objetivo revolucionário, daqueles que são diferentes.

Concluindo é claro que este ‘show de Jorge e Beni, na verdade um show suspenso, por falta de quórum de massa, foi uma tentativa vã de criar um espaço para outro parlamentar e isso, não pode ser melhor do que é, agora e, nestas alturas dos acontecimentos. Neste sentido, a cidade nem perde, nem ganha. Continua na mesma situação de ontem e do que será até 2018, quando estes mesmos que criaram este “circo socialista”, pretendem mostrar o que é o comunismo e, para que serve a ‘carteirinha do partido.

O Brasil carece e padece de inteligência: escondam, o que eles dizem!

Escrito por Luiz C.S. Lucasy – FozVox

A comunidade de muçulmanos no Brasil está para os muçulmanos assim como, as águas do rio estão para as margens; a comunidade dos brasileiros está para os brasileiros, assim como as cidades dos brasileiros, estão para os tsunamis. A condição da primeira é que o muçulmano continue muçulmano, no caso da segunda, é que, se conforme ao globalismo infernal da ONU. A primeira, é o que sempre foi desde o profeta (nos anos 700), a segunda trocou o cristianismo pelo modernismo. O modernismo é ótimo vendedor de produtos industrializados que são construídos por capitalistas em um país comunista: Gessy Lever, Estrela, Philco, Philips, etc. etc.

Os Generais, os Almirantes, Brigadeiros e ordenanças, como: coronéis capitães (Exército, Marinha e Aeronáutica), são pessoas pagas para manterem a segurança nacional. Para tanto, e com o poder ‘de fogo’, que eles têm, eles se obrigam, a se manterem nas margens da lei. No entanto, quando ‘a lei’, os restringe a executar seu trabalho de segurança nacional é o momento em que, eles devem conversar com a sociedade. E dizer porque não o fazem. Não existe ninguém que os represente neste papel: de responsáveis pela segurança nacional. No entanto, quando eles, apesar de tudo o que vem acontecendo no país, contra a segurança nacional, não reagem, sequer para mostrar que ainda existem ou, o fazem de forma defensiva, pedinte, sem respeito à própria função, é porque não têm o alcance do problema. O problema os transcende, os abarca e eles são movidos e não movem. Não estão, preparados para a função a que foram designados, portanto, não podem ter o título que têm. Devem sair e dar o lugar o outros que o façam. A questão é, quem são estes outros? E os que estão, servem à função original? Então porque aceitaram o fim do SNI, o fim do Cenimar, o fim do Sisa? Porque aceitam civis, de origem hostil, aos  desígnios de segurança nacional e soberania?

Dizem que no Brasil há democracia, segundo um general e, a rede globo, o SBT e bandeirantes e todos os canais que daí emergem, como Fox, Warner, etc., qualquer um pode “xingar o governo”, ora, talvez o governo tenha se colocado à propósito nesta condição. Como falar bem de um sujeito que usa do dinheiro de impostos para favorecer construtoras, que de fato, são monopólios mistos: do Estado e empresa privada, e que constroem em países estrangeiros, sabendo que não vão receber e ainda, mostra a todos a riqueza pessoal, e não menos, um deles, coloca, desta feita, o próprio filho em condição delicada, quando ‘o filho’ afirma que: “quem manda no Brasil é o meu pai”! Isso é insano. Quem não xingaria. Pois é justamente por isso – que todos xingariam – como todos xingam, porque que este é o propósito, destruir a moralidade, desde a principal instituição: a presidência de república. O que fez a Dilma o tempo todo? Mandiocas, ventos estocados … Louca? Não! Estratégia de desmoralização. Se não querem o sistema ampliem a discussão, sejam honestos. E porquê não fazem isso e ao contrário, querem ‘tratorar o sistema? Há algo de podre! Ora, quando se poderia imaginar – no Brasil de antes – que um ex-presidente da república, pudesse “convocar os exércitos do MST”, para atacar o Brasil? Quando se poderia imaginar que “paus mandados”, do globalismo, reconhecidos mundialmente, como ditadores comunistas, dentro do Ocidente, pudessem ameaçar de invadir o Brasil?

Bem há precedentes, por exemplo, ELIAS JAUA (venezuelano), anos atrás firmou um acordo com o MST, para treinamento de guerrilha. Talvez, quando Lula chamou os exércitos do MST, tenha feito sua primeira referência a isso. Porque não escondeu? Assim como escondeu o Foro de s. Paulo por tantos anos. Graça Wagner leu um pronunciamento no Congresso Nacional e o discurso foi escondido e ele perseguido! Então, porque propagandear algo tão absurdo. Para se testar a reação nos meios de comunicação e deste, com o povo e sondar se já estão ‘maduros; é como o cozinheiro, ou a feiticeira, “que enfia a colher no caldo para ver se está no ponto, ou ver se emite raios e fumaças”.

Da mesma forma, foram os pronunciamentos de Lula, Maduro e Evo. Estédile preparou o caminho em Europa Ocidental em seus encontros devidamente traduzidos. Uma sondagem. Obviamente estão unidos: Maduro, Evo, Lula, Zé Dirceu, Raul Castro, José Genoíno, Gleisi, Dilma, Ciro, FHC, Marina, Maria do Rosário, Rui Falcão, Estédile, Vanessa Grazziotin etc. O Etc. pode significar a maioria do congresso nacional que por várias vezes colocou notórios comunistas no comando do exército. Tudo, a um custo evidentemente. Se venderam. E ainda ousam dizer, obviamente aqueles que criaram esta situação humilhante: “que o congresso não representa o povo”. Mais um teste, obviamente ao que eles pretendem, e isso o exército deveria saber, se tivesse uma agência de homens competentes e estudiosos, deveria saber que pretendem um golpe! Que golpe e como, o que for possível, afinal depois que inventaram os ‘parcelamentos, não é preciso tudo de uma só vez, de outra forma, os ‘reclamos prestacionistas, são amenos, delicados e até contribuem, na tese de negação de HEGEL!

Vanessa Grazziotin é Senadora da República. É do Partido Comunista do Brasil, da linha do partido comunista chinês. Dia 03/08/17, quando o senado discutia sua ida (representantes do senado) à Venezuela e de que forma seria a recepção, tendo em conta, que da última vez “ficaram presos no ônibus do aeroporto”, ela, com pressa, devido, fato, de ter que retornar ao Amazonas para um processo eleitoral (especial), desconhecido do resto do país, disse que: “a questão de Venezuela, não é … é uma questão do imperialismo norte americano! ”. (1) Bem é o mesmo que diz Morales, Evo, Foro de s. Paulo …, a Sociedade Fabiana só assiste, mas foi ela quem colocou as FARC no poder em Colômbia com seu afiliado SANTOS.

As pessoas quando estão “em alta”, deveriam desconfiar: “laranja madura na beira da estrada, está bichada ou, tem marimbondo no pé”. Quando Dilma, uma ex-guerrilheira, ex-terrorista e comunista da DS (democracia socialista) dentro do PT, é empurrada à presidência da República, ela foi destinada a um modelo de governo pré-agendado pelo PT e Foro de s. Paulo, e recentemente ouvi uma declaração que me pareceu bastante condizente com as ações de Dilma na presidência, a de que: “Dilma queria transformar o Brasil em uma Venezuela”. Antecipando a agenda!

A vinda dos médicos cubanos é um fato estranho. Vieram, segundo ‘a lenda, e segundo parcelas de realidade, vieram entre 4 mil a 10 mil. Muitos eram próximos, do que se pode chamar de medicina, muitos eram próximos de espiões. Fidel e Raul receberam pelo menos, 4 bilhões pelos médicos e outros. E não pagaram o porto e, o aeroporto construído com o dinheiro de impostos de brasileiros. Isso ainda é assunto SECRETO. Mas só para fazer inveja à CIA e KGB. Alguns cubanos voltaram para cuba, outros tantos, fugiram de Cuba e do Brasil. E este assunto assim como entrou, na mídia, saiu rapidamente.

Outra situação engraçada. Gleisi, na verdade, abandonou o senado da república para assumir o lugar de Rui Falcão que, com a morte de Marco Aurélio Garcia, deve assumir a frente do Foro de s. Paulo, o que já vinha fazendo. Isso não vem sendo acompanhado pela imprensa, digo a parte em que ela recebe dinheiro para ser Senadora da República, enquanto presidente de um partido muito, muito rico e que poderia comprar todo o senado, como comprou o congresso nacional.

Mas, como disse o Lula em reunião interna do PT: “Eles não sabem do que somos capazes”. E realmente, na época era difícil entender, do que eles eram capazes. Considerando aquilo que dissemos no início sobre o exército e sua “dedicação à Nação”. Ora, quem poderia imaginar uma nova guerrilha? Quando Lula convoca o MST. Afinal, o MST, são algumas pessoas, dentro do MST, que ousariam pegar em armas, a grande maioria, o faz por diversão e esporte e por não ter o que fazer e ainda, manter-se no grupo. Seria o mesmo que chegar em um ‘jardim de infância e pedir que as crianças saíssem praticando sexo oral! ”. Fariam isso, naquele momento e nunca mais esqueceriam e cada um entenderia isso de um jeito e todos se sentiriam sujos e procurariam mais e mais, e isso os colocaria na condição de pessoas que agem por instinto. Nada mais.

Neste primeiro domingo de agosto, mês de cachorro louco, aconteceu algo que tem relação íntima com tudo o que foi dito acima; é só perder um pouco de tempo para ‘juntar as peças do quebra-cabeças’.Certamente não vão dizer isso diretamente, à você! Não teria graça e provocaria “o leão que habita em você, com vara curta”. E vão fazê-lo, dizer claramente o que querem, quando você não puder mais, reagir como ‘gatinho doméstico, quando no máximo, se afugentará, nos telhados das casas. O que aconteceu em Venezuela foi, do início ao fim, um plano arquitetado e que já surtia efeitos, antes e depois da constituição elegida, por força das armas. Obviamente que foi um golpe, disso ninguém duvida e nem vale a pena entrar neste aspecto, aqui e agora. Aqui e agora, vale lembrar que uma das promessas de Maduro, de Lula, de Raul Castro, do Partidos Comunistas, do Foro de s. Paulo, uma destas promessas vem sendo cumprida, primeiro em Colômbia após as FARC terem assumido o governo, quando entraram na Colômbia 300 mil venezuelanos. No Brasil do Foro de s. Paulo e Fabian Society estão entrando dezenas de milhares de venezuelanos (para se juntarem aos cubanos remanescentes, ou são cubanos também, que estão entrando?), será que isso, a entrada de venezuelanos no Brasil, tem alguma relação com a pressa da Senadora Grazziotin do PCdoB em voltar para a região de invasão? Creio que a próxima fala da mídia seja: “ora, são venezuelanos que estão fugindo da ditadura”! Bem, é o que parece e a imprensa reconheceria ‘a ditadura! Mas como, se, um brasileiro que trabalha, mal consegue visitar um familiar na própria cidade? O que dirá, viajar dentro do país. Então, como, estes venezuelanos – aos milhares – conseguem mudar de país? Alguém ou alguma coisa, os pagam, ao menos a passagem e qual a perspectiva que eles têm, considerando que Brasil e Venezuela, do ponto de vista do poder, são coirmãs?

1 – Após falar sobre o imperialismo americano ela, Grazziotin, fala sobre o ‘embargo econômico a Cuba. Nunca se comentou o fato, do não embargo! Se não tivesse acontecido o ‘embargo americano, Cuba seria diferente? Não fosse o embargo, os ‘exilados cubanos, teriam se saído tão bem como se saíram? De certa forma o sonho de todo povo ‘remediado, dos países com governos doentes, é ser, um exilado em países prósperos. E isso, na maioria das vezes, é uma vontade pessoal! Os ‘exilados cubanos enviam dólares para Cuba há décadas! a princípio para ajudar os parentes. O ‘embargo econômico, foi um bom negócio para Cuba; foi uma esperta diplomacia negativa, favorecida por políticos americanos, favoráveis ao globalismo. Deram a oportunidade de Cuba se fortalecer, com empresas cubanas espalhadas pelo mundo e, fortalecer a invasão ‘comunista em América Latina. Precisamente quando se perdia o apoio da ‘mãe Rússia. A Senadora Grazziotin e seu partido maoista são uma prova ‘viva disto; hoje, ao invés de se posicionar a favor do povo venezuelano (para mantê-lo no país), que seria a discussão no senado e que o senado, não estava discutindo isso, mas sim, uma ‘visita diplomática ao ditador, ela, foge ‘pela tangente, para defender o ditador e impulsionar o ‘exílio. O próximo passo, nesta conjuntura de ditaduras comunistas em América Latina, segundo Grazziotin e o PCdoB, é o ‘exílio estratégicoO ‘exílio é uma estratégia comunista! Cuba é uma ilha de 114 mil quilômetros quadrados, com um governo comunista; entenda comunismo, como uma empresa internacional com negócios escusos: de terrorismo a narcotráfico. Cuba nivelou a miséria e vive de criar conflitos em outros países. Países estes, para onde envia seus ‘soldados!  Alguns destes ‘soldados, quando fora de Cuba,  fogem da ilha! E não se consideram ‘exilados e nem pobrezinhos e mudam de nome e de nacionalidade, só não fogem do sotaque!

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