Horário de Verão e o dedo de Satanás.

A Criação do Horário de Verão

Um horário de verão que começa na primavera!
Data e Horário de Início das Estações do Ano. Outono 21 Mar 2017 – 07:29, Inverno, 20 Jun 2017 – 01:24, Primavera 22 Set 2017 – 17:02, Verão. 21 Dez 2017 – 13:28.

A ideia do horário de verão (isso requer pesquisa), foi criada por Benjamin Franklin, em 1784. Nessa época não existia luz elétrica.  Em 1907 o construtor William Willett, tentou convencer a sociedade britânica a adotar a prática, não conseguiu. Durante a primeira guerra mundial, a Alemanha, foi o primeiro país a adiantar seu relógio em uma hora, para economizar carvão – combustível. (Hoje, se ‘percebeu, que o lixo das cidades é o mais perfeito e lógico combustível, similar ao carvão, para gerar energia elétrica, trezentos e sessenta e cinco dias e mesmo assim, ainda usam aterros criminosos).

No Brasil o horário de verão teve início no governo de Getúlio Vargas (década de 30/45) Depois de 45, só em dezembro de 63, o horário de verão voltou a ser usado.

Existe uma coincidência entre a data em que a Alemanha inicia o horário de verão e a revolução comunista, depois, a relação disto com Getúlio Vargas que é simpático ao nacional socialismo e depois, pela ausência de hidrelétricas suficientes no Brasil (63) e a recente industrialização. Quando meses antes da contrarrevolução de abril de 64, reinventam o horário de verão. Ou seja, passou de um governo comunista, para um outro nacional socialista. Conclusão, o horário de verão é uma característica de governos ditatoriais

 

Autoritarismo Retardado

As indústrias dos Estados de SP, RJ, MG, as que sobraram e não foram para China, elas acendem as luzes e ligam suas máquinas, ‘dez ou mais horas por dia’, de segunda a sexta, isso quando não trabalham 24 h., como é o caso da Rio Negro, da Mitsubishi que ficava em Guarulhos. Neste caso, da produção, o horário de verão é ignorado, e porque, é considerado para afetar à pessoa?

O comércio das cidades médias e grandes cidades, semanas antes, dos dias ‘comemorativos (Natal, Final de Ano) onde se trocam presentes, aumentam ‘seu expediente, até às oito, ou dez horas da noite. Não consideram o horário de verão e até o usam, no caso de maus empresários (geralmente filhos) que, de forma petulante ‘intimam o funcionário a ficar mais uma hora, pois que, ainda é dia e nada pagam por isso. Mas este é o próprio caráter do horário de verão, abuso de autoridade.

O setor de SERVIÇOS, que abrange o Turismo, os hotéis, restaurantes, segurança, trabalham “vinte e quatro horas” por dia. Portanto, neste caso, para a Área de Serviços, o horário de verão atrapalha muito! Quando, se houvesse seriedade, mínima que fosse, por parte desta gente que tem empregos especiais (…), e que, já que seus palpites são ouvidos para inferir na normalidade da vida de um País, então, deveriam considerar, as ESTAÇÕES DO ANO! E nem isso conseguem fazer porque não vivem isso. Os outros vivem!

Eles sequer imaginam o que significa o “espaçamento” entre uma e outra hora no mesmo dia. Por exemplo, um motorista de ônibus (e cobrador) trabalha 3 horas na manhã e 3 horas à tarde! Bem, o bestial não sabe disso pois, não usa ônibus. E se considera superior a qualquer outra pessoa que não seja ele próprio ou, do seu meio. O garçom atende o café e almoço e a janta! E tudo dentro da “carga horária semanal”. Sugeri ao Senador PAIM que explicasse esta modalidade de horário. Não disse nada!

A única diferença é que, com o horário de verão para estes casos de horário transformado (espaçado, fora da lei, quando não deveria haver lei para isso e isso é outra históriqa) é que, nos finais de semana e feriado, especialmente no HORÁRIO DE VERÃO, FINAIS DE SEMANA E FERIADO, entra em cena: O BANCO DE HORAS e HORAS EXTRAS. E sabe para que, as HORAS EXTRAS, senhores barbadinhos? Para compensar o salário! Para o funcionário ter a impressão de que ganha bem. Quando sem HORAS EXTRAS, este salário com HORAS EXTRAS, seria o normal. Foram tapeados, com os benefícios. Mas como o Lula, o senhor não sabe de nada! É claro que esta matemática e tapeação trabalhista e muito complicada para os senhores! E sabe porquê? Porque não lhes interessa! Agora, porque lhes interessa o horário de verão? Economia? Em um Estado e Governo que odeiam o conhecimento e são corruptos?

O Banco de horas, senhores, foi inventado nas grandes indústrias na década de 80 (consegue lembrar da ‘mudança para CHINA?), para compensar a baixa produção. No setor de serviços, o banco de horas, na ÁREA DE SERVIÇOS, funciona de forma inversa (para compensar feriados e finais de semana) ao propósito em que foi inventado! Os senhores conseguem entender isso? Ou é preciso desenhar?

A polícia e os hospitais trabalham vinte e quatro horas. Algumas farmácias privadas, revezam entre si, os dias que devem trabalhar vinte e quatro horas.

Afinal, em que o horário de verão modifica para melhor o sistema de produção de mercadorias e a venda no comércio? Que maldita economia é esta? Se alguém quer sair com a família, não será esta ‘uma hora, que irá lhes impedir ou facilitar. Antes, o fato de poder sair depende mais de ter ou não dinheiro, para gastar com a família e não o horário de verão! E os senhores não estão economizando nada para as pessoas! Não são elas a quem os senhores servem?

Entretanto se se afirmar, que com esta ‘uma hora de diferença, o comércio vende mais e a indústria produz mais, então, também é verdade que, se roubará mais e se matará mais. Lembro ao senhor, que são 70 mil assassinatos ao ano neste lugar de rejeitados da civilização.

A iluminação pública – paga na taxa de luz – possuem sensores que independem do ‘horário de verão.

Comentar sobre o horário de ‘Praia, isso é egoísmo. E a única mudança é nenhuma!

Economia e Roubo

Agora, economia em que, senhores entendidos? O que os senhores gênios do mal fazem é perturbar a ordem das coisas!

economia do horário de verão requer do governo uma ginástica fabulosa na fabricação de dados, pois que vão deste os quilowatts horas economizados (…), até o valor economizado no investimento de termoelétricas e etc. Não necessariamente os dados são precisos para todo o país.  Seja como for, fala-se em valores que vão de 278 milhões, 450 milhões a 7 bilhões! O que significa isso? Entretanto, considere a brutal desindustrialização do país. Temer acaba de declarar que este horário não funciona – como funcionava antes, quando foi inventado, nos Estados fortes de economia de guerra e produção em alta. Mas diz que ainda vai manter o horário de verão por causa das poderosas hidrelétricas (uma ou duas, com poder de inferir danos políticos ao País). “Poderosas” enquanto não se queima lixo, se evita aterro e gera eletricidade 365 dias por ano, em qualquer horário.As hidrelétricas grandes, estão superadas, mortas! (como diz o jornalista Vitor Vieira, site Vide Versus!

Os portos, aeroportos, aduanas, seguram os transportes de mercadorias por DIAS e causam prejuízos enormes que, quando somados, inclusive com a energia que se despendeu para produzi-los, aos produtos na origem, não se compara à mesquinha economia do ‘horário de verão. Quando sequer têm o bom-senso, de reduzir a conta de luz, em lugares onde o verão é escaldante. E deixam ao povo o ventilador como recurso último.

 

E considere especialmente, o sumiço (…), de “Hum trilhão e quatrocentos bilhões de reais”, segundo o Senador Álvaro Dias (2017), nos governos de Lula e Dilma Rousseff. Considere os investimentos fabulosos de Lula e Dilma, em 10 países de África e em quase todos os países de América Latina. Dinheiro que não vão receber de volta. Estes valores‘doados pelo BNDS (Lei de 2007), sem considerar os juros da dívida externa brasileira, cobririam alguns séculos da suposta economia do “Horário de Verão. Evidente que o horário de verão é um cinismo do poder!

Considere na ‘sua falsa economia, o valor aprovado pelo congresso de traidores (excluindo no máximo 56), para servi-los na campanha eleitoral de 2018. Tolo o povo que reintegra-los! Os poucos bons devem ser separados, da maioria vendida a partir do mensalão! Esta é a economia real! eliminar a origem do roubo! Ou será que estão fazendo caixa para 2018?

 

Pelo ‘desencontro de contas, do que é a ‘economia de ‘horário de verão e, a devassa no tesouro nacional, há que se deduzir outra hipótese, que está presente e que, me parece grotesca e que só pode encontrar fundamento no “Movimento Comunista”, não disse comunistas, digo Movimento Comunista Internacional, que abarca a Fabian Society, as FARC, o Foro de s. Paulo e que é abarcado pelas grandes Dinastias Ocidentais, o que evidentemente coloca em dúvida ‘sua paixão comunista.

Psiquismo

Diga-se, horário de verão, de maléficos efeitos psíquicos, para quem sofre os rigores dos horários e, no verão, quando se fica mais tempo exposto ao calor e menos tempo no conforto da ausência de luz.

Nem às meninas, nem os meninos da noite; nem aos lobos da estepe de Hesse, nem às casas noturnas, nem aos deserdados da terra, nem aos detentos, nem ao MST, à CUT, serve o horário de verão.

As pessoas continuam vivendo suas vidas como sempre viveram. As pessoas que não tem uma vida digna, continuam a não a tê-la, com ou sem o horário de verão. Os presos das penitenciárias ficarão mais horas acordados pensando bobagens. Quando você ousa disciplinar o horário, que seja, 10 minutos, você tem que alterar toda uma cadeia de horários. Nunca se pensou nas despesas disso. O corpo das pessoas, está acostumado a um ritmo muito delicado. Nunca usei relógio e nunca erro a hora! Quando a hora acontece de forma natural, como são as estações do ano. A alteração de uma hora simboliza, acena, como representação autoritária, aí sim, fascista sem causa, de um podre poder e nunca economia de energia.

A ‘dita hora de diferença, cria na mente das pessoas uma falsa impressão de compensação da ‘luz do dia, que logo se dissipa com a ausência da luz solar e então, entra em processo reverso de descompensação de uma forma, quase narcótica. É como o usuário de drogas, que depois do falso prazer, um suspeito prazer, vem a aflição.

Das quatro estações do ano a PRIMAVERA, em um país tropical (…), é a melhor estação do ano. Que deve ser aproveitada até o último momento. Vocês nunca leram as histórias das fadinhas? Não tiveram infância, compreendo! O inverno pode ser muito frio, o outono é triste e chuvoso, o verão, em muitos lugares é o pátio de recepção do inferno, de tão quente e o que você quer fazer é aumentar o dia! Isso é uma impossibilidade! Você só aumenta é o uso do ar condicionado e um tremendo gasto fora dos teus cálculos psicóticos.

Quando as pessoas, no verão, que trabalham na iniciativa privada desejam aproveitar ao máximo seu descanso, com a ausência de luz solar …

…. Cedo, quando a escuridão encontra a luz, há uma dança propiciada pelos suaves ventos e dançam como que, se amando e nos amando e causam um efeito térmico que dá a impressão de um frio extremamente agradável. Isso! vocês querem mudar! Não sabem o que fazem! Só quem morou vizinho de uma Serra, como a Serra da Cantareira, por exemplo, sabe o que isso significa. Claro, lá, os efeitos são 90%, é uma escala de 10 a 100, quanto mais próximo às Serras, maiores os sentimentos que nos assaltam neste momento sublime. Ao cair da tarde, são outros efeitos e que dependem muito do cenário, mormente o cenário do Mar. Imbatível.

Na Primavera, a pessoa que sai cedo para o trabalho tem a oportunidade de sair com luz e voltar ainda com luz em um clima bom, nas pontas (…), de manhã e à tarde. Não em todos os lugares onde o verão é infernal. Mas, se mantendo o horário, os efeitos da ‘luz e escuridão’, permanecem por quase uma hora. No verão a coisa é diferente, a noite e o dia, excetuando o período do encontro da luz com a escuridão e vice-versa, diria que, ‘sagrado’, do ponto de vista do ser humano, excetuando isso, são dias e noites quentes. Aí está uma chave do porquê a alteração do horário é infernal.

Quem tem ar condicionado consegue criar um clima artificial, no carro, no local de trabalho, em casa, mas, também correr o risco de um problema alérgico. Mas, isto não é geral, a maioria das pessoas não possuem estes recursos e quando os possui, os utiliza muito pouco, por conta do PREÇO. Enfim, quem economiza o quê?

O Estamento Burocrático

Para o estamento burocrático, o ‘horário de verão não faz nenhuma diferença. Afinal, há prefeituras, que metade do ano trabalham expediente integral, na outra metade 1/2 expediente.

Os feriados no ‘mundo público, são prolongados e estendidos. Os horários de expediente são folgados e com duas horas de almoço, isso quando trabalham todo o expediente.

Eles têm direito a três faltas por mês sem comprovação. Trabalham de segunda a sexta. Têm duas férias por ano, prêmios e promoções. E isso significa aumento de salário à parte do aumento anual.

À princípio, ‘eles vivem um eterno horário de verão, no sentido próprio do que se pensa de verão, sem considerar as doenças do verão. Não acredito que sejam mais mesquinhos que o normal, para este tipo de ‘trabalhador, ao ponto de ‘roubar uma hora da paz do infeliz que trabalha na iniciativa privada. Mas talvez não se trate de mesquinhez! Vindo de onde vem, do “Movimento Comunista”, que tomou o Estado, e que visa a desmoralização, a desestabilização e a crise, tudo é possível! O benefício da dúvida, fica por conta de setores honestos do Estado brasileiro! Sé é que há!

Engenharia do Comportamento

Área de Serviços: Turismo, Hotelaria, hospitais, polícia, segurança, grandes indústrias etc., trabalham 24 h, o horário de verão, não faz sentido! Ninguém se dá conta de sua própria insatisfação com o Horário de Verão!

Esta hipótese, tendo como fundamento este ‘movimento e, por causa dele, é testar a tolerância psicológica das massas. Usando outras palavras é testar até onde podem chegar, no sentido de transformação radical do sistema político. Até onde, ‘elas aceitam e calam ou, não aceitam e gemem?

Este “teste de tolerância” é feito todo o tempo, por exemplo, aceitaram e calaram sobre o assassinato de 70 mil brasileiros por ano. Houve uma grande tolerância em 2014, quando ‘do dia para a noite, trocaram o ‘homem chave do Superior Tribunal Eleitoral (tribunal, no sentido de apêndice, totalmente dispensável) por Toffoli, quando as “urnas eletrônicas da Smartmatic de Venezuela cantaram! ”. E, a apuração dos votos, foi feita por Toffoli e 23 petistas.

Perguntando às pessoas sobre o horário de verão, elas disseram que não gostam. E porque são obrigadas a isso? Descobri que isso é uma forma de irritar as pessoas.

Descobri também que há um propósito demoníaco nisso, afinal acontece de duas em duas estações em um ano! E não há previsão de fim, parece algo, obscuramente ‘eterno.

Ainda é mais irritante, quando tentam explicar o horário de verão com tonterias, as quais realmente, ninguém quer saber.

 

Como irritar pessoas.

O narcotraficante, o Rei da Cocaína, o El capo da droga, Escobar, comandava o narcotráfico de dentro de uma penitenciária em Colômbia. A penitenciária era seu quartel. Mas isso não impediu que fosse morto enquanto fugia dos inimigos. Quando todos pensaram que, com a morte de Escobar seria o fim do narcotráfico em Colômbia é quando cresce o narcotráfico no México e no Brasil, com as FARC e Cuba.

O presidente Santos, foi colocado na presidência para garantir o sucesso das FARC. Eventualmente ela se tornaria parte integrante do Governo Colombiano.

Alguém, algum dia se perguntou, como isso foi possível? Bem, a resposta ao poder de Escobar, estava no controle futuro, do narcotráfico, pelas FARC (como organização de assalto ao poder, tendo como pano de fundo, a KGB – Livro ‘Red Coaine: a ação da KGB no domínio do narcotráfico desde 1950).

Foi dito publicamente sobre a aliança do Foro de s. Paulo com as FARC. E, o que isso tem a ver com horário de verão? Esta história – do sucesso do narcotráfico no Brasil – tem o mérito de ‘irritar e controlar …, não lhes parece, que há uma similaridade de ações: o narcotráfico é negativo e deteriora a sociedade; o horário de verão é negativo e deprime a sociedade.

Irritar e mandar na vida das pessoas! É o Foro de s. Paulo quem está nos postos do governo, do Estado, nas universidades, nos sindicatos, partidos, na mídia etc.

Conclusão que cheguei

Não posso afirmar se há alguma economia de energia, mais posso afirmar que há desgoverno. A lógica, diz que não há economia alguma! “É como encher de água um balde furado”. Os resultados que apresentam podem ser ‘montados, como eram montados os relatórios soviéticos, que pretendiam mostrar como o socialismo podia dar certo. Quando se têm por trás um governo …, que responde ao Movimento Comunista, não se pode confiar em nada.

Este horário de verão, mexe com o psíquico, modifica o ritmo da vida. Atrapalha a vida, de duas em duas estações (dois blocos): inverno e outono – primavera e verão.  Falo por mim e pelas pessoas que vivem do salário da iniciativa privada a mercê de um código tributário draconiano. Considere o mais recente golpe do ISS, que inclui os Cartões de Crédito.

Se os vereadores representam o povo, se os sindicatos representam as categorias, porque os vereadores, os sindicalistas, das cidades turísticas: médias e pequenas, que trabalham 24 horas, não dão o seu parecer a respeito? Sequer imaginam que possam fazê-lo, tal é a impressão do dedo de Satanás, em algum ponto do seu corpo!

O Horário de Verão se inicia na Primavera, causa insônia e só existe por maldade. Os comunistas (tecnológicos, estatistas, especuladores de ideologia, lobistas, anarquistas e porra’loucas) tomaram o Brasil de assalto. A política no Brasil vive uma relação de amor e ódio com a iniciativa privada e o povo. Tudo sob os auspícios dos grandes magnatas e dinastias, entre outros. Este é o caráter do ‘comunismo brasileiro! Resultado: 70 mil assassinatos por ano, avanço da burrice sociológica, açodamento da corrupção e o espírito do golpe: ‘salve-se quem puder! O que é um narcotráfico perto disto? O que é um horário de verão perto disto? Pessoas morrem mais nos hospitais, do que fora dele. A corrupção moral, chegou logo após, a destruição cultural no País. E criou um gênero de psicopata social, que precisa mostrar serviço para manter o cargo!

O Escritor e filosofo O. de Carvalho fez uma análise sobre o que poderia acontecer com a vitória de Bolsonaro a Presidente do País. Ao ouvir esta análise e o seu realismo, achei por bem repassá-la aos grupos, conhecidos como: ‘apoiadores de Bolsonaro. O que vão fazer com esta análise não sabemos. Mas se nada fizerem em sentido contrário, já sabemos o que vai acontecer!

Não vou repassar exatamente o que disse O. de Carvalho, porque ele o faz com detalhes e enfoques diferentes, em diversos programas, aonde aparece este tema e em cada um deles, ele nos dá as perspectivas da ação contrária e estas perspectivas são adaptáveis ao momento político, portanto, são instáveis e jogam com qualquer coisa; uma palavra ruim que Bolsonaro diga, uma foto de Bolsonaro que possa, segundo eles, ser usada contra ele etc. Criam situações como a de M. do R. (em segundo plano, J. W.). Movimentam as máquinas partidárias, sindicais, jurídicas e midiáticas …, e nisso tudo, mostrando uma espécie de ‘poder demoníaco de destruição de pessoas. Um caráter de ditadura sombrio, disfarçado e fingido.

Por duas vezes me surpreendi ao ver Collor de Mello presidente, descendo de um jato da aeronáutica e saindo de um submarino da marinha. Na verdade Collor queria demonstrar o apoio do Exército ao seu governo. O apoio nunca existiu. A saída de Collor creio, tenha acontecido por causa dos vários fatores, econômicos e políticos que se desenvolveram, sem boa solução, a partir de Sarney. A crise de Sarney (o congelamento, os fiscais) aconteceu pela desvalorização do dinheiro frente ao dólar.

As matérias primas eram negociadas em dólar. Os preços das mercadorias e alguns salários eram calculados em dólar. Não que o dólar fosse o vilão, mas que a moeda nacional era sem lastro: inegociável. E isso não era culpa direta de Sarney ou Collor. Evidente que não foram estadistas (e nem o Estado Maior pôde ajudar nisso) para compreender a dimensão do problema sob os aspectos, o político e religioso e como cenário de fundo ‘a pretensão da Nova Ordem Mundial.

A moeda só volta a ser negociável, quando dos acordos de FHC com o FMI (Bancos internacionais, semi-privatização, quebra do parque industrial brasileiro, o mercado Chinês etc.). Ou, acordos do FMI com o presidente do País. Isso, após a retirada de Collor de Mello, da presidência da república, promovida, então, pelo partido auxiliar da Fabian Society, o PT. Hoje, Collor é um agente servil deste mesmo poder. Some-se a Fabian Society, o Foro de s. Paulo criado por Lula e Fidel em 1990.

  1. de Carvalho, coloca esta questão de Collor de Mello com um exemplo, da facilidade com que, o tiraram da presidência. Ele lembra que Bolsonaro presidente, vai ter inimigos a partir do primeiro momento. Desde um office-boy a um diretor de estatal, daqueles vitalícios. Todos vão se achar no direito de desmoralizá-lo, por uma questão de propaganda das esquerdas.

Ora, há precedentes, o próprio Collor e Dilma e neste sentido, do impeachment de Dilma, o termo ‘Golpista usado contra Temer, faz todo o sentido. Ou seja, mesmo que Temer não seja golpista e eles sabem disso, devem marcar, colocar o “X”, nesta situação, para poder reproduzi-la, de acordo com a situação. É uma ferramenta, o dono é quem a produziu! Essa é a idéia. Temer e eles, juntos, não são, apenas golpistas! E em 2018 e depois de 2018 estarão ativos!

Nas cidades, os políticos de esquerda dizem aceitar qualquer presidente, desde que não seja Bolsonaro e este ‘marketing sujo, pois que seus candidatos todos, são um só: Lula (como representação), contra todas as probabilidades e rejeição popular. Este marketing, visa intimidar os médios e pequenos empresários, prisioneiros dos SINDICATOS e RECEITA e o que isso envolve, que por sua vez, induzem seus funcionários ao erro.

Um exemplo disso, muito recente (propaganda do Sebrae na TV) é a FIESP. A FIESP, significa FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS de São Paulo, um SINDICATO. Repito: um SINDICATO! Não é, de forma alguma, uma indústria. E sua REPRESENTAÇÃO, acontece pela contribuição sindical obrigatória, das indústrias! No entanto, a FIESP que possui outros sinônimos para cada Estado, esta COISA, se mostra como REFERÊNCIA POLÍTICA, evidentemente esquerdista/direitista e, na representação da Nova Ordem Mundial! E qual médio empresário vai ousar ir contra este PODER? MIDIÁTICO!  Dito de outra forma, qual empresário neófito por natureza da nobre função industrial, que lhe ocupa a vida, vai de encontro ou, não vai apoiar esta REPRESENTAÇÃO? Que diz defender as INDUSTRIAS. E muitas delas, grandes e importantes ao País, foram para a CHINA! Quer dizer, que ‘porcaria de defesa é essa?

Agora, veja na sua cidade. Qualquer cidade. Veja quem são os líderes sindicais, os presidentes de associações, fundações, entidades disso e daquilo e veja se eles não são totalmente esquerdistas! Sim! Esquerdistas e Direitistas conforme a conveniência. Veja se as ‘suas entidades, não estão muito bem de dinheiro? E observe que eles ocupam a mídia. Por exemplo, na cidade de Foz do Iguaçu, o principal setor que é o turístico, basicamente é comandado por SINDICATOS. Tem outros nomes mais sofisticados, como aqueles dos ‘cursos das universidades pós ONU, mas no fim, traduzindo, no popular é um SINDICATO! E quem comanda o SINDICATO? As esquerdas, as Centrais Sindicais e Parlamentares sindicalistas! Até o momento e até hoje, ninguém disse o contrário: não somos de esquerda, não somos de direita e, o que somos? Nunca isso foi feito de forma pública! Ou, que dissessem isso, através de sugestões de Leis que garantissem mais poder ao povo e menos poder ao Estado!

Portanto, meus amigos, apoiadores de Bolsonaro, se você for pedir apoio a um destes ilustres REPRESENTANTES, saiba que, eles não lhe dirão nada, nem a favor, nem contra. É o papel deles ficarem ‘encima do muro e aí entra a questão pessoal, familiar, do cargo etc. Ficar encima do muro não significa que não farão reuniões constantes, não viajarão para Brasília e etc. E quando, forem pressionados a atuar politicamente, vão fazer isso, no mesmo tom e, em sintonia com aqueles que os colocaram e os mantém, naquele STATUS de político municipal.

Esses sujeitos têm que cair! E eles sabem disso e se sentem ameaçados e agem como ‘cachorro magro, o tempo todo e, se socorrem com aqueles que os usam! Assim como fazem os empresários com os políticos e sindicalistas regionais, quando pedem ajuda àqueles que lhes cobram impostos. E uns usam os outros e os outros usam uns! Enquanto eles estiverem nas instituições, os mesmos de sempre e, viciados na rotina política, não haverá liberdade política! a quem eles dizem representar. Visto que, a aprisionaram à liberdade, em instituições, que pensam (…) falar por todos e todos, acabam consentindo por comodismo e fraqueza moral!

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Bastou um termo latino “homo-fóbico”, inventado ao sabor dos ventos e, aderi-lo superficialmente a Bolsonaro, por umafeitiçaria de publicidade. Para as pessoas repetirem isso de “boca cheia”, homo-fóbico para lá, homo-fóbico para cá e fazem isso, como se tivessem descoberto algo importante, como o aluno “que entra na universidade e se sente atônito com tantas novidades”.

E veja como a mídia é suja, ao criar estes símbolos. A mídia também se transformou em uma espécie de SINDICATO! Não toda ela, mas quase toda ela. Está difícil distinguir, “parece uma massa de salsicha inglesa! ”. Falam a mesma língua, usam a mesma técnica de desconstrução do percebido e substituem isso por uma construção metamórfica (no sentido de batráquios) do imaginário, coisa de louco. As pessoas se defendem lendo o mínimo: a “manchete”. Mas a manchete é a síntese da deformidade! E isso acontece a partir dos regulamentos e regras impostas no meio jornalístico. E quem faz isso? Em parte, os SINDICATOS, em parte os proprietários e, jornalistas. Seguindo as normas pelas quais os mantenedores se acreditam mantenedores (prefeitura e empresariado), nesta conjuntura.

Amplie isso, ao caso M. do R. e a coisa se complica enormemente porque as pessoas não sabem mais do que se trata; não lembram quem M. do R. defendeu (contra um pronunciamento de Bolsonaro na câmara), um assassino, estuprador e psicopata, ignorando o drama do casal assassinado, pois que isso, à M. do R., não IMPORTAVA, assim como não importava o ‘champinha, ela tinha apenas com um objetivo: atacar Bolsonaro, criar as condições apropriadas para que Bolsonaro ‘caísse, no conto de M. do R., quando ela, o acusa de ser estuprador! E ele revida, fazendo o jogo dela, falando a língua que ela o induziu a falar e diz: “que não a estupraria”.

O erro de Bolsonaro, foi um erro de estratégia, quando ainda nem pensava em ser candidato e foi, ter subestimado o que havia na ‘retaguarda de M. do R. Evidente que em qualquer teatro tem um diretor, um produtor e todo um elenco de ‘Men’s-Câmera etc. E isso tudo, toda esta armação sórdida contra um representante do poder público é um crime muito maior e que não pode ser provado e, no entanto, foi testemunhado e as testemunhas são parciais, não a M. do R, mas ao ‘movimento comunista internacional, contra a possibilidade da candidatura de Bolsonaro.

Agora, Bolsonaro sabe com que tipo de gente ele está lidando. Mas seus apoiadores não! Acreditam que saibam e quando acreditam que sabem agem como estão agindo, respondendo aos seus oponentes, “que desta vez, eles têm o seu candidato e que a eleição está ganha”. Antes qual era o seu candidato? E se, não existisse Bolsonaro? Qual seria o seu candidato? Ciro Gomes do PDT? Marina, Luiza Helena, Álvaro Dias, irmão do candidato ao Governo do Estado do PR, que apoiou Dilma e que, “por uma questão de família”, vai aonde o irmão está? Feito um carrapato no jardim que gruda, no pelo do cachorro?

Há um enorme apelo popular ao nome de Bolsonaro e justamente uma ausência de apoio ao nome de Lula! Especialmente no Sul e Sudeste, onde os ‘estragos são mais evidentes, mais ‘carnais. E o que será que os ‘líderes do Foro de s. Paulo (200 organizações comunistas no governo e no Estado), pensam a respeito?

Já deram o sinal com M. do R. e J. W. O “sinal” foi uma sondagem para ver até onde podem chegar e definir novas ações. Pela reação e ação dos “apoiadores” (a sondagem) eles definem novos planos para 2018 e, depois, se Bolsonaro vencer.

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No entanto …, antes …, Bolsonaro, têm que passar pelas “urnas eletrônicas da Smartmatic”. Isso não é desprezível. Em 2014 ensaiaram duas ações: uma, a fraude nas urnas e outra, a apuração secreta! E ninguém do meio político, sindical, empresarial e midiático institucional, disse nada. E o assunto caiu no esquecimento, quando muito, pedem (…) o voto impresso! Sem insistência! Outro sinal! Sinal de este mesmo meio pode se manifestar contra Bolsonaro! E que no entanto, este meio, parte dele, os empresários e o Estado estão confusos e susceptíveis do meio (dominado pela esquerda) e nisso Bolsonaro e seus apoiadores podem ajudar.

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Cometeram um crime contra a democracia em um momento importante. Tiveram uma reação popular, que se tivessem líderes, poderiam ter tomado o poder! (Outro sinal: não há líderes ‘de direita). Frente a esta reação popular, entregaram Dilma e colocaram Temer (seu vice-presidente). A partir de então ensaiaram diversos ‘movimentos reformistas (sem reformar nada, mas, alterar leis na medida do possível, por exemplo um simples ISS) nos municípios, mais um sinal de quem manda. Em nome das reformas, que dão aparência institucional, como quando “os líderes sindicais distribuem boletins informativos à categoria”, aos poucos o congresso e senado (comprados), foram se reerguendo à custa de salários magnânimos; ‘arrumaram o cenário que havia sido desmanchado. Aprovaram verbaspara a campanha de 2018! (Sinal).  A coisa havia funcionado!

Eles não estão surpreendidos com os “apoiadores” de Bolsonaro. Eles esperavam isso. Tempos atrás Lula afirmou que todos os partidos eram de esquerda. O que mudou? Os partidos continuam sendo de esquerda, que no momento, ‘migram para a direita. E simulam, ainda não é o caso, tratar a direita como ULTRA, EXTREMA direita.

O que quer que exista de direita deve primar pela sobriedade e não, mansidão. São coisas muito diferentes. A direita tem pouco tempo para procurar isolar o mal que a confunde quando se infiltram nela, pessoas de espírito meramente aventureiro, quando não, golpistas. Atos como aquele, de interromper (…), uma manifestação de milhões de pessoas, para ir à Brasília à pé, como lembra O. Carvalho, é o ‘fim da rosca! Isso nunca aconteceu na história da humanidade! Em sã consciência, não posso conceber este ato, senão como sendo um ato de tapeação cenográfico para ganhar tempo!

Voltando. Quantos políticos municipais no País, declaram suas posições políticas de forma clara? Quantos políticos fingem, não saber de nada? Quantos políticos e assessorias, não estão achando que tudo isso é uma bobagem e o melhor e esperar o tempo passar! Desde que estejam empregados. E se aliar aos políticos mais poderosos e ajuda-los na campanha para 2018, não importando qual governador ou presidente apoiam, aqueles que representam?

É neste ambiente que os apoiadores de Bolsonaro fincaram sua bandeira. Pouco significado tem o Patriotismo, à estas pessoas todas. Pois que, as que não são, “todas”, continuam em silêncio e ocultas e falam baixo e intimamente, o que pensam. A que ponto temerário chegamos! Talvez a melhor campanha política para Bolsonaro seja o desprendimento, o desapego ao poder, do qual o povo se enoja. Mas quanto, deste ‘povo, especialmente entre os empresários municipais, está disposto a mostrar este nojo e arregaçar a manga da camisa?

Quando a coisa ‘é porca, só se olha para baixo e este é o caso mal contado do ISS e QN. Ou seja, imposto sobre serviço e de, qualquer natureza, isso é por conta de algum sádico. Daqueles que sabem que fazem bobagem mas agradam o chefe! Na maioria das cidades, onde as pessoas são mais participantes da política e os políticos são mais controlados, nestas cidades e apesar do ‘ataque cultural gramsciano, frankfurtiano, de ideologia de gênero,  pelo menos, tiveram o bom-senso de tirar este termo ridículo e o deixaram escondido no contexto da lei.

 Quando digo porco, digo que toda a coisa foi feita de forma suja e mal-lavada, de forma, a que o público não entendesse absolutamente nada, do que estava acontecendo, exceto o fato de que “os ricos pagariam mais impostos!”. Essa coisa de Robin Hood já deu nos nervos, isso é ficção. A realidade da lei tributária é usar isso para enganar trouxas! Em sites de outras cidades sobre o ISS (QN), tentam colocar clínicas médicas contra, médico: “se a clínica recolhe tanto, porque o médico recolhe menos”.  Coisa invejosa.
A princípio, qualquer imposto cobrado ao  profissional liberal, será repassado ao consumidor. É preciso dizer que quem vai pagar o ISS é o consumidor? É preciso dizer que o autônomo não vai pagar nada! E preciso dizer que seja o que for, vai aumentar o preço! É preciso dizer que a consulta que hoje está na faixa de R$400, vai aumentar. É preciso dizer também que, uma consulta neste preço é sinal de desespero e falta de clientes? Falta de clientes na condição irrevogável. Não contam com mais clientes, por isso recorrem a convênios sindicais. Para isso pelo menos, os sindicatos estão sendo úteis. Agora aumentar impostos, com uma conta de luz e água absolutamente caras! Aumentar impostos quando o município já dá ao governo infernal mais de (R$) dois bilhões ao ano, só de combustível (uma média), em função de uma economia artificial criada pelo próprio governo (Lula). Isso é estelionato, lei 51 tatu!
Veja, quando ele próprio, seja ele médico, eletricista, comedor de mandioca como profissão, quando ele próprio, é um consumidor! Se o médico, o eletricista, o encanador for isento, isso barateia seus serviços a quem precisa e, a quem não precisa, senhores comunistas, e ‘tira do seu pé, sanguessugas infernais! de três infernos diferentes que nem os contadores suportam mais! Pelo menos em uma audiência creio no Senado, isso foi aclamado por uma associação de contadores! E eles, o médico, o eletricista, o encanador e a pessoa atendida por eles, já pagam impostos por vida.  Será que o brasileiro só merece “tapa na cara”! Porque você odeiam tanto o povo brasileiro? O que são vocês? Agentes de Moscou?  Venezuelanos? ou idiotas úteis?
Eles tentam mostrar que o ISS é imposto de “burguês”, e muitos idiotas, da chamada “classe falante”, compram essa idéia comunista. Mas isso, na atual conjuntura de miséria, desemprego, crimes ao largo, proibição de armas isso não tem mais sentido. O médico também, está preso em casa. O médico também pode perder suas propriedades e até o direito de herança …, em breve, como já é em França. O herdeiro tem que pagar 60% do valor do imóvel!
O imposto é para o consumidor, o imposto sempre é, para o consumidor. O ISS é mais um imposto sem sentido e, no momento em que a pessoa, que chama o autônomo está mais necessitada, seja por conta de um vazamento do petróleo branco, seja com problemas nos fios que ‘circulam os raios de Zeus, seja por um médico, para atender a um velhinho, ou agência funerária. O inimigo mortal do canalha econômico (JBS, Friboi, Odebrecht, terceirizadas do meio político, Gerdau etc.), do miserável, do avarento deveria – porque não é – ser o Imposto de Renda e nada mais. O imposto de renda é aquele que pegou Al Capone. O imposto de renda brasileiro é aquele que não pega lula, não pega bagre, não pega orca assassina!

Supõem-se acertadamente que imposto, se deva cobrar, sobre produtos e não mão de obra! Pois isso concorreria com o salário. Considerando que o produto – após ser vendido ao consumidor, não à loja – , deva sim, recolher um tributo ao Estado que protege esta atividade legal.

Cobrar imposto sobre mão de obra, ou trabalho não manual é  estupidez, pois que, em geral os autônomos, eles estão na linha do Imposto de Renda. E este imposto é o mais perfeito para caçar contraventores. No caso brasileiro, evidentemente não funciona, precisamente porque o próprio crime tem origem no sistema Tributário Nacional,controlado pelo governo esquerdista desde FHC. O que é o governo esquerdista? O governo esquerdista é aquele que “come castanhas com a pata do gato”. Manda fazer e fica atrás.

O senhor Bobato deu uma dica: “olha vão meter a mão do Cartão de Crédito”. Isso ninguém pode negar que ele não tenha alertado. Da maneira elegante, disfarçada, mas o fez. Agora, quem vai meter a mão? ora, o governo federal. O governo federal em todos os municípios encontrou no ISS uma forma de aumentar e acrescentar novos impostos,no entanto, era necessário – passar pelo crivo dos parlamentares municipais, que lhes devem ‘pedras … e que são neófitos – e para que isso acontecesse, nada se comentaria sobre o Cartão de Crédito (que após a aprovação do ISS, só falta regulamentar).

Mas, se comentaria somente sobre um ato de justiça, fazendo com que os autônomos pagassem mais impostos, como se eles fossem vilões ao recolher o imposto anualmente, como se paga o IPVA, o IPTU, e obviamente não diziam,  que quem realmente vai pagar  é a pessoa que usar destes serviços.  Antes quando o ISS era Fixo, funcionava como um “IPVA”, então, o autônomo não repassava este valor ao consumidor. Imagine você pagando IPVA todos os meses? Agora, sendo mensal, entra na contabilidade, entra no círculo de cobranças e pagamentos. Não há escapatória, ao cliente.

Agora, isso é coisa do governo Temer? Claro que é! E porque? Porque os governos anteriores “limparam os cofres”.Faliram o País e nunca, em momento algum, Temer como vice-presidente e grande escritor romântico de gibi de pornografia, esteve ou, está contra o PT.

PT que não é mais partido faz tempo. O PT agora, faz parte de uma organização internacional, o foro de s. Paulo. E Temer, FHC e Lula são íntimos, no entanto, é conveniente estarem afastados. Afinal, qual dos projetos megalômanos do PT foram desativados? Nenhum. No máximo mudaram funcionário de um lado para outro. Nem a lei Rouanet que já se mostrou um absurdo, uma inutilidade, foi mudada. Temer é Lula, Lula é Dilma e, Dilma é FHC e, que estoca vento!

Outra questão que não esclareceram, porque não esclareceram nada, é sobre a cobrança de ISS sobre o Cartão de Crédito. E isso já foi comentado duas vezes, uma pelo vice prefeito em declaração ao jornal Gazeta e outro comentário do jornal Tribuna, que dizia “ISSQN sobre transações financeira e operações de cartão de crédito realizadas no município”.  Para clarear o leitor, isso é imposto sobre o cheque, até onde posso entender, exceto se for um desconto de 2% pela manutenção do cartão, aí será também para o banco.
Quando ouvi pela tv, às 19:20 h, um vereador falando sobre o ISS …, posso não ter ouvido na íntegra, mesmo porque a reportagem não foi na íntegra, mas até onde pude ouvir, o vereador disse uma inverdade, quando parece ler um artigo vindo do inferno do ambiente federal e que dizia: “quando, o município terá que aderir a lei federal”… Em seguida, o agitado vereador, “nos da cidade, cumprimos a lei”. Conversa!
A questão é –  “QUANDO”, neste caso, funciona como uma conjunção – “no tempo ou no momento em que” etc. Quer dizer no momento em que você quiser assaltar o município, o governo lhe dará a sustentação jurídica da qual você não poderá se furtar, por exemplo, quando da regulamentação do desconto de 2% do Cartão de Crédito. Um por cento para você, 1% por cento para mim! FALTOU ISSO!

Se isto lhes parecer uma “teoria da conspiração”, não vou dizer que não seja, mas, em sendo, o é pelos motivos mais sórdidos seja, pelo Foro de s. Paulo (200 organizações comunistas) e seus tentáculos, nas escolas, universidades, na mídia, nas empresas do Estado, nas forças de segurança, na política local. Seja pelo empresariado avarento, aliado ao poder político e, quando está dirigente político. Quando busca a proteção de seu empreendimento junto ao “Estado” – nos “serviços prioritários ou, de moda criada, como é o turismo”. E o Estado, no sentido de empresa, aliado ao governo central, buscam seu fortalecimento, entre cidades; para garantir pela inércia e inapetência política, o que seria a ação de um governo do Estado. Desta forma garantem o livre trânsito de ‘Leis (do governo central, da ONU), cujo objetivo único e restringir, cercear e controlar e deslocar este imenso arcabouço de poder,na forma de Leis, nas mãos de um governo central. Um governo estúpido por natureza da intenção de sê-lo governo, quando não passa de um ditador esclarecido pela força das alianças midiáticas (pagas) em todos os sentidos. Em 2010, um simples vereador de cidade de interior, sentenciava na câmara municipal, que a cidade, da qual fôra vereador por 06 (seis) mandatos inúteis, em um só partido, o PMDB, que a cidade não tinha “condições” para cuidar do lixo e neste momento, o que era “licitação”, passava para “concessão”, nas “barbas de tantos outros políticos e toda a mídia e, os universitários”. A única coisa que “os impactou”, foi o contrato de 20 anos! Na verdade, o significado de “não ter condições” era apenas um disfarce, que ocultava que estes políticos e empresários corroídos no contexto de uma existência moral política de uma economia em decadência provocada, não aceitam, por “birra de moleque malcriado e intrujão do alheio”, que outras pessoas de “sua cidade”, possam lhes oferecer algum tipo de oposição ou resistência, na divisão do bolo de dinheiro de circulação municipal. Isso é burrice; em Suíça todos tem armas, todos são ricos e seu fundamento é a integridade ao povo suíço, que são eles próprios. Este dinheiro de circulação que, a cada ano, aumentaum pouco, nos cofres do governo federal para constrangimento destes empresários azarados e, políticos ‘da cidade. Aos políticos agentes, que controlam o dinheiro, destes “doadores municipais” para eles, a revolução permanente se tornou um grande negócio de avanços e recuos, mas nada, de governo, pois se, o ingovernável é o que lhes rende riquezas! O vereador de seis mandatos, ao menos, sabia disso.

“A UNASUL estava decadente. Agora, querem revitalizá-la. O PT, tinha o apoio popular. Hoje não tem mais apoio popular, conta com seu poder parlamentar e armas aos amigos de carteirinha.  UNASUL cria a condição – LEGAL – de ajuda de outros países em caso de conflito. E você ainda acha que o município pensa com a própria cabeça, pior, que o  estado tem independência?” . (O.C.)

O senhor Paulo MD foi chamado três vezes para depor na CPI do transporte. Por duas vezes ele ignorou o chamado ou, tinha outros compromissos. Compareceu na terceira vez. O depoimento foi na câmara dos vereadores. Chegou no horário previsto, entrou nas dependências da câmara pelo estacionamento, ele e seu assessor de imprensa, o irmão de um ex-assessor de Dilto Vitorassi. Enquanto subia para o plenário da câmara seguia cumprimentando pessoas como quem chega para uma visita. E de fato, seu pronunciamento foi um passeio. Quando não quis responder ao senhor Brayner, perguntou!

De tudo o que disse, duas coisas foram notáveis, para mim. A primeira foi que: “O Consórcio Sorriso, mediante as exigências ‘da cidade; exigências de catraca eletrônica, rampa de cadeirantes e mais ônibus nas linhas, devido a isso cobravam ao município R$18 milhões”.

O senhor Paulo MD, prefeito, no momento em que foi cobrado, nada respondeu às empresas e mais tarde,cobrou do consórcio R$18 milhões para realizar a licitação! Ele, disse: realizar a licitação! Obviamente se fosse licitação, tão somente uma licitação e, eles, do Consórcio, os únicos no páreo de concorrência, não teria sentido algum, esta cobrança feita pelo prefeito.

Mas Paulo MD não cobrou a licitação, cobrou a concessão! E isto sim, poderia ser negociado. Afinal as empresas estavam recebendo uma carta com selo da prefeitura, em branco. Era um favor especialíssimo, que o prefeito fazia ao Consórcio! E só por isso, haviam se transformado em Consorciados. Isso não seria possível desta forma como foi, se fossem empresas autônomas. Mas até chegarem ao Consórcio quanta “água não passou por debaixo da ponte”?

O que foi feito também com o lixo, não sei quais valores foram negociados no lixo e sobre o que negociaram. O que sei é que, se uma pessoa quiser levar lixo no aterro tem que pagar mais ou menos R$100 reais. Certamente, negociaram sobre ‘o aterro e as funções da coleta de lixo que são uma média de quatro, com preços separados: coleta, separação ou limpeza pública, transporte (até o aterro) e destinação.

Voltando. Segundo o senhor Paulo MD, a situação dos R$18 milhões, ficou: “elas por elas”. Será? Então por que o Consórcio está cobrando ao município a bagatela de R$43 milhões de reais? Segundo Paulo MD se ele tivesse ganho a eleição para prefeito em 2016, quando ganhou o seu vice-prefeito, ele saberia o que fazer! E certamente não iria contar ao atual prefeito! E se não contar, ou desejar ‘vender a expertise, é porque isso é mais uma bravata de um bom empresário que pretendeu fazer política e não se deu conta da abrangência disso, que acontece pelas influências e interesses externos ao município e, por vezes incontáveis, ao país!

O segundo comentário, mais enfático, como que: categórico “é porque é”, foi gratuito, como se Paulo MD tivesse recebido uma ordem de fora. Este mesmo comentário já havia sido feito pelo senhor Joel de Lima, quando na secretaria da saúde do governo Inês, de que: “não vem nada de fora”. Simples assim. Mas o que significa isso, dito primeiro pelo senhor Joel e repetido, na mesma medida pelo senhor Paulo MD? Tanto no executivo, com Inês, quando no legislativo no terceiro chamado de Paulo MD?

Ora, porque eles insistem em acreditar, ou nos fazer crêr, que a política que fazem, a partir de 2004, foi determinada por eles, segundo a sua vontade e a vontade do povo? Certamente o empenho em construir um jardim na Avenida JK (no centro), foi idéia deles, vinda da diretoria e conselho de Itaipu. A ideia de ampliação do hospital municipal foi idéia de Paulo MD e sua equipe. Mas são ideias complementares, uma para dar um bom aspecto na principal via da cidade, enquanto se amparam política[mente], o que não surtiu efeito; outra para responder minimamente à saúde, uma questão desesperadora. Até o presente momento.

Mas de onde veio o incentivo financeiro para aquisição e uso diário de um volume imenso de carros na cidade (145 mil veículos)? Dados obtidos de um informativo que diz sobre o volume de carro de vários municípios, por exemplo, Cascavel, tem mais carros que Foz! O que, no caso de Foz, dá à Federação, ou Petrobras – ou, que tira da cidade -uma média de R$2 (dois) bilhões de reais ao ano? Quando o orçamento municipal é de R$800 milhões.

Lembrando que o senhor Paulo MD, em 2010 – quando reclamaram do transporte – disse que: “a maioria das pessoas já possuem veículos…”. De certa forma, esta idéia lhe foi vendida como vantagem e, progresso! Ou seja, impôs um limite no transporte de massas, que os próprios transportadores impuseram por suas próprias limitações e incentivou o transporte individual (diariamente), inclusive motos (mais de 16 mil motos). E tudo para gerar um aspecto de ‘ocupação! Trabalho etc. Obviamente os carros vão envelhecer, os impostos anuais – dos carros –  e seguro, vão aumentar, os empregos estão na linha da sobrevivência, ou seja, o panorama é péssimo. E ainda com um transporte de massas deficiente e com o aval da prefeitura. E isso foi ideia do Consórcio e da Prefeitura ou, um plano de monopólio ao nível nacional?

De onde veio a ideia de fechar o mais honrado hospital da cidade, a Santa Casa de Misericórdia, de onde nasceram os líderes da cidade, que ora, a rejeitam? De onde veio a ideia de as empresas de transporte se concentrarem em uma só para efetivar um contrato, contrato de concessão dos transportes de toda a cidade, a elas? O mesmo com o lixo.  De onde veio a ideia da construção megalômana da Universidade Latina Americana, desenhada pelo falecido comunista Niemeyer? Uma obra interrompida não por falta de verbas, mas por empenho político em 50 municípios para 2018 e a eleição de governo do Estado, à conveniência dos investidores. De onde veio a ideia de criar instituições para colocar na cidade, a ‘marca da ONU e travar qualquer iniciativa individual para gerar renda e trabalho? E ainda induzir grande parte dos bons empresários à inércia econômica. Pois que, os outros empresários já estão contaminados pela doença monopolista.

Quer dizer que, tudo o que aconteceu em Foz, enquanto eram governo (2004/2012), aconteceu por que eles quiseram assim e eles decidiram que fossem assim? Isso por si, é péssimo! Decidiram muito mal. Elesfizeram aprovar, leis do governo ‘popular  (do governo Lula/Dilma)! Seja para o fechamento das Santas Casas no Brasil, seja pelo monopólio do lixo e, do transporte de massas!

Que eles tenham aprovado na câmara municipal, isso é verdade. Mas que a estratégia da lei tenha sido criada por eles, disso faço pouco. Foi sim, aprovado por eles, algo que veio de fora. Por exemplo, quando você vê instituições criadas, simplesmente, para anunciar um programa de ONU, como meio ambiente, sustentabilidade (contraditório com o aterro do lixo, por exemplo e, no ambiente de governo próprio), obviamente isso é feito dentro do município, por agentes ligados à ONU. E o que faz o Governo do Estado com relação ao dito ‘governo federal e a ONU? Abaixa a cabeça, e obedece como bom carneiro! Então, finge ser governo. Por isso o ódio a Trump, o desprezo a Bolsonaro, que não aceitariam nada menos do que poder governar e não, ser governado!

As leis de resíduos sólidos e vigilância sanitária são um exemplo de lei que está sendo executada desde dentro da cidade, e vem de fora; não há discussão da lei, mas  sim, uma suntuosa manchete da lei. São cadernos com muitas páginas, com muitos regulamentos etc. e nem sempre são vistos. Aprova-se o texto principal e o resto deixam para depois … conforme a conveniência do momento político, por exemplo, em vias de eleição, preferem manter um ambiente cordial, junto ao meio político.

Estas leis, que me corrija as escolas de direito, elas trazem um enorme elenco de termos técnicos e às vezes estúpidos, para que desestimule a leitura, o que se dirá o entendimento, o objeto em questão. Aliás um caráter destas leis é omitir o objeto em questão: as pessoas, o trabalho, as moradias, o emprego, a saúde, a segurança etc. E as leis, elas são apresentadas na parte, digamos, “mancheteira”.

Quer dizer, as classes falantes, quando pegam o jornal diário de sua cidade olham apenas as manchetes e não imaginam que as manchetes têm algumas funções: uma é atrair o leitor para o conteúdo: “Veja como Aumentar sua Renda, Agora, em Foz do Iguaçu”; outra e para afastar o leitor do conteúdo: “Foztrans inaugura nova sala no Edifício X”; outra manchete para criar espanto: “Foz apreendeu 50 toneladas de maconha” etc. Ora, apreendeu a maconha em algum lugar, em algum tempo, com pessoas determinadas, o caminhão pertence a alguém e é registrado, uma transportadora carregou o caminhão, fez o manifesto, tem o nome de alguém e registro no local de origem e destinação, a droga foi produzida em algum lugar; imprensar 50 toneladas não é serviço de uma semana; a quantidade de ‘fitas de durex adquiridas levantaria suspeitas e  nada disso parece ter importância, porque não é este o objetivo, descobrir a verdade.

Ou seja, “as leis também são mancheteiras”, feitas para enganar os iniciantes e desafetos do conhecimento. Não foi à toa que se colocou na presidência da república, um  e uma, imbecis! Ah! Mas tem a comissão que discute as leis! Ora, nas universidades federais, hoje, se discute socialismo! Eu não pago professor, para discutir socialismo! Os conservadores, que são a maioria do povo brasileiro, não pagam professores para discutir marxismo no contexto do iluminismo e vice-versa! E nem por isso, deixam de discutir!

Nas mídias, de televisão à jornal, de rádio a blogues, as discussões acontecem dentro de um plano um plano de consenso político que oscila entre o marxismo e o positivismo e nada mais. E este plano não pode fugir às regras, que lhes foram impostas! Por quem? Por quem faz política de forma organizada. Por quem tomou o sindicato dos jornalistas décadas atrás e a partir de então decidia quem podia e quem não podia falar.  Por exemplo, o Foro de s. Paulo que reúne 200 organizações comunistas e que emite resoluções que serão aplicadas em todos os municípios e eles colocaram Lula no poder, em 2002, precisamente por ser um mascarado de teatro mambembe que foi acolhido no palco sindical.

Então, criam Leis mancheteiras, como se o conteúdo (das leis) não existisse, digo isso, porque as verdadeiras alterações que pretendem, não está na manchete e nem nos primeiros Artigos. Ao contrário, está bem dissimulada em incisos, ou eventualmente nas alterações e sequer são regulamentadas de início. Não se pensa na regulamentação. É como a lei de reserva de mesas nos restaurantes para deficientes, foi aprovada no município, mas não foi regulamentada, ainda. Tão logo seja regulamentada, só terá um sentido: restringir e controlar a iniciativa privada!
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Em tempo. Tudo isso que acabo de relatar senador Paim do PT, é pior do que, o que se pretende com as leis do trabalho. As leis do trabalho senhor Paim, são uma consequência deste estado de descalabro e imoralidade criada também pelo seu partido, quando envolve os empresários do município em círculos políticos para engendrar um controle sobre seus negócios, intervindo na economia municipal e impedindo o seu crescimento: pelos baixos ganhos, monopólios e insegurança, entre outros. Para se ter uma idéia da interferência senador Paim, os ônibus recebem por quilômetro rodado! As empresas de transportes de massas se transformam em uma espécie de ‘empregados do estado! Desta forma o passageiro também deveria pagar por quilômetro que ele usa o transporte, a partir do teto da passagem, para baixo. Afinal como disse a vereadora de Foz, “a catraca eletrônica é o futuro”! então vai saber controlar ‘os quilômetros usados por um e outro’!  De outra forma para quem se paga a passagem? O senhor conseguiria explicar isso? e ainda defender o indefensável, como faz todos as semanas no Senado? Com certeza a Senadora Vanessa do PCdoB do AM, o faria, “com as mãos nas costas …”, mas ela faria muitas outras coisas que acredito que o senhor não faça, como por exemplo, elogiar Ho chi minh como “a resistência”, e despachar um dardo envenenado contra os EUA, usando o Senado Federal! Ou faria?

A esquerda não teria chances de entrar em concentrações, ou manifestações de direita, logo, criaram a própria direita! E acreditam nisso!

A “nova direita”, o que é uma ficção, está enchendo o saco. De fato, essa “nova direita” é um braço confusamente culto, com tendências ateias (agnósticas/liberais/estatistas, no popular: cargo) das organizações comunistas (esquerdistas no sentido amplo), nas mídias. São pagos para fazerem este trabalho e disseminarem a confusão.

Existe, <<não>> para contrastar, digo, fazer contraste claro, colorido, do mal a ser extirpado, como por exemplo, acabar com o Foro de s. Paulo (e partidos comunistas e o PT), como o Mercosul, garantir o direito de defesa com armas etc. Não! O que eles criam são polêmicas sobre temas variados e pessoais.

Ou seja, em plena guerra, com 70 mil assassinatos ao ano no Brasil eles se preocupam com ‘a cor’ de quem morre! (Lindbergue Farias no Senado).  Disseminam o ÓDIO em todos os seus pronunciamentos e jogam nas costas desta <<direita>> pretendida por eles. De fato, com isso, localizam e colocam o “X”, como faz o GPS. Por exemplo, veja a campanha do PT. Falam de ódio e falam de uma maneira emocional para convencer o povo e justificar a presente e futura matança que cada vez mais, parece <<habitual>>, no Brasil.

As pessoas não assimilam, o mal sentido revolucionário (mesmo porque não há bom sentido nisso) dos 70 mil assassinatos ao ano, há mais de uma década: no governo esquerdista! Assassinato é a consumação do ódio! E eles, falam de ódio? “E, conseguiram esconder estes assassinatos. Ora, cadê os jornais sensacionalistas, que mostravam ETs de Varginha etc? e não mostram os assassinatos? Aliás é uma condição de um país totalitário, assassinar pessoas, no momento de sua implantação e depois, pela manutenção.

Veja os Gulags de China e Rússia, que mortandade absurda! Estou falando de 40 milhões de pessoas presas ao mesmo tempo nos diversos campos (O.C.). Por enquanto, só ameaçam e coletam informações, já estão em movimento, no ‘movimento! Claro que não são tantos assim, no Brasil. Por isso mesmo trazem reforços de Cuba, e outros latinos a títulos diversos. Mas atacam de maneira a parecerem muitos. Só quem pode fazer isso é a mídia.

Curiosamente, o senhor Florestan Fernandes, no “jornal 247 = 13”, disse que “Mídia está na mão dos bancos”. Evidente que recebem o dinheiro pago pela CUT e PT, pelos bancos, sr. Fernandes. O que não desculpa os bancos pelas tolas exposições com intenções sujas.  Os pedófilos da mídia, para um povo adolescente, pretendem ser como “os 300 de Esparta”: “daqui não passarão”.

A “nova direita” é uma estratégia para ocultar e sujar o ambiente de <<pessoas que pensam de maneira diferente>> e não estão agrupadas e creio que, <<nunca venham a se agrupar>>. Não é o caráter da direita, o tal do <<coletivo>> ao contrário, desta <<direita>> combativa! que querem nos empurrar goela abaixo e que surgiu do nada. É muito cinismo.

Digo isso, porque vou fazer uma limpeza no Facebook e posso cometer erros. Paciência. O tempo urge por um lado, por outro é preciso ter paciência e sobreviver.

Mais sujeira do que o Rei do Lixo possa carregar por toda a vida!

Em Foz do Iguaçu o Foro de s. Paulo (PT, PCdoB, PCB, PSOL, PPS, PSB, etc.), perdeu a eleição, nos dois escrutínios, em 2014, na eleição presidencial. O PT obteve próximo de 40% dos votos.

Inconformados (1), Lula, ministros (E. Wagner, Mercadante etc.) e o Bispo de S. Paulo (Ivo Scherer), vieram à Itaipu, em datas diferentes para construírem um plano de ação.

Não vieram à Foz, vieram à Itaipu e ignoraram o prefeito, ignorando a cidade e seu povo. Isso era um sinal! O prefeito era Reni Pereira.

Após a morte de Eduardo Campos do PSB, frações do PSB, como, a de Reni por exemplo, se aliou – sem alarde – à facção Fabiana do PSDB e Ratinho (2), em oposição a Requião, o chefão do Mercosul seu filho, o PT e aliados (que estão no poder, hoje), entre eles o PDT do falecido Brizola (3).

Dilma assume o desgoverno de Lula (para o Brasil) e se mostra pior que ele próprio, o que era uma façanha de Dilma.

Esta demonstração de desrespeito de Dilma, era uma estratégia – de massa – a qual se engana facilmente, pensavam: Dilma seria ruim, para abrir as portas para Lula “o salvador”, retornar. Uma estratégia de idiotas; quando as ‘cartas não estão marcadas, o que não era o caso de agora, ‘um cassino, viciado! Tal o ódio do comunismo ao povo brasileiro, que o rejeita.

No entanto, não só em Foz do Iguaçu, mas em quase a totalidade do país, esse “retorno de lula, aclamado pelo povo”, não deu certo. E não deu certo, em parte, pelas manifestações espontâneas de rua, que chamo de verde/amarelas, para não confundir com as manifestações pagas pela CUT (4). Em parte, pelas ações de algumas pessoas no judiciário (Sérgio Moro) e, a Polícia Federal, que mostraram ao mundo, a real face do “socialismo do Foro de s. Paulo”. E, em parte, discreta, por um novo grupo de pessoas, cristãos, estudiosos, alavancados em conhecimento por Olavo de Carvalho.

Claro que isso, esta ação, espontânea, da justiça e da PF, contra o Foro de s. Paulo, em parte controlada, em parte imprevisível, não foi do agrado de comunistas como FHC, Serra, Aécio Neves. (5). E se você notou, ele se ‘mantiveram na moita o tempo todo. No entanto, não podiam se ‘fingir de mortos frente à reação popular. Teriam que assumir a direção disso, alguém tinha que fazer isso e não poderia ser o PT.  Já havia mostrado que tinham medo e ‘respeito, de comunista! Mas, o jogo os impelia a um combate de superficialidade. Um tipo de “Merthiolate”: queima e assopra! (6) Temer não escaparia disso! Não escapara daquilo que o povo vinha chamando os políticos, os partidos e o PT, de golpistas!

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Caso Foz do Iguaçu – PR

Creio que, Eduardo Campos, Reni Pereira (prefeito), Paulo M. D. (prefeito), cada um em seu nível, caíram em uma espécie de “conto do vigário” (me perdoem os bons vigários). Inicialmente, elesidentificaram um poder, talvez não tivessem nome para isso, mas era o Foro de s. Paulo! E se não identificaram corretamente o inimigo, não entenderiam as ramificações deste poder, ou sua divisão. As ligações, do Foro de s. Paulo, criado por indicação da Fabian Society, a fim de criarem duas e uma mesma alternativa. (Teoria da tesoura de Lênin para a própria esquerda).

‘Conto, do qual eles próprios se faziam personagens nesta história. Por um lado, o PSDB os atraiu – como uma, ‘nave mãe dos filmes de ficção, atraem os inimigos, a Reni e Paulo M.D. porque eram uma força vacilante, instável. (7) E a atual política brasileira só tem DOIS lados, correspondentes: Foro de s. Paulo e Fabian Society. Dezenas de marxismos,  e ideologias, é o papel da práxis marxista, mas, se de duas formas e na forma de tesoura.

Assim como, se mostram ‘isentos, “a família SBT, Rede Massa”. Reni do PSB e Paulo do PDT, se mostravam dadivosos a uma nova perspectiva de política. Sempre tiveram a visão de gestor, do empreendedor, nunca uma visão ideológica de militância.

Até antes da morte de E.C., havia, na cabeça deles, uma perspectiva ‘liberal política, de se constituir em um bloco independente, do PT e seus aliados e do PSDB e seus aliados, onde a concorrência era injusta. Tudo, dentro do Foro, por exemplo, era determinado pelo “centralismo democrático”, não pela democracia, a que estavam acostumados. Neste ambiente jamais teriam chances, devido o histórico de classe e, atuação política. E não necessariamente, E.C., Reni e Paulo, acreditavam nisso. Achavam que isso era coisa das bases e de fato eram das bases, mas as bases refletiam exatamente os interesses das lideranças, por isso o termo: “centralismo”.

Por outro lado, este suposto bloco, poderia classifica-lo provisoriamente como independente, este bloco (de fato, caia na rede do PSDB). Segundo as suas ações, quando dentro da rede do Foro de s. Paulo. Com um certo “se não”, que ficou mais claro, com o potencial eleitoral de E.C. na área de atuação de Miguel Arraes, avô de E.C., eram frontalmente contra o PT de Lula. Apesar de usarem os mesmos termos, a agricultura, no campo socialista, (do tempo de Miguel Arrais) se diferencia muito da área industrial, ou das cidades grandes.

Este bloco, que se criou e se manteve antes da morte de E.C. e após, eles nunca seriam atraídos de ‘bom grado’ pelo Foro de s. Paulo e seu radicalismo de “cus” à mostra e transporte gratuito, CUT, invasões diversas, ideologia de gênero, aliança ao crime organizado e, black blocs!

E.C., diferente do avô, era comunista na medida mesma, em que a política era comunista. Quem ousaria ser um Carlos Lacerda naquele momento? Bem, antes de tudo, era preciso inteligência! Reni Pereira era um fiscal da Receita Federal, obviamente passava ao largo de qualquer ideologia. Tecnocrata nunca se interessou por ideologias. Para ele isso era coisa de idiotas e este pensamento protegia e escondia o seu próprio. Paulo M.D. empresário da construção civil tinha uma visão idealista, mais concordante ao que esperava da reação do público, do que ele próprio entendia sobre idealismo, que não há o que entender. Sua ideologia nunca passou de “pobrismo emocional”, sua primeira ação como prefeito, foiobedecer cegamente ao aventureiro na presidência do Brasil em 2004 e destruir a melhor possibilidade de hospital decente na cidade.

Pergunto: como estas pessoas acreditaram que pudessem “jogar”, com forças organizadas, internacionais, representadas, no Brasil, pelo Foro de s. Paulo e Fabian Society e saírem impunes? Primeiro, que identificavam apenas uma força: o foro de s. Paulo. Segundo, que acreditavam na ‘democracia do PSDB. E nunca se deram conta, por exemplo, que em 2006, Serra, poderia ter derrubado o Lula, fazendo apenas uma pergunta: O que é o Foro de s. Paulo? Serra perguntou? Não! Porque Serra era parte integrante do sistema, mantido pelas duas organizações. Disso, Paulo M.D. e Reni, não sabiam e se sabiam, não entendiam. Fizeram o que fizeram, passaram os apuros que passaram e foram ‘queimados na política, por desconhecimento da realidade.

Após a morte de Eduardo, ficou claro que E. C. não era pró-Foro de s. Paulo de Lula e PT, mas, também não era PSDB como Serra e Aécio. No entanto, fora o “Foro” e a “Fabian Society”, nada mais havia. A direita era e é inexistente de forma organizada. A política nacional havia se constituído na forma de uma “tesoura”, como afirmava Lênin. Assim como fazem comerciantes, que abrem lojas de roupas com nomes diferentes, compre onde comprar, será do mesmo dono.

…. Desta forma, o que fazer? Reni fora eleito por Paulo M. D., que escondeu a candidatura de Nanci Rafain (9). E também camuflou seu apoio a Reni, com receio do ‘poder petista.

Paulo M.D. não se faz de rogado e oferece o cargo de Secretário de Indústria e Comércio a Reni. Reni não aceita, mas aceita a indicação da presidência da câmara municipal, onde tem três pupilos do PSB como vereadores e, de onde alavanca sua campanha para prefeito. Tudo arranjado.

Reni do PSB foi eleito. No entanto, em momento algum Reni se refere ao Partido! O PSB de E. C., TERIA acabado com o PT em 2014, tomando a maioria dos votos no Nordeste e, Norte com Sarney, que declarou seu apoio a E.C. Por isso Sarney saiu do cenário político nacional.

Reni fôra eleito, não sem alguma resistência da militância do PT e PDT. Nunca existiu militância do PSB. Reni elegera a esposa pelo partido de Ratinho, como uma espécie de compensação a alguma coisa, provavelmente, algo a ver com as aventuras de E.C. e PSB de Arraes; um partido socialista desvinculado da 4ª. internacional e das influências do PC de Lenin, Mao Tse Tung, Stalin e Prestes.

A indicação da eleição de Reni, já compunha um projeto da candidatura de E.C. a presidente. E.C. não tinha chances de ganhar a presidência mas tinha todas as possibilidades de destruir o PT. E se o fizesse, o faria em favor do PSDB. Isso não poderia dar certo! O PSDB havia pedido isso? Uma facção do PSDB havia pedido isso? Na Fabian Society não havia centralismo democrático? São perguntas que nunca foram feitas. Mas o PT, não era mais o PT, agora, era a organização do Foro de s. Paulo, que reunia duas centenas de organizações comunistas em A. Latina, Caribe, México etc.

O Foro de s. Paulo entra em cena.

Reni e Paulo haviam mudado de lado. O PT (Foro de s. Paulo), apesar de ter ganhado a eleição presidencial, havia tido um péssimo desempenho em Foz do Iguaçu e aliou isso, à indolência da Diretoria e conselho de Itaipu, por não perceberem, ou não querer perceber, o jogo político que se armava a partir de Curitiba contra o Foro de s. Paulo. Afinal Samek (Gleisi), apesar de premiado pelo Foro de s. Paulo (8), com a diretoria de Itaipu, era do PMDB da facção Temer, não Requião. Samek é afastado e também desaparece do cenário político.

No entanto, desde a vinda de Lula a Foz, Samek e sua equipe, sob as orientações da ONU, e pelo viés dos royalties de Itaipu, articulou inicialmente 35 municípios lindeiros, através de uma associação de vereadores criada com este intento. Hoje são 50 municípios. Não se sabe, se os 15 novos, também são premiados com os royalties. Fato é que, com isso, Samek entra no páreo para governador do Paraná. Se conseguiram salvar Gleisi da política institucional, colocando-a como presidente do PT, devem tentar comprometer Samek, com a via institucional. Mas isso vai depender de sua aceitação junto ao público e de negociações políticas com o Chefe Requião.

É com a morte de E.C. em 2014, que se desenvolve a história que vivemos hoje, em Foz do Iguaçu:tomada da câmara municipal pelo PT; no correr dos meses, a prisão de 12 vereadores e a prisão de Reni Pereira e um ligeiro e distraído esquecimento do empresário agente da ilicitude. Como se dissessem a ele: “você já cumpriu o seu papel”, agora é com a gente? Quem são e onde estão?

Você deve estar se perguntado e como termina este imbróglio? Digo que isso termina como começou, com mentiras e falsidades: “político em Foz do Iguaçu que foi colocado no parlamento pelo partido do Ratinho e dia seguinte mudou para o PSB, aliado do Foro de s. Paulo; que colocou a esposa no parlamento pelo partido de Ratinho, que continuou no partido e simulou a separação do marido – é acusado, pelo ‘espírito do jeito de ser do PT, de ser o comandante de um esquema de propina previamente criado para ter o efeito que teve”. (Assassinato de reputações). O sujeito cai de uma altura de 4 metros, bate a cabeça e perde a memória. De fato, para a questão do interrogatório, ou delação premiada, “foi uma pá de cal” no assunto! Reni sai do cenário político como, um ladrão? De um roubo, feito para não ser roubo e amantado de veludo vermelho. Neste exato momento Reni é novamente internado na UNIMED.

(1) (pelo poder e influência de Itaipu na região, que deveria indicar outros números …)

(2) …. Que haviam garantido o governo do Estado do Paraná pela 2ª. vez, em 2014, nas mãos do PSDB.

(3) O PDT, em Foz do Iguaçu, foi desmoralizado com o fechamento da Santa Casa e consumido depois, pelo PT a partir do segundo mandato de Lula. Havia acabado a “farra do dinheiro” tirado à carteira das pessoas. Era o momento das grandes obras nos países vizinhos! Dilma assume o desgoverno de Lula (para o Brasil) e se mostra pior que ele próprio, o que era uma façanha de Dilma.

(4) …. Manifestações pagas com dinheiro de impostos. Todas as vezes que Lula se apresentou no Fórum de justiça, a CUT, com dinheiro dos brasileiros, contratou dezenas de ônibus e centenas de militantes, para criarem um aspecto de comício, aproveitando o ensejo da fala do réu, já sentenciado a nove anos e meio de cadeia (…). Isso, a cadeia, de fato, não acontece. Ele está solto e é candidato. Isso é uma afronta que define de forma grave, a ação do Foro de s. Paulo, em América Latina.

(5) FHC, logo declarou seu apoio ao Foro de s. Paulo e, ao acordo entre ele e Lula em 1993. O chamado acordo de Princeton. Temer também o fez, através de uma singela carta à Dilma.

(6) Neste período, surge o Livro de Romeu Tuma: “O Assassinato de Reputações”, um livro de velhos ressentimentos e nada mais.

(7) Após os eventos ocorridos a partir de 2002 com Lula na presidência: Mensalão, Petrolão, construção em A.L., doação de dinheiro à África, o monopólio no lixo, no transporte, no fim das santas Casas; na ação dos ‘movimentos sociais, contra a República em todas as instâncias etc., Paulo e Reni estavam vacilantes. E isso culmina com a morte de E.C.

(8) (…quando entra para o PT em 1990 na data da fundação do Foro de s. Paulo, por Lula e Fidel, a condição de ter entrado no PT, através de uma negociação como o PMDB de Requião, de alguém que, se lhe agradaria, a Requião, ver de longe, foi esta demonstração de força, do novo poder criado por Lula e Fidel que o convenceu).

(9) De fato, a salvou e à sua família do vexame. Imagine, no lugar de Reni, Nanci! Nanci, assim como Paulo, são empresários envolvidos em política e o que aconteceu a Paulo deve servir de exemplo para Nanci e todos os empresários, que por infeliz ventura, queiram adentrar neste meio sem consciência moral e repleto de armadilhas. E fazê-lo de forma amadora e ingênua.

 Muitas pessoas consideradas, como falantes ao público em geral, através da televisão, jornal, rádio, nas câmaras municipais, nas associações, nos clubes de futebol, nas direções das empresas, nos afamados Institutos aclamados nas câmaras municipais, nas ONGS, nas religiões do baixo clero, quero dizer, na parte política das religiões, seitas, enfim, todas as organizações, onde tenha uma “diretoria”, acreditam, que um bom governo é aquele que promove o desenvolvimento. Isso é uma espécie de Norma!

Para estas classes falantes, o significado de desenvolvimento é economia. E economia é dinheiro no seu bolso. O significado de economia para eles e mais ou menos isso; em uma cidade do Paraná tem 265 mil habitantes para 145 mil carros. Eu creio que a parte ativa, que trabalha na IP (iniciativa privada) e Estado, gire em torno de 70 mil. Desta forma, matemática[mente] ‘as contas não fecham! Pode ser que os país e avós aposentados e ainda na ativa, tenham comprado ‘parte dos carros para os filhos e netos: os outros 70 mil, o que dá 140 mil e os outros 5 mil corre por conta da informalidade, assim como os milhares de motores da, também afamada, ‘motocicleta! Que são outros números. Que foram adquiridas para o trabalho de entregas e transporte de passageiros, pela falta de emprego. Não é preciso dizer que o nível de ruído nesta cidade é infernal. As pessoas já estão sensível[mente] afetadas, para não perceberem isso.

Desta forma, ‘criaram um governo próprio, com estas características de aventura. Não diria ‘criaram, diria que apoiaram um governo com estas características. Ou pelo menos, apoiaram no momento em que podiam assumir dívidas. Diria mais, diria que nem apoiaram nem não apoiaram foram levados por ‘uma onda de comprismo, promovida pela facilidade de financiamento em cada município, com o intuito de ‘alavancar a economia. Creio que isso tenha começado com o “passe de ônibus” e, o “cartão de crédito e débito”.

Com facilidade de dinheiro na praça, muitas pessoas arriscaram a comprar coisas de valor. Até o ‘passe de ônibus foi usado para este fim. Até o dia em que um empresário de ônibus, que havia juntado passes de ônibus do concorrente, por anos, e certamente não concordasse com o sistema, veio lhe cobrar e disse: “se não puder pagar com dinheiro, me dê em ônibus”.

Ou seja, o feitiço havia se voltado contra o feiticeiro. Mas, ambos eram feiticeiros e talvez, ambos estivessem simplesmente, sido enfeitiçados por uma lei que era permissível enquanto, esta mesma lei, existia para funcionar, daquele jeito e naquele momento.

No entanto, esta mesma lei, que fora criada para ‘transferir um dinheiro’, de transporte, das mãos das pessoas, para as mãos de um ‘estamento do transporte, já era mal-intencionada. E foi aprovada como sendo das ‘melhores intenções. É a diferença entre a “boa fé” e a “astúcia”, como dizia Carlos Lacerda.

E se acreditava, algumas pessoas acreditavam, que este era o máximo da má intenção, mas, não era. A retirada do dinheiro da pessoa, pondo no lugar um ‘passe, era apenas um retalho do propósito maior de concentração e controle sobre parcelas de dinheiro nas mãos do povo.

A lei criava a condição de transformar os passes em ações ao portador e foi precisamente isso o que fez o empresário quando cobrou o ônibus do outro! E quando se deram conta do que haviam criado ou, do que haviam permitido na lei, reinventaram todo o sistema (meio à revelia da lei) e o transformaram em processo “eletrônico”, em nome de um futuro hipotético. Onde o controle do dinheiro dos passes, estaria restrito à empresa de transporte – agora um cartel – e, o governo. Este era o objetivo da lei! Que prossegue.

O governo aventureiro, que por sinal, nunca escreveu sequer uma carta de recados, este governo popular, deu dinheiro de empréstimos a longuíssimo prazo às empresas, desde as grandes até as menores, nos municípios. Com esta facilidade “os empresários de plantão”, ou novos ricos, fizeram dívidas parceladas e parcelaram a dívida de seus clientes. Um parcelamento do parcelamento.

De antemão, sabiam que era um risco. Daria certo em parte e em parte daria errado. A diferença entre o que daria certo e o que daria errado ficaria sob a responsabilidade dos bancos que também receberam dinheiro para este “plano de governo”.

Acontece, porém, que deu mais errado, do que certo. O número de não pagadores era maior do que o número de pagadores. O número de inadimplentes chegava a 61% e nem os bancos poderiam com este valor absolutamente monstruoso. E quem salvaria os bancos seria o governo. Sabiam desde o início. Por isso se aventuraram. Todos se aventuraram, o governo, bancos, empresários e, como enfeitiçado, como objeto do plano, o povo!

Os primeiros meses foram felizes, o país construiu estádios de futebol, o afamado ITAQUERÃO, conhecido em Europa, pelos pronunciamentos desastrosos de um presidente que funcionava à base de aplausos, cachaça e consenso. Em muitos momentos este presidente se considerou ‘um [re]fundador do Brasil. Era de uma arrogância até infantil, quando chorava e falava de sua mãe que havia nascido analfabeta.

O país de Bonifácio de Andrade e Silva estava entregue às baratas e, tontas. Após a festividade, após a gastança, após o endividamento do povo e, passado o momento de euforia …, coisa que, havia acontecido com José Sarney, que fôra o primeiro presidente do Brasil após o regime militar. Sarney havia “congelado os preços”. Isso era uma impossibilidade! As pessoas correram para comprar coisas, pois que a inflação subia e seu dinheiro em banco, era valorizado, enquanto a mercadoria não podia subir o preço. Obviamente as empresas deixaram de produzir. E a inflação continuou a subir. No governo Collor os resultados econômicos do governo anterior, passaram de desastrosos, para terminais. Aquele processo tinha que terminar e terminou com a intervenção do Fundo Monetário Internacional, no governo do socialista, FHC.

FHC não resolveu nada. Apenas empurrou com a barriga a estabilidade de uma moeda. Ou o país dava à moeda a estabilidade, ou o sistema econômico seria DESINTEGRADO! Não havia escolha. E isso duraria algum tempo, não o tempo todo. De fato, nunca se discutiu seriamente a estabilidade da economia na economia municipal. As discussões econômicas aconteciam entre ministros e para grandes coisas (…). Tal era a subjetividade das discussões econômicas nos altos escalões, pois que, nos baixos não existia, que isso não impediria a falência da Petrobras por simples roubo!

O FMI e FHC, mantiveram o plano real por alguns anos, mas, o plano, tinha prazo de validade. Tiveram, nestes anos, uma folga, para poderem equilibrar a economia nos municípios, com leis justas. Se isso tivesse acontecido – criação de leis justas – a situação econômica poderia ser diferente.

No entanto, não foi isso o que aconteceu. O que aconteceu a partir de Lula, foi outro absurdo. Nos municípios a partir de 2002, aliciaram os empresários locais. Se associaram: governo e empresa, ao lixo, à educação, à saúde, ao transporte, hotéis, religiões, seitas, tendo as Estatais como gestoras municipais. Uma gestão discreta, oculta. Com um único objetivo: domínio político e econômico.

Foi um absurdo à moda Lula, à moda sindical, do sindicalismo da CUT, do ABC paulista; de COMPRAR PESSOAS. Para depois desmoraliza-las ou não, segundo a conveniência, o fato é que “comiam na mão do governo”.

Enquanto isso, as câmaras municipais discutiam amenidades, como “mudar o horário da entrega de moção honrosa para o fim da sessão, para obrigar o premiado, seus amigos e familiares a assistirem a sessão até o fim”. Não pensaram, que talvez, o premiado e seus amigos, só chegassem na hora marcada. Desta forma teriam que fazer uma sessão de moção no início e no fim e a moção ficaria caracterizada como um prêmio àquele que mais pode trazer pessoas para a audiência da câmara.

Comprou e aliciou empresários de grandes empresas. Comprou parlamentares. Comprou o judiciário. Comprou até presidentes de outros países, com favores, construções, associações ao crime organizado. Elegeu deputados do PCC!

Todos sabem muito bem que, quem compra, o faz com dinheiro. Quando o dinheiro se torna o ‘motivo de felicidade e segurança aos tolos, o dinheiro, como representante de tudo o quanto se produz em um país, ou se tira do solo, ele torna-se o “avant premier” da consciência moral. Consciência moral em tal base é um contrassenso. Creio que Eike Batista, Wesley Batista, Odebrecht, Gerdau, Globo, Veja, Jovem Pan, Igreja Universal, são exemplos disso. Basta ver a consciência moral de uma Rede Globo de Televisão! Não ter o dinheiro em abundância …, como tinha o governador do Rio de Janeiro, torna-se um pecado CAPITAL.

Acontece que depois de tanta farra com o dinheiro nacional, arrancado à carteira das pessoas, como diria a saudosa Thatcher, as contas continuam negativas. Ameaçam a Previdência. Os hospitais estão em crise terminal. Observe que falo hospital, não tem o peso real disso, nestas palavras. Então veja, são 5700 municípios. Digamos que em 3 mil hajam hospitais públicos do SUS. E, em cada município, o SUS tem convênio com todos os hospitais. Então, faça as contas.

Apenas um exemplo de como acontece a economia do ‘esparramo, falei de uma cidade com 145 mil carros (motos à parte), pois bem, só de combustível ao ano, estes proprietários, enviam, da miserável cidade, à desmoralizada Petrobras uma bagatela que varia de 1.5 a 3 Bilhões de reais. E isso acontece quando o orçamente do município é de 800 milhões de reais (que pode ser o imposto pago ao combustível). E mesmo assim, o “transporte de massas”, continua mórbido. Se você prestou atenção anteriormente, verá aqui, outra demonstração de descontrole matemático.

Devido a este desencontro econômico, ou pré falência do país. É fácil entender isso, veja o quanto sai do seu município e, o quanto entra. Só no caso do combustível, vimos que está bem acima do orçamento municipal. A maior e melhor renda do município de Foz do Iguaçu é o Turismo nas Cataratas e quanto disso fica na cidade? Bem, não fica! E os caça níqueis? Como multas, contas de energia, água, telefonia, internet, eletrônicos em geral (faróis, câmeras, parquímetros etc.), no lixo, na educação de estrangeiros, e em todas as escolas públicas. Que vivem em greve querendo mais! Quando o Estado não tem mais dinheiro.

O governo atual, das entranhas esquerdistas, pretende resolver a situação aumentando impostos, tarifas e multas …, que oportunamente, devido o volume de carros no país, tornou-se algo tentador. Mas não é só isso, lembram dos “prestadores de serviços”, ligados ao Estado, ou sob o controle do Estado, todos eles, Vivo, Internet, Oi, Copel, Cia. de Luz (sob o controle dos chineses em breve), água, telefonia, gás, por sua ligação ao Estado e, por não serem empresas  privadas e concorrentes estão se tornando escroques e viciando pessoas nos seus ‘esquemas de arrecadação, tanto quanto vem sendo o caso das empresas capitalistas sujeitas ao domínio estatal, ou das leis, ou dos políticos locais.

As leis neste governo ‘popular, tem um caráter distraído: aparece com termos maravilhosa[mente] justificados, como “resíduo sólido, lixo que não é lixo etc.”, outra “vigilância sanitária”, contra mosquitos e escorpiões etc. A primeira cria a condição do monopólio do lixo, a segunda, cria a condição de qualquer agente, poder entrar na sua casa, segundo a lei e, multa-lo, segundo o que for regulamentado no projeto. A pior das leis e que foi o teste para todas as outras que viriam, foi a lei do desarmamento. O plebiscito era favorável ao armamento com 65% de aprovação. Como isto não agradou a minoria, esqueceram o assunto e decretaram o fim das armas. E disto que se trata!

Os empregados, do Estado e da IP, na visão dos dirigentes socialistas e os empresários associados, eles são figuras decorativas, com um poder econômico, de manutenção da vida, o que, do ponto de vista deles é um caixa de reserva municipal. Boa parte do outro povo, não empregado, eles são sustentados porcamente, pelo governo e não há perspectiva de trabalho e nem se sabe até quando receberão ajuda, acredita-se, com certeza, que até que ‘aconteça uma definição política favorável à esquerda. A ingerência Estatal nas empresas é o próprio caldeirão do inferno a vítima: TODAS AS PESSOAS, inclusive os próprios funcionários destas empresas, ou seus filhos e pais e primos etc.

A desonestidade a incompetência a luta entre si, do estamento, não pela concorrência, mas pelo domínio absoluto, como o que pretende o governo em cada município, tornou-se outra endemia pior que a própria, chamada, ‘corrupção. E isso é expansivo. Aliado a isso, emerge no país há décadas, um processo de anticultura, ou cultura do ódio, ou revolucionária, que discrimina até a cor do gato! E isso não se trata mais de discriminação, mas uma mente selvagem e disseminação do ódio.

Então, um dos elementos deste governo é colocar pessoas em condição de atrito entre si. Enquanto se atritam com coisas banais ecriadas pela mídia, se esquecem, ou não vêem a má realidade que se acumula no fundo, como folhas e terra, que se acumulam no fundo rio, competindo com o volume de água, fazendo-a transbordar.

Ninguém sabe o que acontecerá neste ‘final de linha, para o Brasil, nesta triste conjuntura, considerando o número monstruoso de desempregados, o número avassalador de assassinatos. Equivalente a mais de três guerras do Iraque ao ano! A incompetência política que domina os municípios e, a recusa veemente de conhecimento, seja de institutos privados, seja nos meios de comunicação, seja nos informes nacionais ou internacionais é um sinal desesperador.

Há um total desprezo ao conhecimento. As universidades estão idiotizadas, neste sentido, pois que estão chafurdadas no mecanicismo, no positivismo ou neo-positivismo, no progressismo etc. Outras, só visam a ‘profissão, como se houvesse esta condição, como se a questão toda fosse de profissionalização. Quando na verdade é o equilíbrio entre o uso da “enxada” e de boa tecnologia, na contrapartida de uma divisão de trabalho permanente e estável, como se vê em Europa. Qual região da Europa é feia?

Ora, quando você trata de um país com 200 milhões de almas …, fala no parlamento, sobre um pais com 200 milhões e não vislumbra as regiões e seu povo, como a primeira coisa a se equilibrar, contando com todo o potencial regional, há algo errado. Seria, ao contrário, a lógica da urbanização forçada, para isolar o povo do país. Como foi feito, de outras regiões, para São Paulo. Agora, nem as outras regiões e nem São Paulo! O inferno foi disseminado! Agora, entregam o Amazonas, querem dividir o Pará, vendem partes do Brasil e nada é consumado, que se possa dizer, que seja permanente!

De fato …, nas áreas superpovoadas, querem que a pessoa invista em si, em seu negócio próprio, e consuma os próprios meios para que o Estado se livre dela, quando o Estado, irá assumir o controle de sua vida na parte que lhe interessa. E, é precisamente o que acontece, o Estado assumiu o controle sobre as empresas, sobre a produção, sobre a matéria prima, sobre a economia, sobre os destinos de um município! E a ONU assume os destinos do país! Isso é traição e burrice! Agora se não der certo e em que medida não der certo, quem vai arcar com as consequências é a maioria do povo, o Estado é abstrato e quase invisível, especialmente, quando se trata de uma Capital Federal, estúpida.

…. Quando, apenas o que fazem é correr atrás, se defenderem e não ousam nada que não venha de fora, considerando o acesso ao dinheiro público, quando até o dinheiro público, passo-a-passo se escasseia de forma dramática, pois que, querer impostos é uma coisa, as pessoas terem ou não dinheiro para pagarem é outra.

Sessenta e um por cento (61%) dos brasileiros estão inadimplentes, com impostos também e eles, os impostos, não param de chegar e de aumentar. Seria um sinal, como outros tantos que foram dados. Seria uma estratégia suja para a eleição de 2018? Não se trata mais de governo. O governo Temer, neste momento, de crise terminal, não existe. Tentam criar a figura do “salvador”, mas o único possível de encarnar este papel, além de rejeitá-lo, o papel de salvador, é rejeitado pelos outros políticos e vem sendo aceito pelo povo. Outro, implora pelo papel de salvador e, é rejeitado pela maior parte da população e aceito pelos políticos. Os políticos são rejeitados pelo povo em geral.

Existe apenas uma figura de governo, uma triste figura de governo que é obrigado a seguir os trâmites do governo anterior: os contratos, as leis, as obrigações etc. Após a devassa de corrupção que atingiu o país, as coisas ficaram mais difíceis. E a corrupção não é a pior coisa, a corrupção é fruto da inapetência cultural, é fruto da burrice que passou a comandar o país a partir de FHC e bastante aumentada a partir de Lula. Não há, neste país, quem não tenha aproveitado conscientemente oportunidades criminosas – contra a nação – desta forma, “beijaram o demônio”. A questão é: como quebrar o maldito contrato!

Creio que seria justo se algum poder, que não sei se existe, tomasse a iniciativa de explicar ao público o funcionamento da internet. Talvez a Polícia Federal pudesse fazer isso, já que se trata de segurança nos meios de comunicação e como segurança, quero dizer informação e desinformação; espionagem e manipulação.

Por exemplo, qualquer fenômeno desagradável que ocorre no “facebook”, imediatamente culpam “o dono do facebook”, como se este magnata fosse descer de seu mundo de brinquedo perigoso, para intervir no seu facebook. Claro que não. No entanto, Dilma esteve na terra do cilício (São Francisco – EUA) para conversar com ele, o magnata do “facebook”. O que eles conversaram, não se sabe. Certamente não foi para ele abrir uma página especial para Dilma, do tipo, “DilmaBook”, mas talvez, para passar ‘certos comandos, a eles, dos meios de comunicação, deles (governo Bolivariano etc.). De fato, “eles”, são agentes comunistas, dos vários comunismos (práxis), cujo objetivo principal é a tomada de todo e qualquer poder. E os meios de comunicação é um poder.

Digo isso porque meu blog e facebook são vigiados, controlados e eles interferem de forma estúpida. Às vezes derrubam a internet, às vezes mudam o número do IP, às vezes tentam colocar vírus. De outra feita, deslocam pessoas que estão em uma página do facebook para outra, tiram você da página da cidade e o colocam em uma página estranha de pessoas desconhecidas e quando começam a se conhecer mudam de novo. Deletam o que você escreve, tiram as mensagens que mandam para você. Tudo isso é feito concomitantemente. Certamente há pessoas pagas para fazerem estas ações. E estas pessoas estão na sua cidade! Você os cumprimenta e às vezes tem respeito por eles; a aparência é tudo! Não? Ora, não transformam na aparência e sentido, ‘marmotas e cães pastores?  E, as ‘marmotas deixam de ser marmotas, por isso?

Evidente que isso é mais que crueldade simples. Agora, que tipo de gente se prestaria a este tipo de‘negócio? Qualquer um que ganhasse um bom salário! É a história do ‘funcionário público, do concurseiro, o que importa é a sua segurança. Não há ideologia alguma, não há senso de percepção daquilo que faz e de quem vai prejudicar. (Dezenas de impostos foram aumentados nestes dias). E quando, esta pessoa madurece, quando atinge mais idade, e já faz isso a longo tempo, assume um caráter sub-reptício que oscila entre o que é enquanto pessoa familiar, amante e o que faz e, exteriora isso com ‘trejeitos (expressão, cabelo, barba ou não, roupas, jeito de andar e falar, grupo de amigos) que são variáveis entre grupos diferentes, mas idênticos no próprio grupo. Por exemplo, o silêncio para não revelar, aos outros, a própria ignorância e mantê-la dentro de si, como forma de reconhecimento da ignorância ao redor, o que lhe dá a impressão de saber algo e garante a continuidade, enquanto descobre formas de fugir da ignorância pela porta ‘mui larga!

Evidente que é uma anomalia humana. Mas quando se torna habitual, se torna uma prática comum e aceitável, porque ninguém ousa explicar isso. Explicar isso, como é, esta tentativa é ir de encontro à maré! Muita gente e o próprio meio de comunicação, os classificam, a estas pessoas especiais, com “raquers”, dando a eles uma suposta qualidade dúbia entre o bem e o mal, quando de fato, eles têm informações que outras pessoas não têm. Por isso Dilma foi negociar este acesso. Ou seja, transformaram um acesso e controle de páginas de internet – que é público – em algo secreto, onde eles podem agir de forma suja.

Por exemplo, nas indústrias se contratavam pessoas ‘fracas da cabeça para executarem o mesmo serviço, geralmente, ‘misturas, segredos industriais. Eram bem pagas para isso. E eram isoladas do resto dos trabalhadores. Sabiam que estas pessoas nunca falariam nada a ninguém e não seriam‘compradas pelo concorrente. A fidelidade é conveniente; pode ser íntegra ou acertada. Elas não tinham consciência do que faziam, apenas repetiam a mesma coisa.

Conheci um destes ambientes, de pessoas especiais, onde se ‘davam iniciações ao facebook’. Eles não estão preocupados com a informação. Eles estão preocupados com a manipulação das informações. O que pode ser dito aqui, ali etc. Que pessoa pode ou não participar de tal ou tal grupo. É uma coisa doentia, é como se esta ação de controle fosse o próprio conhecimento. Quando na verdade tudo isto é feito para ocultar o conhecimento ao mesmo tempo que cria um mundo de fantasias, onde o que eles fazem não fazendo, torna-se um atraente e lucrativo mistério.

Bem, se estas pessoas estão no controle dos meios de comunicação de cada cidade é mais do que óbvio que também controlam a cultura. As fundações culturais, o jornal local, as rádios, televisão e a internet. E se controlam isso, são controlados por outros que sustentam isso. É um trabalho caro. E não há preocupação de “retorno financeiro”. Porque não há retorno financeiro. E não há retorno financeiro porque também não há correlação do que fazem, com o que a sociedade deseja, ou pensaria desejar.

Neste dia 8 de setembro, em ‘um grupo de apoio à candidatura de Bolsonaro no facebook, apareceu uma propaganda da UNILA e APP, falando sobre o curso de Paulo Freire às crianças, ironizando aqueles que são contra a “ideologia de gênero; é como sair de um ônibus lotado e cair em um “pau de arara”. Obviamente um contra-senso. ASSUNTO ANTIGO QUE VIGOROU NA CIDADE  e nos foi (re) apresentado e bem lembrado pelo Luis M. S.

Nada combina, antes e agora, mesmo porque Bolsonaro admira escola militar, acredito que, qualquer escola precise de gente capaz para dirigi-la. Quem não quer estudar não deve ser obrigado. Ninguém vai aprender aquilo que não quer aprender. O professor incompetente deve mudar de profissão quando percebe que o MEC é um constructo subversivo. Se o conjunto educacional não tem capacidade de atrair alunos e conserva-los, educando-os, não é escola. Se o ‘sistema de atração de alunos, está vinculado à revoltas, sexo e bandalheiras isso tem um limite em si mesmo. E quando este ‘limite em si’ é prorrogado “ad infinitum”, torna-se uma forma de concorrência, pelo poder e manipulação deste mesmo expediente. E o ensino volta às origens deste processo de tomada de poder que na educação teve como percursor Paulo Freire.

O futuro, destes mais destacados na concorrência, será o de um presidente da UNE e o será em função de ter “domínio na internet e ser um requer”. O que significa ter acesso à algumas informações a que me refiro, quando conclamo a Polícia Federal, no primeiro parágrafo.

Em Foz do Iguaçu, um jovem presidente da UNE era assediado pelo PT e tinha acesso aos computadores do Partido. Certo dia, a mando de um grupo de oposição ao grupo que controlava o PT em Foz, passou vírus ao computador. Coisas assim. Baixas. Mas se você esticar a corda, verá que está pessoa, ou bem foi excluída do meio por excesso de vandalismo, drogas e incompreensão da causa ou, comanda algum pequeno escritório de agentes para intervir nos meios de comunicação de internet. E nisso virou a moral do brasileiro. Algo muito sorrateiro e sujo. A cultura seria diferente, porquê?

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A necessidade da Alta Cultura é gritante. Mas é preciso querer! É preciso atitude de quem pode sustentar isso. Jamais pode estar vinculado a coisas do mundo político e econômico. A única forma de sair deste ‘mundinho fútil de cultura ‘revolucionária, quando na verdade nunca na história do mundo, os pretensos comunistas, estiveram tão próximos, tão aconchegados, àqueles a quem chamavam de ‘imperialistas, capitalistas …, a única forma de sair disso é a Alta Cultura. Muitos, criados nesta cultura ‘revolucionária (de arque), verão neste termo “Alta Cultura”, um preconceito e isso já define a exigência da Alta Cultura. O simples preconceito é a doença!

Não obstante, quando ‘a doença’, assume por força de gritos e gemidos forçados, a condição do que antes, era a Alta Cultura, ela própria se torna a referência de ‘Alta Cultura no limite mesmo, do que impôs na regressão brutal da Alta Cultura. Por exemplo, para se escrever um livro e ser uma referência é preciso um esforço muito grande. O difícil não é contar história isoladas, fatos desconexos, isso é um princípio, não um fim. Depois de ter o domínio de histórias e fatos e a conexão disto com a realidade universal na qual estamos inseridos, o mais complexo é combinar isso tudo e dar um sentido universal, dentro dos limites naturais à estrutura da realidade na qual estamos inseridos. Este é outro complicador. Reconhecer estes limites é um princípio fundamental, tentar ludibria-los (como tentaram as ideologias e regimes de exceção) é enganar a si próprio e, aos outros. Mas quando todos querem ser enganados, há algo de podre e só a Alta Cultura pode ‘descascar esta Cebola! Nada mais o fará.

A Alta Cultura não é ideologia, não é partido, não bate e só apanha! (O abuso de de poder é seu inimigo natural). Sua única arma é a verdade como ela é, ou como ela se mostra, ou como a conseguimos interpretar! E se todos a interpretam cada vez mais aprimorada, fundamentada e concordante conscientemente, mais próximo é a verdade. E mesmo assim, a verdade terrena, o que é possível. Desta forma é preciso humildade. E isso assusta quem precisa da mentira e vive do poder!

 

 Pensando bem, se aventureiros, se filhotes da ilusão de Marx sobre os fundamentos de economia, a afamada “mais valia” (agora, menos vale ou ‘benefícios’) e das classes sociais …, se feiticeiros da comunicação; se sociopatas e psicopatas, foram indenizados com milhões de reais e alguns chegaram a assumir cargos importantes, porque não são indenizadas, pessoas e empresas a quem o Estado devia defender, contra estes males e não o fez? Por exemplo, tinha uma empresa e o maior problema da empresa era a matéria prima e, os fornecedores.

O que acontece com as matérias primas? Primeiro, é difícil consegui-las, assim como é difícil se conseguir máquinas e meios de produção, por isso as economias dos municípios acabam se transformando em ‘especulação imobiliária, veículos e, muita remessa de dinheiro às empresas de combustível, o que descapitaliza o município. Burrice! Segundo, as matérias primas, primeiro, passam pelos centros industriais; um sujeito compra 40 bobinas de fios (um lote de determinado dia da produção da fábrica); o comprador experiente, “estica 30 metros de fio e olha com a lupa e nota que há falhas de verniz. Ele liga à empresa e pede substituição do lote. Este lote é recolhido. Agora, você acha que vão ‘derreter o fio de cobre e fazer novo fio ou que, vão desenrolar a bobina e repassar o verniz? Nenhuma das alternativas. Eles mandam o mesmo fio para as cidades do interior. Esta é uma história das “matérias primas”. (Colas, resinas, fios, soldas, ferros, sulfatos etc.).

Certa vez … um sujeito de Curitiba me enviou ‘amortecedores de bombas d’água: um elemento com alumínio nas bordas e no centro e sustentado por borracha, que dá a vibração necessária para o funcionamento da bomba de sucção. Pois bem, o tal amortecedor veio com borracha ‘mais sintética que látex e era inútil: quebrava sob pressão. Quando liguei para o fornecedor, de Foz para Curitiba, reclamando daquilo, ele disse: “olha, vai para o Paraguai, empurra isso neles …”. Nunca mais falei com esta pessoa. Este o caráter do lobista, do escroque, do político sujo, do liberal dinheiristas etc. O que não é o caráter do comunista pois que ele vive no futuro e neste futuro – dele e de seu coletivo – não pode haver este tipo de coisa. E não se dá conta do quanto contribui para que isso forme o seu futuro hipotético.

Aqui em Foz do Iguaçu, precisamente no Paraguai, tem um exemplo gritante e que são as fábricas de cigarro. São duas coisas irregulares. A primeira é que as multinacionais dos cigarros pensaram haver conseguido o grande sonho da Souza Cruz, isenção de impostos. Isso aconteceu e não aconteceu. Aconteceu porque a cobrança de impostos no Paraguai é pró-produção, é pequena, ao contrário do Brasil, onde os impostos são inibidores da produção. Não aconteceu, porque o cigarro vendido ao Brasil, sofre com as apreensões. A segunda coisa irregular e que justifica o aparente prejuízo com a apreensão é que a matéria prima (o tabaco) é inferior, de má qualidade. Houve um aproveitamento de um tipo de matéria prima sem qualidade, devido a terra, a forma de cuidados com a folha de tabaco, o tempo de produção etc.

O impressionante é o que a evolução destes males: sociopatas super-valorizados, negócios sujos com matérias primas e meios de produção etc., a evolução é visível, e esta evolução na verdade, é uma involução! Por exemplo, o “Rei do Lixo, a JBS/Friboi, a Odebrecht, a Gerdau, a Petrobras”! Por exemplo também, a Itaipu acabou de se associar à China que já domina o mercado de eletricidade no Brasil. Com Itaipu será diferente? Veja a que ponto chegou, o que restou, do que era o Parque Industrial Brasileiro!

O que é o ‘rei do lixo’ (e outros) se não, um acordo entre um sujeito, que ‘recebeu um lote de fio rejeitado por outro’ e que se aliou ao Estado através de ‘escroques, lobistas, políticos e sindicatos? Isso só acontece no Lixo? Não! Tornou-se uma regra na economia. Marx não previu isso. O que prova que seu fundamento não tinha sustentação real.

A própria Rússia, acabou o comunismo e ficou a KGB e a Máfia Russa e estão dispostos a qualquer tipo de governo que lhes garantam o poder. Para isso o melhor regime é o totalitário (com a mudança de comportamento do povo), mas não apenas na Rússia, mas no mundo! Por isso a união de três grandes blocos: as Dinastias Ocidentais, o bloco Russo/Chino e, o pobre povo do Islam, a quem pretendem relegar, provisoriamente (…), a função de ‘orientador espiritual, por combate espiritual ao cristianismo! Isso não é autofagia?

Dia 4/9/17, mandei um e-mail a Rafael Lucchesi que é diretor geral do Senai. O conheci (através da Televisão) em uma audiência pública sobre educação. Onde Lucchesi defendia com justeza a educação feita no Senac e Senai. No entanto, em uma conjuntura onde se privilegia, o “Rei do Lixo”, o “Rei do Gato”, o “Rei do Gado”, os lobistas brasileiros, os liberais estatistas, os aventureiros do diploma, os escroques etc. E ainda, aonde os comunistas de vários tipos, modalidades e tonalidades, apoiam super-empreendimentos capitalistas, desde que tenham um “sinal”, que sugira algum tipo insinuoso de foice e martelo, ao menos no sentido cultural. A fala de Lucchesi seria em faixas imoduláveis. Na fala de Lucchesi, senti que ele, enquanto falava olhava para muito além, como se procurasse alguém, além da câmara, alguém que estivesse entendendo o sentido das palavras dele. Palavras que tinham que ser regradas de acordo com as ‘convenções da audiência. E isso, sobre as convenções e o porquê da audiência, ficou evidente, com o próximo orador que era um deputado. Daí para diante a educação tornou-se uma questão de ‘dinheiro! E evidentemente, não é uma questão de dinheiro!

Na minha carta sugeri a Lucchesi, a ‘mudança de olhar, na questão da economia. E contei sobre uma situação dramática de uma cidade dominada por escroques políticos, com isso quero dizer, empresários/políticos/economicus, ou seja, a função do político municipal está mudando. Eles estão começando a fazer o papel dos lobistas municipais junto à federação, junto a sindicatos de certas categorias e os interesses do executivo e governos (estadual e federal). Mas isso é outra história. De fato, sugeri a Lucchesi, um monopólio para se contrapor a outro monopólio. Mas, um monopólio que não concorre com o comércio local, ao contrário, incentiva-o.

Ao invés de ter o “centralismo econômico monopolista/estatal” (com estatal quero dizer pessoas mal-intencionadas, empresas sujas e comunistas ‘modernos e iguais em praxis), que opõe uma Gerdau – em poder e economia -, a uma Borlem/Guarulhos (que produz rodas de carro), se propõe um des-centralismo econômico e monopolista no sentido aglutinar produtores em um ambiente privilegiado e de referência (nas cidades), no caso, nesta cidade que cito na carta. (Foz do Iguaçu). É um longo tema, em oposição à superficialidade e autofagia, que temos, agora!

Olha, não só, não há tem indenização …, nem moral como, surrupiaram … – no contexto burocrático dos escritórios de aparência limpa -, até, a condição de aposentadoria decente, fora do Estado. Recentemente o presidente da câmara de deputados veio a público dizer, que a aposentadoria pode acabar! Para quem? Ou seja, enquanto político se aposenta com um mandato ou dois, as pessoas na iniciativa privada (IP) são desencorajadas à aposentadoria. Desencorajadas no sentido de se aposentar, mas, encorajadas para pagar! O Brasil ‘socialista é muito burro! É autofágico!

Dados correlatos:

ü 1 – Desemprego de 14 milhões de famílias;

ü 2 – Milhões no Bolsa Família;

ü 3 – Empregos informais;

ü 4 – 70 mil – assassinatos – ao ano, mais que três guerras do Iraque por ano;

ü 5 – Dívida externa próxima do PIB de um ano;

ü 6  – 400 mil ONGs com objetivos políticos estranhos;

ü 7 – Ausência de Consciência Moral e Cultura baixa.

Dia 04/09/17 vi uma propaganda de filme em um dos canais da TV à cabo: (Air) FX, que me deixou sem palavras para dizer o porquê daquela coisa tão burra e flagrante, contra um presidente da república eleito de forma convencional, com mais de 50% dos votos, de uma Nação honesta; que junto com Europa, trouxe o que foi possível de civilização (e, capitalismo) ao Brasil, para se somar, ao que, aqui já existia, ao menos em termos culturais. Mas também trouxe, por acidente premeditado, por outros, o lado avesso de hollywood. O lado da indução criada sistematicamente pela ex-URSS, após a 2ª. GG. que aconselhou produtores de filmes de ‘esquerda, a não fazerem filmes comunistas, mas colocar um ou duas falas e cenas que induzissem ao comunismo. Quando digo eleição honesta significa que foi ao contrário, por exemplo, da eleição de Maduro e Dilma (2014).

Após o trailer percebi de imediato a intenção de ‘criminalizar Trump, por tudo o que está acontecendo, ou seja o que eles no governo, há décadas vem destruindo. Tomaram a América Latina e parte dos EUA. A Europa como um bolo delicado, desandou! Dia seguinte ao trailer pensei em Kim Jong-um da Coreia do Norte; aquele trailer parecia uma retaliação, uma contrainformação, afinal a TV à cabo é uma concessão de empresários ocidentais agindo contra o ocidente.

Pensei em Kim Jong, porque ele acabou de soltar uma bomba de grande potência e que causou abalo sísmico (6.3 na escala Richter) e deve ter afetados as camadas mais internas da terra, o que pode causar tsunamis; quer dizer, Kim Jong-um causou uma ação criminosa e demoníaca e depois aparece cinicamente dando sorrisos com slogans irônicos nos meios de comunicação da internet. Outro filme de hollywood trata Kim como um jovem brincalhão e mal interpretado. Os internautas ingênuos e idiotas úteis, assim como boa parte do meio artístico no Brasil e nos EUA, acham engraçado.

Evidente que esta produção de laboratório cinematográfico, e às pressas, não é feito por Kim Jong-um, mas por seus aliados no Ocidente. Ele mesmo tem como aliado a China e, a Rússia. O trailer do filme que pretendem lançar, todo ele foi definido na mensagem do trailer, todo o resto do filme são efeitos cenográficos. Mais um enlatado. Nos meios de comunicação modernos, se pode transformar uma marmota, em um cão pastor alemão sem muito esforço. Mas a marmota jamais deixará de ser marmota.

O filme produzido nos estúdios de hollywood nos EUA contra os EUA, fala sobre um mundo daqui a 2 mil anos. É um misto de filme de terror apocalíptico e ficção científica. Pelo lado psicológico, apelam aos espécimes humanos satanistas, que não possuem consciência moral; pelo lado da ficção apelam aos afamados robôs, ou robotização das pessoas. É uma sociedade tecnologizada que faz isso. Este tipo de sociedade dispensa comentários neste artigo.

Isso junto, simboliza um mundo de desgraças sem fim. Evidente que a possibilidade de desgraça mais recente é a de Kim Jong-um (e, China). Que simboliza guerras, fome, como de Venezuela etc. No futuro, segundo o filme, pessoas serão robotizadas, um misto de ‘Robo-Cop’, com exterminador do futuro.

Agora pasmem, o trailer do filme começa com uma mulher vestida com uma saia na altura do joelho e um casado tipo paletó, de cor bege, simulando uma mulher de classe média alta e que trabalha no Estado; ela grita de ‘terror, pelo resultado de uma eleição. Demonstrando uma situação psicótica, dos filmes de Boris Karloff. Ela é magra, onde só aparece a boca aberta, pelo grito que dá no início do trailer, isso chama a atenção para a cena. Ela tem um cabelo curto, ‘Chanel, negro e despenteado e está em um ambiente escuro avermelhado (inferno) dizendo: “ele foi eleito, Trump foi eleito, é o começo do fim”.

Quem bom, é o começo do fim do inferno? Não! Aí, há uma inversão; o que é próprio de Kim Jong-um, que está realmente ameaçando os EUA e o mundo com uma terceira grande guerra e que tem o aspecto infernal, esse dano, essa loucura, essa irresponsabilidade é jogada sobre a eleição de Trump, como se Trump fosse a própria bomba! Ele, Trump, que não ameaçou ninguém e ganhou a eleição de forma justa. Talvez sua ‘gentileza seca, tenha sido seu erro. Gente deste tipo, que se propõe a destruir reputações em nome de um ‘movimento, elas devem ser colocadas, em trabalhos manuais e isoladas das outras pessoas, por magia hipnótica de loucos. Quando o ser vive em estado de confusão entre o que é ou não, real.

Ou seja, o objeto (Trump) encarna, nas telas do cinema, exatamente aquilo que eles (os que querem mudar o mundo), fazem. Ora, estão no poder a décadas. Tomaram o poder de forma suja. Oculta, sorrateira, concordando com tudo, quando não concordavam; sendo falsos, fingidos e usando todo o dinheiro do tesouro, tanto aqui no Brasil, quanto nos EUA, para se garantirem no poder. Criaram empresas fictícias, de momento para arrancarem mais dinheiro.

Após esta apresentação da cena inicial, vem as repetições do mesmo tema em cenas diferentes e todo um resto de imagens ‘circuitadas, quando, só o que aparece na televisão são explosões, clarões, curto circuitos, pessoas gritando, postes caindo, pessoas sendo explodidas, carros tombados, incinerados, prédios caindo e tudo isso, muito rápido, onde passam mensagens subliminares, contra o Ocidente. O Oriente sempre aparece como passivo, daquilo que acontece no Ocidente!

A conclusão que chego é que este filme nunca irá para as telas de cinema, pois que, mesmo sendo cenográfico o custo da destruição e da demonstração do que eles são realmente, parece estar evidente demais. Acredito que tenham errado na dose. Não seguiram as normas do conselheiro soviético (hoje, KGB) e fizeram à sua maneira e o filme ficou grosseiro e burro. Talvez seja desespero de Soros, em sua última cartada contra Trump e as forças contrárias ao Globalismo segundo o que vem demonstrando ser.

Os moradores de Glorinha, hoje muito incomodados com a iminência de instalação de instalação de um aterro sanitário no município, de propriedade da empresa lixeira Estre, do empresario petroleiro Wilson Quintella Filho, tem chance de proibir essa gigantesca ameaça ambiental com uma iniciativa bem simples. No ano de 2006 o município de Gravataí, localizado na Grande Porto Alegre, às margens da Freeway (rodovia expressa que liga a capital do Rio Grande do Sul ao litoral norte gaúcho), esteve sob severa ameaça de receber mais um aterro sanitário, nome simbólico com que designam verdadeiras lixeiras gigantes monstruosas. Na época criou-se um movimento popular, denominado “Xô, lixão”, que teve sucesso em sua atuação ao conseguir que os vereadores aprovassem a Lei nª 2643, de 15 de fevereiro de 2007, de autoria do então vereador Jones Martins (PMDB), hoje deputado federal pelo mesmo partido.

Lei 2643/07 | Lei nº 2643 de 15 de fevereiro de 2007

PROÍBE A CONSTRUÇÃO DE ATERRO SANITÁRIO E/OU CENTRAL DE RESÍDUOS DE QUALQUER NATUREZA, NA ZONA DEFINIDA PELO PLANO AMBIENTAL COMO “PATAMARES DA SERRA GERAL”. 
O PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE GRAVATAÍ. FAÇO SABER, em cumprimento ao artigo 51parágrafo 7º, da Lei Orgânica do Município, que a Câmara Municipal aprovou e eu promulgo a seguinte Lei:
Art. 1º – Fica proibido o Poder Público Municipal de Gravataí, por seus órgãos competentes, a qualquer título, construir e/ou autorizar, conceder ou permitir a construção de Central de Resíduos de qualquer natureza, bem como de Aterro Sanitário, na zona definida pelo Plano Ambiental de Gravataí como Patamares da Serra Geral, que incluem as regiões conhecidas como Costa do Ipiranga e Santa Tecla. Ver tópico
§ 1º – Para efeito do disposto no caput deste artigo, vigora o zoneamento definido pelo Plano Ambiental, conforme mapa atualizado, em vigência nesta data, que é parte integrante desta Lei. Ver tópico
§ 2º – Os resíduos de qualquer natureza a que se refere o caput, correspondem os resíduos domiciliares, inertes, de saúde e industrial. Ver tópico
Art. 2º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.Ver tópico
Art. 3º – Revogam-se as disposições em contrário. Ver tópico
CÂMARA DE VEREADORES, em Gravataí, 15 de fevereiro de 2007. Vereador Acimar Antonio da Silva, Presidente.
Vereador Robinson Pereira da Silva, 1º Secretário.
Portanto, os moradores de Glorinha, município colado ao de Gravataí, ameaçados pela instalação da lixeira da empresa Estre, do empresário “petroleiro” Wilson Quintela Filho, tremendamente envolvido nas investigações da Operação Lava Jato, têm a disposição um modo fácil de impedir a instalação dessa lixeira no território do seu município. Basta que procurem um vereador, ou grupo de vereadores dispostos a apresentar o mesmo projeto de Gravataí, com uma pequena alteração: onde está escrito “Art. 1º – Fica proibido o Poder Público Municipal de Gravataí, por seus órgãos competentes, a qualquer título, construir e/ou autorizar, conceder ou permitir a construção de Central de Resíduos de qualquer natureza, bem como de Aterro Sanitário, na zona definida pelo Plano Ambiental de Gravataí como Patamares da Serra Geral, que incluem as regiões conhecidas como Costa do Ipiranga e Santa Tecla” por um texto bem singelo: “Fica proibido o Poder Público Municipal de Glorinha, por seus órgãos competentes, a qualquer título, construir e-ou autorizar, conceder ou permitir a construção de Central de Resíduos de qualquer natureza, no território do município”.
A lei pode ser aprovada rapidamente, com os vereadores solicitando regime de urgência para sua tramitação. Mas, depois disso é preciso muito cuidado e vigilância permanente, para que não aconteça o que ocorreu em Gravataí. No ano de 2010, os vereadores aprovaram no silêncio da noite, na maior moita, uma gigantesca traição ao povo de Gravataí, à vontade popular da cidade, que já havia alcançado aquela lei proibitiva de instalação de lixão (aterro sanitário) na cidade. Eles aprovaram a Lei nª 3073, que revogou a Lei nª 2643, tornando Gravataí novamente uma cidade aberta à instalação de lixeiras. A lei traiçoeira é a seguinte:
LEI ORDINARIA n° 3073/2010 de 30 de Dezembro de 2010
(Mural 30/12/2010)
 
ATOS RELACIONADOS:
LEI ORDINARIA n° 2643/2007
 
Revoga a Lei Municipal n° 2.643, de 15 de fevereiro de 2007.
 
A PREFEITA MUNICIPAL DE GRAVATAÍ.
FAÇO SABER, em cumprimento ao artigo 58, inciso IV, da Lei Orgânica Municipal, que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono e promulgo a seguinte Lei:
 
Art. 1º Fica revogada a Lei Municipal N° 2.643, de 15 de fevereiro de 2007. 
 
Art. 2º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. 
 
Art. 3º Revogam-se as disposições em contrário. 
 
PREFEITURA MUNICIPAL, em Gravataí, 30 de dezembro de 2010.
 
RITA SANCO
Prefeita Municipal
 
CLAUDIO WURLITZER
Secretário do Governo Municipal Substituto
Isso ocorreu durante o governo do PT de Rita Sanco, eleita pelo “Imperador do Vale”, o petista Daniel Bordignon, e foi feito para beneficiar diretamente um dono de aterro já instalado em Gravataí. Trata-se do lixão da Pró-Ambiente, empresa que tem um aterro industrial no município, e que precisava ampliar suas instalações. O dono dessa empresa foi sócio e compadre de Luis Ruppenthal, ex-dono do criminoso aterro industrial de Estância Velha, chamado Utresa. O dono da Pró-Ambiente se chama Marco Antonio Dexheimer.
A empresa que pretendia instalar um gigantesco aterro sanitário (lixão metido a besta) em Gravataí era a Vega Engenharia Ambiental, que depois se transformou em Grupo Solvi, do empresário lixeiro Carlos Villa. Portanto, com a derrubada da lei nª 2643, Gravataí permitiu a ampliação do lixão industrial da Pró-Ambiente e agora pode permitir também a instalação de aterro sanitário do Grupo Solvi, dono da empresa lixeira Revita e do aterro sanitário de Minas do Leão, por meio da empresa CRVR (Companhia Riograndense de Valorização de Resíduos), em sociedade com a Copelmi Mineradora.
O mais curioso é que a Fundação do Meio Ambiente de Gravataí é atualmente dirigida pelo biólogo Jackson Muller, que se apresenta como grande defensor do meio ambiente. Na época da existência do movimento popular “Xô, lixão”, do povo de Gravataí, ele era completamente contrário à instalação do lixão da Vega Ambiental (hoje Grupo Solvi) no município. E também era poderoso crítico da atuação da lixeira industria Pró-Ambiente. Hoje, como presidente da Fundação do Meio Ambiente, o que ele faz para restabelecer a lei que proibia a instalação de aterros sanitários no município?
E o hoje deputado federal Jones Martins, o que fez para restaurar a vigência de sua lei em Gravataí?

Na visão mundana, não ideológica (…), não partidária, laica, citadina de média cidade, onde se permite certa ingenuidade e malícia maldosa, a imprensa está horrível. A culpa disto não é do jornalista. Nem do dono do jornal. É certo que eles têm responsabilidade sobre o que ocorre no jornalismo (…). Mas porque eles seriam responsáveis, por qualquer coisa? As pessoas escrevem ao jornal, dizendo o quanto está ruim? As pessoas não lêem o jornal porque não gostam de ler? Os jornais estão ruins ou desinteressantes? Ora, crianças avalizam ao vivo, o jornalismo televisivo, especialmente quando, as empresas promovem festas nos bairros. As crianças são acompanhadas das mães e avós e todos ficam agradecidos.

Um caso semelhante de bondade fortuita, e comunicação de contatos imediatos de 3º grau, igual ao filme do mesmo nome, também acontece nos bairros e geralmente por sons. Lembro da “Câmara Itinerante”, como um circo “Mambembe”. Os vereadores acampavam horas, em um bairro e ouviam “Os Amigos de Bairro”. É certo, que estas lideranças eram colocadas pelo intermédio de políticos. Mas nem todos eram colocados por políticos. Houve um abandono deste “expediente”, e as pessoas deixaram de participar das associações de amigos. Reclamavam do caráter político destas entidades. E também, porque não queriam se responsabilizar por nada. E porque os jornalistas, se responsabilizariam? Na cidade! Muitos destes que entravam nas associações tinham um objetivo: candidatar-se. Então, o princípio de fundamento destas iniciativas, tanto do jornalismo, como dos vereadores, associações, são instáveis. Sujeitos a chuvas e trovoadas.

Hoje por exemplo, um ou outro vereador, tentam resgatar este expediente, retomando as ações políticas nos bairros, para tanto, os vereadores traçam uma estratégia de “apresentação” e colocam vídeos seus, nos mercados, nas lanchonetes, nos salões de beleza, nas academias etc. Se fosse em período eleitoral, diria que este tipo de vereador, é o vereador lanchonete.

Agora, da mesma forma que as pessoas não sabem o que reclamar do jornal e ao contrário, são elogiados por crianças. No caso das “visitas dos vereadores nos bairros”, acontece coisa semelhante. No entanto, lidamos com adultos, desta feita. Mas parece que há um rol específico de pedidos aos vereadores, para que aprovem na câmara, pedidos como: Chafariz na praça, mortuário, lombadas, buracos, pinguelas, etc. Deveria ter uma lista para se colocar o “X”.

Novamente lembro a “câmara mambembe”, que coletou 1750 pedidos. Dia seguinte o prefeito P.MD. disse: “a prefeitura não tem dinheiro”. Acabou a câmara itinerante! E agora, tentam reinventá-la. Sabem porquê? Eu tenho uma sugestão, do porquê. Estão empenhados em criarem um“reduto eleitoral”. Primeiro, por causa das eleições de 2018 e o apoio a deputados, quando não, eles próprios. Segundo, porque, assim como o Tiririca, eles não sabem o que fazer na câmara. E acham que vão aprender, como deputados.

E se estes ‘pedidos são a única coisa que faz a câmara: ser coletora de pedidos, bem, então, acabou a festa, pois só a dívida do Brasil, daqui a alguns meses vai alcançar 100% do PIB. Não há o que se fazer se não tiver dinheiro. E aí, encerra o legislativo no país!

E sabem porque isso acontece? Porque o princípio de lei (em todos os sentidos), parte do governo (entre eles, o governo, a ONU) ao ‘povo e não, do ‘povo ao governo. Não é um governo do povo para o povo! Um homem maduro e consciente, jamais pediria, por exemplo, uma “pinguela”. Mas a oportunidade é única: ou pinguela, ou nada! Qualquer outra coisa que sugerir está fora dos parâmetros legalistas de um legalismo de transição. E se o fizesse, se pedisse uma “pinguela”, é porque estaria de alguma forma, ‘obrigado a fazê-lo. Pois que trocar problemas reais de existência de uma comunidade, por “pinguelas e lombadas” é  insanidade ou descrença absoluta no poder político. De outra forma é a prova de incapacidade, ou traição política.

Hoje vi uma notícia no “Nossa Voz” (de Foz do Iguaçu) que dizia: “Acifi e Sindicato de Contabilistas Rebatem Projeto de Lei do Prefeito”. (De fato, aumento de impostos). Não lhe parece fácil demais rebater um aumento de impostos? Quem é a favor de mais impostos, exceto os proponentes? Diria assim: há casos em que o município é respeitoso e querido e as pessoas sugerem um aumento em determinado imposto para atender melhor este ou aquele benefício. É a história original do IPTU na cidade de São Paulo. E vejam no que deu! Mas estes casos não existem mais no Brasil.

O que acontece, são crimes de toda espécie e pior, apologias ao crime, dos meios de comunicação e líderes políticos! Benedita da Silva quando governadora do Rio de Janeiro, chorou ao ver um rapaz amarrado no poste enquanto esperava a polícia chegar e ao mesmo tempo, não lhe sensibiliza a morte de uma jovem no Maranhão, queimada viva! Imagine isso? Esperar o que deste tipo de mentalidade? Permanentemente em campanha! E são crimes em grande número.

E, um esquecimento premeditado dos “trabalhadores”. Isso, quem lembrou foi Olavo de Carvalho. “Os trabalhadores”, são aqueles a quem os esquerdistas e Lula chamavam de “A CRASSE TRABAIADORA”. A fase romântica do PT, 1982. Evidentemente um embuste! Embuste assim como o sonho de paraíso, vendido por Duda Mendonça. Assistia a isso, com ‘a pulga atrás da orelha’, pois sabia que era um teatro! Só quem acreditava nisso era a militância, nunca os líderes.

Mas, para desilusão destes vendedores de ilusão, agora, da ilusão do lúmpem do proletariat …,existem pessoas que trabalham na iniciativa privada (IP), elas são reais. Em Foz, devem girar em torno de 35 mil. Isso é um chute. E ninguém mais, e nem elas próprias, se incomodam mais com a própria existência. E sabem porquê? Por uma espécie de “solidariedade à miséria moral nacional”, também por ausência de alternativa real. Isso não é pouco! Os vereadores saberiam como reverter isso? Teriam este alcance moral e tanta sinceridade de alma? E como tê-la? salmos Bíblicos? Evidente que ajudam, mas não lhes dão, aquilo que devem procurar dentro de si! E não se enganem é bem real e lúcido.

Os ‘trabalhadores, sabem que se o prefeito quer aumentar impostos ele o fará. Os ‘trabalhadores sabem intuitivamente das coisas, foram eles que pediram: Fora Políticos, Fora Política! Esqueceram? Eles sabem mais do que se permitem mostrar, por receio de sua família. Mas o sabem de maneira confusa. Alguns assumem o legislativo. Mas sabem que nestas circunstâncias de crise moral (e, econômica), o aumento de imposto, não é para melhorar isso, ou aquilo. Não. Talvez seja para pagar salários. O que é ruim, mas é bom! Mas talvez seja para fazer campanha política para 2018.

A verdade é que, se o prefeito quer aumentar impostos – nestas circunstâncias de uma país moralmente destruído – eleito com minoria de votos, ele o fará de qualquer jeito. Fará como fazem os ‘sindicatos com os patrões’ e todo e qualquer ‘movimento político deste país, nestes dias. Pedirá 1000 para conseguir 150 … E as entidades, como Acifi e Contadores, brigarão muito pelos 850! E será uma luta justa – nestes parâmetros impostos pela astúcia e não a boa-fé, como diria Carlos Lacerda –  onde sairão vitoriosos: Acifi e Contadores e, o prefeito terá o seu aumento justificado. Então, podem ser reguladores.

Veja que, como um destes assalariados, sei o que estou falando. Sei o quanto nos fazem de tolos, a nós que trabalhamos na IP, sabemos o quanto nos enganam, entre salários, benefícios, férias, 13º etc. Digo isso, responsabilizando os burocratas do Estado, não os empresários, estes sabem menos de leis. Sei o quanto nos enganam na previdência, no PIS, no INSS. O quanto nos enganam nas pressões sobre o empresariado, desestimulando-o, quando deveria ser o contrário.

E ainda deveriam especializar o TURISMO, no caso de Foz. Mas nada disso acontece, não fazem ideia do que isso significa! Acham que tudo se resume em dinheiro e propaganda! O maldito positivismo de quem está ‘por cima da carne seca’. Tudo acontece no limite das divisões das verbas e tudo indica desastre iminente – POR CONVENIÊNCIA POLÍTICA …; assim como os passeios, do líder Coreano Kim Jong-un, sobre os céus do Japão, a mando da China para intimidar os EUA que reage contra ações da Coreia do Norte. Isso já aconteceu no Vietnam, quem estava por trás era a China. Em meio a isso, quem se preocuparia com ‘trabalhadores? Eu me preocupo também, com os trabalhadores. Afinal, a história continua! Ela acabou para Hegel e o seu narcisismo intelectual! Enquanto houver mundo e pessoas a história continua!

Toda esta aparente ‘preocupação com as chamadas minorias, as ONGS, o MST, direitos humanos, os descriminados todos (menos os cristãos em países do oriente, que sofrem e são assassinados), de fato são preocupações estratégicas. Os cristãos esquecidos, em China e Oriente, são a prova deste tipo de ‘preocupação estratégica.

…. Quando não puderam ‘usar os trabalhadores – porque eles tinham que trabalhar – e estavam mais preocupados em arrumar sua casa do que se manifestarem contra o que tinham conquistado; como fazem os estudantes hoje, que recebem tudo de graça e ‘cospem no prato que comem, por uma solidariedade estratégica do movimento …, pois bem, quando perceberam os trabalhadores não ligavam para eles, então, ‘pularam de galho, e criaram um ‘lúmpem proletariat, a quem mantêem com dinheiro de impostos.

O que se pretende com eles, o lúmpem é o que se pretendiam com ‘os trabalhadores: domínio político/econômico. No entanto, ‘os trabalhadores têem as máquinas com que trabalham e produzem e giram dinheiro. O Lúmpem do proletariat não só, não trabalha como é custeado pelo Estado. Então, a única forma de promove-los é dando a eles uma função muito próxima do legislativo, senão o próprio legislativo. Já houve uma tentativa, quando ‘os movimentos, queriam participara ativamente nas câmaras. E se houve uma, outras virão. E isso é outra história, que fica para uma próxima vez. Mas, será que os vereadores perceberam que legislar não é apenas “fazer listas de problemas”, ou descobrir licitações fraudulentas?

Lembro quando o senhor P. M. D. prefeito da cidade. Falava, empolgado, sobre os “tigres asiáticos”. Com isso ele dava a entender que eles – através de sua influência – trariam, indústrias para Foz do Iguaçu. Talvez, nesta época, não se imaginasse que a China não era nada, sem a indústria Ocidental. (*). Na verdade, “os tigres”, não criam nada, eles compram e se associam. Em Foz, nada trouxeram de substancial e permanente. Entretanto, na época, os terrenos de Foz do Iguaçu eram populares, a um preço médio de R$2 mil reais. Bem, os “tigres compraram todo terreno que podiam”. E podiam tudo, afinal eram agentes chineses, representando o Estado Chinês; só não sei se lhes foi permitido comprarem mais do que a cidade podia oferecer a estrangeiros, de forma diplomática considerando, primeiro, as necessidades do povo da cidade. Talvez considerassem o fato, de a região ser área de fronteira e também ter um problema de “campo eletro-magnético”. Hoje, os terrenos alcançam preços incomparáveis. O povo perdeu mais uma vez! Isso apenas demonstra o quão perigoso, ao povo, pode ser, um governo sem conhecimento e completa ausência de consciência moral. Não é novidade a ninguém que na atualidade Foz do Iguaçu (e região e, o Brasil) é dirigida pela ONU, no nosso caso, pelo viés da diretoria e conselho de Itaipu. E aí vai um aviso ao que há de sério, no legislativo, em todo legislativo no Brasil. Que convenhamos é minoritário. O aviso é que, se eles continuarem no ritmo em que estão em se recusando a enfrentar a realidade da cidade e do mundo …, logo, logo, o legislativo de todo o país não fará mais sentido algum. Isso é uma longa história. Afinal, como disse, a ONU, JÁ comanda o show! Vide congresso, sobre as diversas nuances, de “meio ambiente” nestes dias, em Foz. Não poupam despesas!

* – A China só é alguma coisa devido o sistema de governo comunista de controle de massas, onde o Estado funciona como funciona a penitenciária no Brasil; onde se custeia a vida do preso, com a diferença de que o chinês pode ir para casa e no final do mês recebe 30 dólares para eventuais despesas. Considerando que um charuto cubano custa mais de 30 dólares. Considerando também que o falecido comunista Marco Aurélio Garcia um dos poderosos do Foro de s. Paulo, gastava em França, 15 mil reais, em uma garrafa de vinho.

Em pleno regime militar, a democracia Ocidental, foi invadida por uma espécie de ‘bommocismo ‘comunista; quando você se apresenta a alguém, a tendência é mostrar o melhor de si. Qualquer traficante pode ser muito gentil na primeira vez. Assim fez, a facção internacional trotskista do comunismo da 4ª. internacional, e criou o PT, pois que, os trotskistas não combinavam como o MDB da facção Maoista e Stalinista. (Convém lembrar que FHC era do MDB).

Note que isso que acabo de dizer é um recorte da realidade. Não falamos sobre Jango, Brizola, Arraes, a guerrilha do Araguaia, a intervenção militar que era para promover novas eleições e não o fez. Não falamos da 1ª. e 2ª. grande guerra e a ação de Stálin e Hitler etc. Isso seria função dos meios de comunicação e das escolas, ao longo dos anos. Então, recortamos ‘um trecho. Este trecho também ‘coincide com o movimento hippie; o lançamento no Brasil do movimento “nova era” com o musical Hair e muita desmoralização das instituições. É proibido proibir! A maconha invade o Brasil pelo viés dos milhares de campos de futebol de várzea e diversões públicas.

Pois bem, este é o cenário que estou propondo para explicar a queda de QI brutal, do povo brasileiro, em especial, as classes falantes. A questão é: em meio a isto, que tipo de político poderia aparecer? Dois tipos básicos, os organizados (comunistas e outros, como seitas etc.) e, os‘populares para reforçar as candidaturas comunistas, às vezes sem o saber, mas falando igual. Por exemplo, você entendeu o primeiro parágrafo, você acreditou, em boa parte, no que está escrito ali. Você fez relação do que está escrito com o que você vê, hoje, na realidade e, a evolução disso? Tem relação, não tem relação? Este passado importa? Não importa? Quando alguém diz: “o passado não importa, vamos ver daqui para frente”, o que você pensa a respeito disso? É reconfortante à própria ignorância? Certamente! O seu QI abaixou mais um pouco! Isso lembra, Giordano Bruno que disse: “se vocês continuarem não acreditando em Deus, logo vocês não acreditarão em si mesmos”.

Pois bem, todas estas questões negativas, positivas, deviam ter sido esclarecidas, mas ao contrário, foram confundidas, negadas, inventadas e isso criou um vácuo mental entre a realidade e a criação da ficção narrativa: ficção, como um ‘espaço na alma onde tudo é incerto e duvidoso.

A única forma de preencher este ‘vácuo perturbador, passou a ser a criação de artifícios(engenharia de comportamento): como a malandragem, que deu origem ao crime organizado com golpistas de toda sorte; a esperteza que formam os escroques, aliados dos golpistas; o mal caráter (no contexto social) que quer ser funcionário público para ‘ter a vida mansa; o liberalzinho neo-positivista, como forma branda das ideologias comunistas, que não se mistura à ralé e se acha imune da ignorância reinante; o comunista mascarado de salvador, quando não passa de peão de um jogo que não entende mais; passou da fase da ‘doutrina comunista, doutrina jamais acabada, passou de sujeito doutrinário, para objeto de movimentos sociais.

Agora, imagine toda esta gama de gente, interagindo nas universidades, na mídia, no parlamento, nos sindicatos? A inteligência tinha que cair. Ela cai de forma consentida . A pessoa não consegue mais explicar para si (digerir-se a si mesma em seu universo de “informações”) o que está acontecendo; coisa que deve procurar e querer, quando a prática mundana, lhe diz para não procurar. Quando não tem clareza de nada,  finge ser o que não é; “canta de galo quando não passa de frango  de maturidade precoce”.

Não tem noção do que deveria ser quando se é movido e não movente …, quando ninguém (em sentido universal) lhe pediu para ser coisa alguma … Substituiu a insatisfação, por fetiches materiais, sonhos fugazes e pensamentos provisórios, adaptáveis; altera a forma exterior do corpo, muda a feição, cria um personagem que jamais lhe seria possível, exceto pelo fingimento de si para si.

Torna-se um super-homem de calcinha cor-de-rosa. Passa a ter medo de arma, fumaça de cigarro, palavras duras e qualquer coisa que lhe tire do seu ‘universo criado pela mídia, à moda Duda Mendonça (logo, falo dêle).  Desta forma, esta queda é amparada pelo emocional – alterado -, fundado na ignorância a que foi submetido ao longo das décadas. Reagem de forma sub-reptícia a uma fantasia, cujo próprio conceito, como conjunto de frases, é vazio e inexplicável, uma metonímia, chamada de Socialismo! A forma do emocional reagir a isso, foi através do sarcasmo; da negação do cristianismo, como única oposição moral; do fingimento; do silêncio, do cinismo etc.

Neste momento elástico e lodoso a queda da inteligência do brasileiro se confunde à safadeza! (Se confunde como imunidade). Como justificativa para si mesmo. A safadeza é o germe que deteriora os princípios morais e como tal, diminui a inteligência, sem que a pessoa perceba isso e quando se dá conta, chora como criança. É um retorno à infância da inteligência emocional em fase adulta.

E isto tudo, ‘junto e misturado, isto tudo, cria uma nova democracia. Nova no mau sentido. Uma democracia irresponsável e falsa. Mas não era este o objetivo da invasão? E como isso acontece nas eleições? Ora, se um príncipe Charles de Inglaterra aderiu a uma “tariqa” muçulmana …, o que esperar de políticos carreiristas dos países ‘pobres (…).

A única coisa que poderiam dizer, para ao menos, se mostrarem com algum juízo político, seria se manifestando de forma pública, em temas de peso: como: a globalização. Hoje, os deputados dizem aquilo que a sua pesquisa, feita pela assessoria, indica ser o melhor para garantir sua eleição. O interesse pessoal, tem toda a relevância. É uma situação de desmoralização das instituições e este é o foco do princípio de tudo. E nem isso eles percebem? Ou percebem e se juntam à turba? Seja como for é uma malandragem e como tal, causa psicoses, com as psicoses, vem a sociopatia, a psicopatia  e, ainda o que não sabemos. (O livro Ponerologia: Psicopatas no Poder de Andrew Lobaczewski, entra nos detalhes sórdidos de tal construção, de desconstrução moral da sociedade e evocação ignorante, da loucura satânica.

Nas campanhas eleitorais para vereadores, os candidatos procuram convencer as pessoas. O sentido do convencimento é mais emocional do que racional. O candidato sabe de antemão, que com qualquer pessoa que conversar, o interesse da pessoa tem forte relevância para a pessoa. E se ele quer aquele voto (da família etc.), deve ceder, às ilusões daquela pobre alma. E mentir! Ele sabe que a pobre alma não acredita na política. Isso justifica a mentira por necessidade, quando ele se imagina necessário, pelos próprios interesses ocultos.

As pessoas estão descrentes da política por efeito da desmoralização produzida ao longo de décadas (desde FHC). Esta anomalia criou a política de favores. Que teve início massivo,descarado, com a inocente entrega de brindes, o que se confundia a uma “festa democrática”, onde as empresas lucravam com isto. Ou seja, ‘as empresas estavam aliadas à farsa moral; o foco da produção de brindes, gráfica, roupas, mudava de eixo de dois em dois anos (…). Ao invés de produzirem camisetas e chapéus decentes para venda no mercado, criavam um símile vulgar para ser distribuído e pago com as verbas de partido, tiradas às carteiras das pessoas. (Em todo o continente).

E isso se tornou popular e vulgar. Vulgar porque humilhava a pessoa e, as instituições. Humilhava as pessoas que, por não ter uma camiseta,  quando deveria ter …, “se acostumava”, ao uso das camisetas com propagandas e outras indecências: seu trabalho: divulgar o partido, o slogan! Logo, a camiseta era um salário cínico! Um benefício! Evidentemente, nestas circunstâncias de golpe e desmoralização premeditados. Este é o cenário. A mesma camiseta em circunstâncias normais, com pessoas normais, teriam um padrão de produção competitivo e de alta qualidade, como por exemplo, as camisas de futebol ou, os uniformes de fórmula “1”.

Tem um candidato (…), que sempre se reelege. Como vereador, ele é um ótimo assistente social da saúde. (Emocional). Raramente, algum destes vereadores, tem um alcance além do próprio umbigo. E isto, este tipo de político, é o que representa a sociedade! A sociedade esta no limite da sua falsa consciência impregnada de dejetos psicológicos. Desta forma, como? perguntar ao povo o que o povo precisa? sem não ouvir, aquilo que se quer ouvir, e que lhe foi enfiado na cabeça!

Raramente você vê, um grupo determinado, como os gays, os negros, as feministas, os cotistas, o MST, chamando um vereador qualquer, para defender seus interesses, porque eles já têm o seu partido e os vereadores, que eles acreditam que os representem, e estes vereadores, aos olhos, dos outros eleitores – ‘da comunidade – escondem isso. Fazem uma espécie de jogo duplo. Aqui eu escondo isso, ali escondo aquilo etc.

Quanto aos deputados. Estes, raramente têm conversas individuais, exceto para convidar para o trabalho político pago. Suas conversas são ao nível sindical, fundacional, onde esperam que os sindicalistas (…), os apresentem à categoria sem alarde, para não comprometer o sindicalista. O Senador Paim, que sempre esteve próximo dos sindicatos, dando a entender que é ligado aos movimentos sindicais e que ‘defende os trabalhadores.

De outra forma, os candidatos a deputados são apresentados por organizações políticas e todos (do grupo), pensam a melhor forma de ele, o candidato, se apresentar para esta ou aquela cidade. Por exemplo, se o grupo de Itaipu de Foz do Iguaçu (usina hidrelétrica binacional), pensa querer uma determinada obra na cidade, então, é isso o que o deputado vai sugerir. Conquistando esta parcela de votos,  acredita, que esta parcela de votos, tenha influência (moral) no resto da cidade. Então,usam da moral, quando lhes convém. E a usam de forma invertida, pois que é imoral usar de artifícios oportunistas para fins específicos: “sua carreira política”. Mas, se todos fazem o mesmo, a exceção se torna regra a regra uma anomalia.

Creio que todos saibam, ou imaginem que é nisto que se resume a forma como colocamos pessoas no governo. E isto é no mínimo ficcional, abjeto! Os candidatos não prometem nada mais, do que aquilo que podem cumprir. Porque, o que prometem, se resume em ‘dinheiro que vão tirar da sua carteira, ou cartão de crédito.

O cartão já é outra forma do dinheiro, onde existe uma participação maior, do banco e do imposto (governo) e isso, foi votado por deputados. Certamente nenhum deputado fez campanha de ‘cartão de crédito, para controlar bem de perto, sua vida financeira. Um amigo, assalariado, paga 30 reais por mês pelo controle do seu dinheiro. Não existe mais mercado de investimentos? E não é daí que os bancos ganham! Parece que não.

Neste ponto a conversa muda. Ou seja, posso dizer que os candidatos: vereadores, deputados, prefeitos etc., dizem aquilo que o povo gostaria de ouvir (?), e o que o povo gostaria de ouvir (?), é pesquisado pelos seus assessores.  Que são indolentes e abaixo dos candidatos? (*) Como podem ouvir algo, que não esteja explicito no óbvio da propaganda midiática, sustentada por organismos internacionais? (Globalismo). Que direciona os rumos dos desejos populares?

E, de que forma, esta ‘ginástica ilusionista, na vida real destas figuras públicas, se junta, por exemplo, a um mensalão que é explicitamente contra tudo o que afirma em campanha?

Ora, que deputado diria que é a favor de uma mesada política? E pior, o mensaleiro, se convence,mentindo a si próprio, de que ‘a mesada, dada por influência de uma organização nacional e internacional é para o bem do povo!

(Em engenharia comportamental, esta mudança de atitude do político, na razoabilidade do certo e errado e a mesma, da pessoa ‘que abana o nariz, quando vê alguém fumando! Ou seja, o político já sofreu, assim como o ‘abanador de nariz, JÁ sofreram um dano mental e, esquisito. Este é o limite da campanha política, nacional?

Existe aquilo que o político, quando candidato, não diz. Por exemplo, Paim diz que é a favor ‘dos trabalhadores e diz isso ao sindicato, não aos trabalhadores. Se Paim dissesse que é a favor dos trabalhadores, aos trabalhadores, as perguntas não teriam fim e cada uma delas, seria mais‘cabeluda que as outras. E o circo de desmantelaria, naquele local e naquele momento e precisariam (re) começar. Agora, Paim não diz sobre o ‘plano global, onde estão juntos e misturados: políticos de esquerda, de direita e empresários de grosso calibre. Paim também não diz, que não tem o mínimo respeito moral pelas empresas tradicionais, ou, pelas áreas de serviços, porque são capitalistas e segundo ele, visam apenas lucro. Evidente que sim. Agora, elas subsistiriam sem lucro? E acaso, seu maior sócio – nos lucros – não é o próprio governo, Estado, entidades, antes mesmo, das massas de trabalhadores que vendem o seu serviço?

E por causa disto, desta ingerência  ao trabalho, as pessoas não ganham menos e tem leis de exceção, que as ilude? quando pagam um salário miserável acrescido de benefícios. E que, estes‘benefícios, compõem quase a metade do salário do pobre, e quando aposenta – se não aposentar por idade antes – ou, quando vai receber por 6 meses o seguro desemprego, recebe parte do salário ‘cru, e ‘a outra metade, composta dos benefícios, desaparece das contas da previdência? Ora,quem cria as leis? não são aqueles mesmos que se dizem a favor dos trabalhadores?

[…] E porque nunca resolvem isso? com dignidade e honra ao país? Porque não querem falar sobre globalização! Porque também, é daí que o Estado tem o seu maior lucro. Em cada ação que envolva dinheiro, o Estado tem o seu quinhão e suas regras. (5 mil leis do código tributário). Um bom exemplo disso é o “vale transporte”. O vale transporte para o ‘trabalhador é um benefício condicional. Ou seja, não lhe dão o dinheiro no salário. Ao contrário, fazem planos, com este dinheiro do salário! (Cartões eletrônicos, catracas eletrônicas etc.) Se lhe dessem o dinheiro correspondente ao transporte, este dinheiro seria composto no salário.

Os benefícios, eles são feitos à parte, para que possam movimentar uma máquina de arrecadação. Na qual governo e empresariado (no sentido de monopólio), se beneficiam. O empresário envolvido nestes ‘planos, se sente partícipe de algo grande. E tudo isto é feito sob a égide do bem-estar social. Você vende a força de trabalho, ao preço do mercado, que eles decidem, comalternâncias nos benefícios, como condição de ‘os benefícios, serem úteis a eles próprios.

Mais ou menos, como o trabalhador chinês,que ganha 30 dólares por mês, o resto são benefícios; como os presidiários que são sustentados pelos Estado, só que ficam em lugar restrito, os chineses podem ir para casa.

Chegamos, ao ponto cego (do espelho). Mostram uma coisa e fazem outra. Acontece que esta prática viciosa, cria vários ‘monstrinhos pelo caminho. Monstrinhos que (re) inventam coisas. Por exemplo, uma televisão a cabo (municipal). Já viram algo mais enganador que isso? Não era para ser assim! Era para ser algo bom! Mas os valores foram invertidos. Quando aparece, um bom filme na propaganda da própria ‘rede, (símile soviético) este filme é pago à parte! O resto da programação ou toda a programação salvo algumas ‘válvulas de escape, são estúpidas.

Na telefonia, no computador, a mesma coisa. As agências de Luz, Água, Multas, são quase ‘agências secretas! Querem encontrar formas de arrancar dinheiro. Com isso, dissimulam, os aumentos de impostos, as tarifas, as multas etc. (Tudo isto, são frutos da esperteza vulgar).

Não há uma correlação entre formas espúrias, de se tirar dinheiro às cidades? depois da ‘Petrobras e os bilhões ao ano das cidades? Sem dúvida que há! É o sistema de ‘casino, das máquinas de ‘caças níqueis. E isto deu tão certo, que atraiu uma gama de pessoas conhecidas como, os “liberalzinhos”. Uma classe de gente, ‘acionista por convicção’, descrente de tudo, exceto no poder do dinheiro, o que convenhamos concorda com a usura, na agiotagem contra a sociedade. Um capitalismo às avessas. Neste sentido, os comunistas são mais íntegros, ao menos, eles acreditam na ilusão que criam. Os liberalzinhos se mostram felizes e prósperos, quando estão empregados e, ‘parecer felizes, é uma, de suas funções.

Segundo eles …, eles fazem o próprio emprego. E copiam a quem? Copiam do Estado, à moda privada, com características de acionistas. Nada produzem e lucram com isso. Os liberalzinhos, só acreditam em formas de arrancar dinheiro do alheio e se confundem e se fundem ao meio político. Quem ganha com isso é o capitalismo total, crescido e dono do mundo! A Globalização.

Se este cenário apresentado por mim, condiz com a realidade daquilo que você também percebe, então, você há de convir, que tudo isso é exterior. São ações constantes, que visam objetivos de interesse pessoal e de grupos estranhos à democracia Ocidental. E, estranhos à moral e, os bons costumes.  É outro mundo!

Nenhum deputado ousaria propor coisas sérias, para debate público, como por exemplo, definição das polícias: Exércitos, Guarda civil e investigadores.  Liberação das armas. Salário por horacomo é nos EUA. Combate à especulação imobiliária nos municípios e controle contra a invasão de oportunidade (este é um tema muito sério, os árabes compraram grande parte da Inglaterra; e não se resolve com o aumento do preço do terreno, o que causa a especulação etc.). Combate fulminante ao crime. Apoio ao fim de toda forma de controle sobre a imprensa. Expansão dos municípios, fim do apartheid municipal, de grupos organizados. Combate à concentração humana. Controle  sobre a produção dos alimentos. Formas de transportes eficientes e fixos, com a segurança do Estado. São alguns exemplos, do que é função dos deputados e eles, não falam. Por isso, estou falando. Estou sugerindo um ambiente de discussão para buscar uma normalidade mental!

Recentemente uma amiga colocou ‘leite para o gato. O gato recusou. Dia seguinte, segundo ela, o leite tinha uma película plástica, provavelmente criado pela soda cáustica (quando lavam o tanque e ficam resíduos de soda). A marca do leite, importa? Não, porque é uma prática de todos os distribuidores. O que importa é a qualificação moral do trabalho. O gato estava certo! Quer dizer, na prática, ‘aumentou o QI do gato, na mesma proporção que diminuiu o QI das pessoas que se dizem defensores disto, ou daquilo …

 (*) Duda Mendonça ‘o marqueteiro de Lula, gastou ‘tubos de dinheiro em uma propaganda ‘imaginária futurista, onde lindas mulheres e crianças, todos de branco, com roupas esvoaçantes, corriam em um campo verde – simulando um paraíso – e, aliavam isso ao PT. Todo o resto das propagandas do PT, tinham esta referência maior. A venda de uma ilusão! Duda M. acreditava nisto? Obviamente não! Ele gostava de “brigas de galo” e nem isso! Apesar de ter sido advertido pela política sobre a ‘rinha de galo, isso me pareceu mais, uma estratégia de ‘esquecimento! Para que focassem a rinha de galo e não a farsa publicitária que levou Lula ao poder em 2002. Mesmo porque em seguida Duda M. “some” do cenário político e do país. Temo que, o mesmo desprezo (…), se tornou uma característica parlamentar! Mas não foram eles mesmos, que criaram este ambiente? E porque teriam feito isso, senão por ignorância.

Você não vê isto, na mídia. Prepare o seu coração! Só para pessoas fortes! Pois tudo isto, são frações pequeníssimas da realidade. A coisa mesma, é muito mais grave, mas nem por isso, algumas coisas não devam ser pensadas pelas pessoas honestas, que ainda restam neste resto moral, de país.

No Paraná, carreta não aguenta a subida, volta, faz um “L” e tomba em cima de carro de passeio, matando a esposa do condutor. Isso foi matéria televisionada em horário nobre de televisão. Não se incomodam com os fatos, mas com o emocional. Mas, se dessem tanto valor à vida humana, teriam levantado outras hipóteses. A carreta estava vazia, cheia? De que? Políticos regionais aproveitaram o ensejo para pedirem a duplicação da BR. A reportagem falou sobre a capacitação ou não, do motorista. Isto dominou toda a matéria. Pois bem, trabalhei em transportadora e sei o que acontece, de verdade. Os caminhões levam muito mais peso do que aquele registrado no ‘manifesto. Para isso, existiam asbalanças. E por isto, acabaram com as balanças. Por exemplo, o manifesto ‘soma, 12 toneladas, quando está levando 14. Isso para caminhões Mercedes. Para os Skanias a coisa é mais grave, pois que o peso é impróprio para a estrada e abre valetas, afunda o asfalto, especialmente nas subidas. Às vezes o motorista sabe da adulteração do peso, às vezes, não. Isso depende se o motorista é o dono do veículo, ou apenas motorista assalariado. Outra questão que não foi vista é, o Trem de cargas e passageiros,para regiões agrícolas. O que não inviabiliza os caminhões. Cria outra opção mais racional de transporte. Ou seja, toda a discussão e a morte de uma pessoa esmagada pela carreta, para eles, ‘os políticos, é apenas o momento de pedirem mais investimentos em estradas de asfalto e com amesmíssima ladeira. Isso é nonsense!

Nunca na história deste país, exceto a partir de Lula – especialmente -, uma empresa como uma instituição hospitalar deixou de pagar a indenização dos funcionários, quando encerrou suas atividades, por pressão do Estado. E realmente pagou. A Santa Casa de Foz do Iguaçu – PR, reservou R$4 milhões de Reais a, aproximadamente 10 anos para PAGAR a indenização dos funcionários. E o dinheiro está“PRESO” na justiça de Porto Alegre! No entanto, a estadia do dinheiro na justiça já custou aproximadamente R$2.5 mil reais. Aluguel de espaço para guarda de prontuários; aluguel de ‘ferro velho apoio jurídico. Restou, dos R$4 milhões, apenas R$1.5 mil que está sob a guarda do Sindicato da Saúde de Foz do Iguaçu. (Que insiste em uma CPI do dinheiro de indenização dos funcionários). No entanto, o dinheiro continua preso e pagando ‘coisas e não pode ser dividido entre os 600 funcionários. Afinal, o ‘acerto, se um dia houver acerto, vai ter que ser dividido, caso em que, alguns não receberão, se não for pela divisão. Bem, creio eu, que os funcionários nem lembrem mais (uns já morreram), que tem ‘direitos a uma consideração, pelo estúpido fechamento da Santa Casa. Mas, assim como a história da carreta, acima, é a questão do peso a mais, neste caso, quem está em ‘xeque é a moral do Estado (e, o judiciário). Ao menos, em ‘xeque, entre duas espécies de moral; que acredito que ainda exista moral, afinal ainda existe ‘diploma; moral daqueles que acreditam na Lei e na Ordem e daqueles que fazem de um tudo para destruí-la, reforçando o caráter doentio do velhocapitalismo usurário, monopolista, globalista – que a Santa Igreja prevenia -, na contramão, do capitalismo original, quando o dinheiro, nas mãos das pessoas seriam ‘injetados no mercado da cidade. Creio mesmo, que os comerciantes de Foz, deveriam se interessar pelo caso e cobrar de seus vereadores. Quem sabe não haja uma indenização por danos morais e os funcionários sejam premiados, como foi Fidel, com um porto e um aeroporto! Ou, os indenizados do ‘golpe militar! Só não sei quem, deu o golpe em quem!

Nestes dias de ‘ASSUNTOS TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIOS’, fiz notar uma situação IDIOTA. Por exemplo, como um ‘trabalhador, pode ter no seu holerite um saldo de R$1.850 reais e receber de aposentadoria e ou, seguro desemprego, R$800 reais? Mundo louco? Não! O maior golpe trabalhistacontra as pessoas. Isso é específico, da INICIATIVA PRIVADA (doravante IP) e também NÃO É, CULPA DOS PATRÕES. O problema se resume entre MINISTÉRIO DO TRABALHO, JUSTIÇA DO TRABALHO, SINDICATOS e CORPORAÇÕES ESTATAIS e, a bosta da CLT. Que tiram daí, do salário das pessoas, seus próprios benefícios. Por isso também, o salário tinha que ser por hora de trabalho! Como é nos EUA. Fiz uma crítica ao senador Paim, sobre a previdência e que, não é possível contabilizar a previdência da IP, com a previdência do Estado. Especialmente porque um se aposenta com ‘dois mandatos, por exemplo. Outro, invariavelmente, se aposenta por idade! São mundos diferentes e, se alguém aproveita de alguém é evidente que sabemos quem! O Senador Paim retrucou, dizendo que há 20 anos a IP é desonesta com os trabalhadores. Lhe disse que: há mais de 20 anos eles estão no poder e se, não tiveram competência para resolver o problema, o que fazem aí no Senado, no congresso? se não, proteger, só o que lhes interessa?

Para finalizar as notas. Só lembro a velha questão dos ‘milhões de visitantes das Cataratas do Iguaçu (em Foz do Iguaçu – PR), onde não fazem menção do dinheiro arrecadado e a forma como ele é dividido e em que medida, os trabalhadores da área de serviço não estão obrigados a trabalharem TODOS OS DIAS (não existe feriados e finais de semana), para indenizar apaniguados do governo (do PT) como bolsa família, MST, ONGs, amigos de América Latina, de África etc. A sugestão é que, alguns selecionados, nestas entidades, se disponham, à força da perda do benefício, e ainda com algum salário extra pagos pelo governo, a trabalhar nos feriados e finais de semana, para que as pessoas que trabalham DIRETO, sejam aliviadas deste peso, e possam ter a oportunidade de fazer outras coisas para que possa se libertar deste jugo idiota. Evidentemente, poderia não ser assim. E ainda, gerar mais empregos. Mas isso não cabe às empresas que estão sufocadas. Mas cabe ao Estado que criou esta anomalia a partir da ‘quebra do parque industrial brasileiro e a desaceleração do setor industrial, quando se acelerou este ‘expediente claudicante de uma miséria de turismo, não pelo trabalho escravo,  mas por um trabalho forçado e sem perspectiva.

É o típico academicista. Geralmente formado em Ciências Econômicas ou Ciência Política; é um amante inveterado de diplomas, títulos, prêmios, currículo Lattes. Odeia os autodidatas com todas as suas forças. Os pais trabalharam duro para acumular certa riqueza e agora o filho liberalzinho desfruta das benesses daqueles que se privaram de toda liberdade para que o filhinho querido pudesse andar pelas ruas chamando todo mundo de socialista. Nunca criou ou administrou nada.

Temos, também, a versão mais velha: o liberalzinho oldschool. Esse aí é aquele que usa um blazer desbotado, com os botões abertos, por cima de uma camisa Tommy Hilfiger, uma calça jeans com a bainha rasgada e um tênis All Star velho, bem surradinho. Compra livros velhos em sebos na av. Augusta e os carrega embaixo do braço. Freqüenta lançamentos de livros de autores suspeitos e chega à Livraria Cultura com a testa suada, com pressa, para uma sessão de fotos e autógrafos. Seu objetivo é ‘fazer contatos’, ‘network cultural’.

Meu amigo Filippe Irrazábal chama alguns de liberaizinhos Puc-Rio. Gente que toma chopp com os amigos petistas. O liberal se acha o descoladão, vive de bajulação social, pensador independente. Quando possui alguma empresa, o papo gira em torno de ‘o PT atrapalha meus negócios’, ‘o PT não entende de gestão’.

O liberalzinho planta a própria maconha para não financiar o tráfico. Burguesinho drogado, do moleton da GAP e do Iphone 5s que só não é comunista porque entendeu que o livre mercado é melhorzinho. Quando a conversa com os amigos de esquerda esquenta um pouco, ele sai pela tangente: “veja bem, meu amigo. Não é bem assim…”, ligeiramente recuado e de cabeça baixa, sem apelar para não ferir a susceptibilidade dos coleguinhas com camisas Che Guevara.

Acredita na esquerda democrática. Leitor de Wunderblogs, assinante na Veja. Tem fotos no Pinterest porque o Instagram tá — como dizem — meio vilanizado…

Assinante da newsletter do Mises Brasil. Vai em todas as palestrinhas dos amigos liberais. Fala pra mamãe que está indo à conferência do instituto. Nossa! Millenium, Ordem Livre, Mises Brasil, Estudantes Pela Liberdade, o caralho. Crachazinho no pescoço. Senta na frente. Tira selfie com o Ron Paul.

Percebe que aquilo ali tá meio paradão, com muita cueca. Aí começam o recrutamento de jovens garotas adolescentes – na maioria das vezes conservadoras. Ou então alguma vadiazinha libertina revoltada com os pais. Oferecem alguns brindes às moças, viagens, passagens de avião, hospedagem em hotéis, resorts. Afinal de contas, ser conservador, cristão — e principalmente católico — é meio careta. Muito carola. Pra ser descoladão tem que ser liberalzinho e debater a legalização das drogas.

Faz um colóquio com Alex Catharino. Toma um café com Hélio Beltrão. Participa de uma conferência com Fabio Ostermann. Tem uma reunião agendada com Fernando Ulrich. Uma conversa com Juliano Torres.

Pronto. Ganha o direito de fazer uma palestrinha ou então vai debater com algum esquerdista. Senta de pernas cruzadas e fica balançando o pezinho. Segura o microfone apenas com o polegar e o indicador. Uma veadagem sem tamanho.

Alguns vão mais fundo e conhecem os livros de uns malucões como Rothbard, Block e Hoppe. Daí já era. Viram libertários. O cérebro vira paçoca. Fica convencido de que é possível ser um católico-libertário. Hahaha! Mas isso é assunto para outro post.

Se vai para o lado do conservadorismo anglo-saxão e britânico, topa com Russell Kirk e Edmund Burke, mas se cair no colo do Catharino, já era. Daí todo mundo é neocon.

Alguns liberaizinhos são os típicos arrivistas. Alpinistas sociais. O amigo de todo mundo. Manda solicitação de amizade pra toda a galera. No Facebook é todo dia post com “Quem é John Galt?”, mas nunca leu ‘A Revolta de Atlas’. Ayn Rand é sua musa. A capa de Facebook é uma Gadsden Flag: “Don’t Tread on Me”. Auto-intitulado ‘enemy of state’.

Liberalzinho Partido Novo, liberalzinho Movimento Brasil Livre, liberalzinho Vem Pra Rua.

Temos também o liberalzinho do “ceticismo político”, leitor de Luciano Ayan. Meu amigo Luciano Geronimo chama de liberalzinho de TI (tecnologia da informação). Esse tipo específico acha que o mundo é um sistema operacional e as pessoas são seres como programas de computador. Bitcoins são as armas dos guerreiros digitais da liberdade contra o petrodólar. Babam ovo de Tesla mesmo com o Elon Musk sendo um comedor de subsídios. Ayan saca seu manual de programação neurolinguística e mistura com o que ele chama de “infowar” e cria uns termos em inglês para “enquadrar” os inimigos. Alguns termos são tão engraçados que parecem nomes de banda de rock. Verbal Assault Patterns, controle e inversão de frames, direita “true”, ceticismo político, shamming, negacionismo político. Uma piada. O que vale é o pragmatismo.

Filosofia? No Brasil, para o liberalzinho, Pondé é autoridade máxima. Olavo de Carvalho? Que nada. Ele fala palavrão, é astrólogo, diz que cigarro faz bem pra saúde, diz que tem feto dentro da Pepsi, acredita no geocentrismo, que combustível fóssil não existe e o velho ainda tem fé que refutou Newton. Onde já se viu?

O pior liberalzinho é aquele que em algum momento foi aluno do Olavo, que diz que leu seus artigos, livros, etc. Ele fica meio em cima do muro por um tempo e se assume como liberal-conservador. Mas chega uma hora que a pressão dos liberais “true” (para usar um termo do Ayan) é muito forte. Então, para não ser chamado de membro de seita e de olavete fanático, o ex-olavete inicia um novo caminho: do pensador independente. Agora ele pensa com os próprios miolos. É um autônomo. Independente. Diferentão. Não anda com a ralé. Começa a tocar na sua cabeça a música do Chitãozinho e Xororó: “vou negando as aparências, disfarçando as evidências”. O passo seguinte é negar as influências. Diz em alto e bom som que o Olavo não o influenciou em nada. Vocês conhecem o roteiro desse filme. Apaga tudo o que consegue achar de seu passado que o incrimine. Engana a si mesmo, mas sempre alguém consegue um print comprometedor e o sujeito nem queima a cara de vergonha, pois já caiu nos braços dos amigos liberais. Foi acolhido. Vai ser convidado pra palestrar na próxima conferência do Movimento Brasil Livre.

O liberalzinho continua a ler Olavo escondido, mas suas fontes oficiais passam a ser outros liberaizinhos como Reinaldo Azevedo, Rodrigo Constantino, Diogo Mainardi, Mário Sabino, Leandro Narloch, Marco Antonio Villa, etc. A mesma panelinha que Olavo chama de ‘direita permitida’. São os defensores do ‘Estado Democrático de Direito’, os ‘devotos das instituições’. É só um tucanismo baba-ovo de PSDB.

Pra ser liberalzinho direferentão é preciso defender a bicudagem. Fazer aliança com a ‘esquerda democrática’: Hélio Bicudo, Miguel Reale Jr, Fernando Henrique Cardoso, José Serra, Aloysio Nunes. O Flavio Morgenstern e o Fabio Pegrucci ficaram com a bicudagem e lacraram likes em posts que desciam o cacete no Olavo, sem contar as indiretas dos dois sem citar o nome do professor.

Se acham capazes de julgar o Olavo desde uma posição superior. Citam as influências verdadeiras excluindo o Olavo e não lembram que só existem esses livros em português porque o Olavo deu um jeito que fossem traduzidos e colocados em circulação no Brasil.

Um verdadeiro liberalzinho tem que atacar o Jair Messias Bolsonaro. Chamá-lo de “nacionalista estatista”.

O liberalzinho não fala comunismo. Ele combate apenas o socialismo, porque sabe que sua agenda cultural é a mesma dos comunistas: drogas, “casamento” gay, aborto, ideologia de gênero, etc. Não estão muito interessados com esse negócio de cultura, de moral, de ética, de valores.

Peguem o Constantino, por exemplo. O cara diz que as desculpas que pediu ao Olavo foram ‘desculpas táticas’, desculpas estratégicas. Esses caras são uns arrivistas que crescem nas sombras do Olavo, cooptando os seguidores deste e, quando acham que chegou a hora, dão um jeito de arrumar uma briga com o Olavo, depois inventam uma versão totalmente mentirosa da treta, enganam uns otários e seguem a vida, desfrutando de tudo que o Olavo conquistou.

Liberal não é contra kit gay porque este ensina crianças sobre sexo e homossexualismo, mas simplesmente porque o Estado usa dinheiro de impostos. Não há nenhuma objeção moral por parte deles. O argumento é puramente economicista. Se fosse em uma escola privada e os pais demandassem esse tipo de ‘educação’ nas salas de aulas de crianças, para o liberal está tudo certo.

Muita coisa pode ser dita desse tipo de gente que trombamos todos os dias pelo feed do Facebook, mas por hoje é só.

O Sindicalista de “trabalhadores de hotéis”, da cidade de Foz do Iguaçu, ficou perturbado quando soube que a Santa Casa de Misericórdia ia ser fechada (2006). Enquanto líder sindical ele havia ajudado a criar a frente política de 2004, para se contrapor ao domínio político de um grupo do PMDB de Curitiba e, em Foz do Iguaçu e achava – de verdade -, que isso era o melhor a se fazer para a cidade. Pois que, este novo grupo, reunia 16 agremiações políticas e dali poderia surgir algo bom. Isso nunca aconteceu! E imaginava que o melhor para a cidade, entre outras coisas, uma delas, era reformar (foi reformada) e aumentar a Santa Casa. Ele nunca acreditou que alguém pudesse fazer diferente. Ele estava atrasado de pelo menos, 10 anos. Por isso, o passado importa!

Em 1990, o PT já havia criado o Foro de São Paulo que aglutinava as organizações de esquerda (mais ou menos 140 organizações, inclusive FARC e MIR), havia conquistado um forte espaço político de ação. Neste período, PT e PSDB saíram “as ruas”, digo, aos Estados, para fazerem um (re) arranjo político. No Paraná em 1990, Lula trouxe o Samek do PMDB para o PT, com a promessa da direção de Itaipu (havia planos para Foz do Iguaçu) e o comando do Mercosul por Requião. Do lado do PSDB, entra em ação Carlos Roberto Massa (grupo SS), com a televisão e seu filho a quem pretende o cargo de Governador do Paraná em substituição ao desgaste do governo Richa (em 2018), também herdeiro.

Este conflito de luta pelo governo dos Estados e espólios estatais, ele é melhor definido apartir de 1993 (um ano antes de FHC assumir a presidência), com um acordo entre a organização a que pertence FHC – Fabian Society (Bill Clinton, Hillary, Kennedy, Bush etc.) e o recém-criado Foro de São Paulo. Em ação: as dinastias ocidentais e, o bloco de Putin. A partir disto, tanto PSDB, quanto PT, passam a fazer uma política calculada. A estratégia de urna eletrônica é garantia de voto certo. Lula é levado à presidência da república em 2002, para selar a marca “do operário no poder” em oposição ao “intelectual” (FHC e dirigentes revolucionários). Obviamente, colocado na presidência, por eles mesmos, os intelectuais da esquerda. (*). Isso tinha uma dupla função, não só criar duas alternativas diferentes, para omesmo propósito, como também, criar um ‘bloco de proletários muito pobres, pelo desestímulo do emprego, para doravante, falar em nome deles; as minorias, os ‘movimentos sociais!

Em 2004 em Foz do Iguaçu a chamada Frentona, ganha a eleição para prefeito de Foz do Iguaçu. Seu primeiro trabalho, dar sequência ao fechamento da Santa Casa de Foz do Iguaçu. Isto era um plano do governo petista que havia assumido em 2002. Entre 2004/5, um projeto da saúde, sentencia as Santas Casas de todo o Brasil. Salvam-se, as mais resistentes e tradicionais e que não se permitiram a influência estatal e têem o apoio doempresariado local. Para tanto, por esta aventura heroica, só foi possível pelo trabalhomoral, racional e civilizatório.

Foz do Iguaçu não teve a mesma sorte. Em Foz, a Santa Casa atendia dezenas de municípios e os brasiguaios, ou brasileiros residentes no Paraguai e também paraguaios. E isto permanece até hoje! Como uma forma de manter a saúde em um status de insolvência permanente. Não há outro parecer! (Plagio ao senhor Paulo M. D.). Nunca se perguntou, se estes municípios (…), não poderiam ter seus médicos e pagarem o seu preço pelo desgoverno ou, uma intervenção estatal, ou ainda juntarem municípios! Também nunca se perguntou aos governos do Paraguai do porquê deste descontrole da saúde no Paraguai, que obrigava pessoas que produziam a riqueza no Paraguai, virem para Foz do Iguaçu, para terem atendimento médico, precário.

Em 2010 um vereador, hoje vice-prefeito, subiu à tribuna da câmara municipal de Foz do Iguaçu e disse: “A Santa Casa é assunto vencido”. O sindicalista da saúde – até hoje, é o mesmo – não acreditou que o vereador havia dito isto.

Outro dia, falei com o sindicalista e propus a ele que abrisse uma CPI do salário dos funcionários da Santa Casa. Afinal não foram indenizados. Os médicos recorreram em grupo e nada aconteceu. Ninguém se manifestou. O sindicalista disse que é a favor da CPI. No entanto, creio que não se trata de CPI. Foi uma ‘força de expressão! A CPI, ou qualquer coisa que envolva o Estado (este estado metamorfo socialista) não pode ter bons resultados. É como um casamento. Duas pessoas se amam e passado um tempo se desentendem e quem vai resolver é o Estado? Evidente que não! O Estado divide os espólios e tira a sua parte, o que diminui substancialmente o patrimônio conquistado a duras penas, por duas pessoas que se amavam. E ainda existe um outro elemento, os herdeiros desta situação. Neste caso, a única ferramenta é a PUBLICIDADE e discussão da verdade. Ela vai aparecer! E vai agradar e desagradar.

Esta pequena história, mostra que o assunto não é vencido! As pessoas viram o sistema ruir. Viram a justiça não fazer justiça. Viram a quebra moral das instituições. O mínimo que se pede é que se restitua a verdade, ou digam o tamanho do ódio revolucionário e o que, o povo deve esperar deste socialismo tupiniquim, que o próprio Lula não sabe definir a que veio! Tudo, menos o silêncio, o sarcasmo e a hipocrisia, pois que isso muda para pior a conduta de um povo! Se nada disserem é isso o que querem, contra a vontade de 65% da população de Foz, que não quer isso!

O prédio da Santa Casa (e muitos outros prédios) continua vazio e morrendo dia após dia. Não houve indenização dos funcionários da Santa Casa. Ninguém nunca soube, se eles tinham, ou não, direito a isso. O dinheiro destinado ao pagamento dos funcionários tomou rumo incerto e não sabido.

O sindicalista da época foi ameaçado de multas e saiu da cidade. Ele era do partido do atual vice-prefeito, e depois tentou refúgio no PT, até que “percebeu que havia saído do fogo para a o tacho de gosma fervente”. A impressão, que se passava na mídia e nos meios partidários e sindicais, sobre o sindicalista é que, tudo o que ele dizia, era loucura! Ele fôra útil ao partido, enquanto dilapidavam (econômica[mente]) as condições de trabalho na Santa Casa, nos anos anteriores, possivelmente com a intervenção da prefeitura, a título de ajuda. Depois disto, ele caiu no esquecimento. Sua aventura política no PCdoB havia sido trágica. Ele não soube calar, quando acreditava que estivesse defendendo seus colegas de trabalho e pior, pensando que o partido o apoiava, quando de fato, não!

O sindicalista havia pressentido já em 2006, que a destruição da Santa Casa era um plano político. Mas não sabia explicar isso. Ninguém sabia. Tudo parecia se resumir em dívida, falência etc. Simplesmente queriam o controle da saúde. Talvez para usa-la como ‘movimento social? Creio em julho de 2017, o atual prefeito de Foz, garantiu que em 2018, repassará o dinheiro da saúde. (E, da educação). Período eleitoral.

A explicação era a falência. O sindicalista de “trabalhadores de hotéis”, certa vez perguntou a Paulo, qual era a dívida da Santa Casa. Deu a entender, que ele ajudaria a pagar a dívida, que acreditava que fosse em torno de R$4 milhões de reais. (**). No entanto, o prefeito afirmou que eram R$14 milhões. Ele não acreditou! E na verdade, o único dinheiro que apareceu neste amontoado de confusão, foram exatamente R$4 milhões.

Este dinheiro, a prestações, foi entregue pelo grupo Diplomata, representado por um deputado de Curitiba, o senhor Alfredo K. Certamente, o senhor Alfredo, supôs que isso serviria como indenização dos 600 funcionários e talvez alguns fornecedores. Esta conta, dos fornecedores, não lembro de tê-la visto em lugar algum.

No mínimo, a que se reconhecer a sobriedade do grupo Diplomata, que de alguma forma representava a irmandade, que sofre um atentado político e ainda se dispôs a dar à cidade a quantia de R$4 milhões de reais, que se supunha que fosse parar nas mãos das pessoas da Santa Casa, o que não deixaria de ser uma “injeção de dinheiro”, no comércio local. A cidade se beneficiaria.

De outra forma, poderiam fazer como fez o senhor Paulo, quando da quebra de contrato com o transporte do período de Dobrandino, que se recusou a pagar R$100 milhões. Ora, a Santa Casa, com um bom advogado, poderia sim, requerer à cidade indenização. Ao contrário, preferiu pagar. Portanto, estes R$4 milhões de reais pagos pelo grupo Diplomata é realmente um dinheiro, como se diria no popular, “um dinheiro suado”.  E pasmem, este dinheiro está desparecendo ano após ano, nas mãos daquilo que outrora se convencionou chamar dejustiça!  Mas isso é outro conto.

(*) – Por duas eleições (2006 e 2014) o PSDB teve a oportunidade de tirar o PT do páreo na eleição presidencial. Em 2006 foi entregue ao José Serra documentos sobre as pretensões do Foro de S. Paulo, Serra ocultou! Em 2014 o primeiro teste fundamental das urnas eletrônicas de que se teve conhecimento: a <<apuração secreta>>, feita por Toffoli e 23 petistas. Aécio visivelmente embriagado, parabeniza Dilma pela vitória, logo em seguida o fim da ‘apuração.

(**) – Afinal, um outro sindicalista do comércio, havia ganho um prédio (em Foz do Iguaçu) da Federação Sindical do Comércio, que valia alguns milhões. O sindicalista de hotéis pensava que seria possível a Federação Sindical do setor de serviços, em nome do sindicato, ajudar com a dívida da Santa Casa.

Dia 16/08/17 o senhor Paulo Mac Donald compareceu à Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, sob a presidência do Dr. Brito, para prestar seu depoimento sobre ‘licitação de empresas de ônibus ocorrida em 2010, quando da implantação da ‘Catraca Eletrônica em substituição aos ‘passes de ônibus que serviram ao povo como ‘moeda para aquisição de motocicletas e pagamento de mercados.

Antes de qualquer licitação sempre há um ‘movimento sindical de reivindicações o que éconveniente tanto ao sindicato quanto à empresa. E isso acontece na ‘clave apelativa, desde Collor: Ou é, ou é! Não acontece a ponderação midiática, que também usa a mesma clave! E desta feita, não seria diferente; aconteceria o repasse de aumento e o aumento do salário dos funcionários. Tudo normal, de acordo com a planilha de consumo. A planilha é um mapa de desgaste do patrimônio (ônibus) e despesas como combustível, óleo, pneus, filtros, limpeza, etc. Tudo isso é enormemente variável, ou seja, ou vale a confiança, ou nada faz sentido!

Desta feita, no período desta licitação, havia uma dúvida com relação aos empregos de cobradores, com a implantação da catraca eletrônica. E também a implantação de micro-ônibus que dispensam o cobrador. E acabou tudo sendo feito como o esperado pelas empresas e Estado Municipal. Hoje, já se comenta, já se lança o germe, ao menos para os grandes centros, do ônibus dirigido por controle eletrônico, pelo viés do satélite. Da para se imaginar que cada ex-motorista será um futuro hacker da direção de simuladores de avenidas.

Segundo Paulo Mac Donald e os criadores do sistema, a ideia era implantar o cartão eletrônico ‘para todos. Por isto Paulo fez dois preços: em dinheiro o preço se mantinha, no cartão havia descontos. Mas o senhor Reni, então deputado anulou isso. Dizendo que a passagem de ônibus não podia ter dois preços. De outra forma, isso era uma propaganda para vender cartões a todos. E era uma propaganda de oportunidade, pois que nunca fôra pensada por eles, os proprietários de ônibus e o prefeito e os gestores, no caso dos passes de ônibus que as empresas e, o povo compravam sem desconto algum. Não que, não pedissem descontos!

Tudo o que as pessoas gostariam de ouvir do senhor Paulo, o que se tentou pelas perguntas, ele deixou nas contas ‘da gestão e um certo ‘muxoxo de desânimo, cada vez que usava o termo ‘gestão, isso, eu explico depois. Mas, o senhor Paulo fez comentários importantes, por exemplo, “que antes, na época de Dobrandino, os empresários tinham um acordo, um contrato, que dizia que as empresas seriam pagas por ‘quilômetros rodados. E foi, no cancelamento deste tipo de contrato – de quilômetros rodados –, onde apareceu a dívida – de quebra de contrato –, de ‘100 milhões. Não importa saber qual a moeda, pois que a dívida não procedeu. O senhor Paulo não pagou. E ele diz que, após isso, compraram ônibus novos, a frota melhorou a aparência e, cobriu novas linhas. Era a época dos passes de ônibus.

E isso vem, até o momento, ‘conta a lenda, em que um dos empresários de ônibus, juntou sacos de passes de ônibus do concorrente – cada empresa tinha seu passe/moeda -, e os despejou na mesa do seu desafeto, e disse – me pague em dinheiro, ou ônibus! Claro, isso foi um escândalo ‘a portas fechadas. Top Secret.

De fato, para eles, mostrava a fragilidade econômica do modelo: passes de ônibus. Para o povo funcionava muito bem com distribuição de renda, ‘segundo o esforço e criatividadede cada um, mas o fato, é que não usavam a moeda/passe da maneira a que ela se propunha: pagar a passagem de ônibus e retornar o capital. Logo, usada de outra forma, não poderia funcionar. Os passes, eram pagos à vista e antecipadamente, se usavam ou não o passe, parecia não fazer diferença. No entanto, os ‘passes de ônibus eram ações ao público. E o sujeito do mercado, que vendera o leite e o pão em troca do dinheiro/passe, ia receber na empresa – DINHEIRO/PAPEL –, o que descapitalizava a empresa. E o próprio ‘passe de ônibus, já havia feito esta ‘magia, de atrelamento da economia popular, com odinheiro/papel, que antes havia feito a mesma magia, com o dinheiro/metal. E agora, a magia se fecha com o cartão magnético, o ‘cartão de crédito e débito. Mas isso é outra história.

Para resolver a ‘pendenga acionária e evidente crise que haviam causado com o sistema de passes, criaram a ‘catraca eletrônica. Desta vez, não haveriam falhas, tudo ficaria sob o controle ‘dos gestores do sistema. Há uma alegação – de certa forma oportunista – que leva em conta a questão dos assaltos a ônibus – quando do uso do dinheiro/papel. Pois que não há gestão no mundo que consiga barrar as ondas de crimes, quando o próprio governo federal às incentiva e se associa às FARC (pelo viés do Foro de São Paulo), ao ponto de leva-la ao governo de um país! Sem maiores detalhes, como por exemplo, elevar à deputado um membro do PCC! E Foz do Iguaçu é um ponto de ‘ (re) carrego do crime. Mas isso é outro assunto e que mostra sim, que ‘as coisas, vêm de fora da cidade.

Para o novo sistema de catraca eletrônica, novos ônibus etc. As empresas, segundo Paulo,cobraram 18 milhões de reais, para as mudanças. E para a renovação do contrato o senhor Paulo cobrou 18 milhões de reais, o que zerou a conta. Será? Estas foram as palavras de Paulo na Câmara. Em meio a tanta absurdidade moral, que está implícita neste modelo de negociação, o senhor Paulo recorre a um argumento auxiliar, quando diz a respeito dos ‘PARECERES DOS ADVOGADOS. A única coisa que posso acrescentar a isso, é que houve no país e no mundo, uma mudança para pior, na moral, na religião, na razão e também uma crise civilizacional e isso, também vem de fora. E este é um parecer!

Quando lhe foi perguntado sobre a dívida que as empresas querem receber que era 40 milhões de reais e passou para 43 milhões de reais, o senhor Paulo disse que isso era problema da ‘gestão atual (supondo que, se ele tivesse sido eleito, ele saberia o que fazer, mas, não diz) e que ele, assim como o povo queriam saber o que a gestão atual iria fazer a respeito.

Quanto a saída estratégica principal, para se furtar a aprofundar a crise moral em que se encontra o país, onde há sim, interveniência do governo federal (desde o fechamento da Santa Casa e a dilapidação do salário de indenização dos funcionários), com o franco objetivo de monopolizar e controlar o país, mais do que já se permite fazê-lo e por isto querem mais (…), o senhor Paulo recorre dezenas de vezes ao termo ‘Gestão sempre complementado com qualificações quantitativas, como: difícil (mais difícil, menos difícil), sensível, complicado.

Trabalhei na GILBARCO, de Guarulhos. É uma empresa de aferição de bombas de gasolina, no tempo em só havia gasolina e diesel. A empresa inglesa fabricava as bombas e fazia a manutenção. Eu, marcava as manutenções e fazia a Gestão, do controle de gastos de combustível da empresa. A empresa fazia a Gestão das bombas aferindo preços e manutenção. Bem, não existia o álcool, não existia a ‘mistura, lavagem de dinheiro e a Petrobrás era uma empresa normal. Então, a Gestão, funcionava.

Agora, o que acontece com Paulo (nesta audiência) e sua crise moral, pessoal, política é que ele sabe muito bem que a ingerência, não ‘a sensível, que é interna ao município, e que pode acontecer com um parente, quando se comete um ato falho e que ele citou, sobre o caso de um compadre, em que ele se obrigou a cobrar um imposto e que, após um ano, ou se esperasse mais um ano, haveria um desconto pelo REFIS e isso magoou seu compadre etc. Então, não é a ingerência da ‘gestão sensível, a que ele se refere, mesmo porque ingerência, indica ser de fora do município. Então é a ‘gestão difícil, onde está oculto seus problemas e, é isto o que as pessoas gostariam de ouvir. E que tem relação com uma série de ações, como a licitação do lixo (do por que, não se ter a empresa de lixo da cidade, por exemplo), a monopolização, ou controle exagerado do Estado, nos meios de transporte, etc. Ou seja, o assunto é realmente complexo, chegando à questão dos terrenos e o ‘sumiço, dos terrenos populares, os afamados loteamentos, a que as pessoas comuns tinham acesso.  E obviamente ao futuro da cidade, considerando que o orçamento municipal perde para impostos pagos a combustível dos 145 mil veículos que circulam na cidade e só deixam, poluição de gás carbônico e muito, muito barulho. Mas isso são outros quinhentos.

O que faltou neste texto é um aprofundamento na questão da dívida. Das formas alternativas da construção da dívida. Hipóteses de como se construiu estas dívidas: de 100 milhões do período de Dobrandino; dos 18 milhões de reais do período de Paulo e agora, os 43 milhões de reais do período de Chico Brasileiro. Uma hipótese sensata é que o Estado municipal foi induzido e se deixou induzir por um modelo de gestão estatal da iniciativa privada, associando-a ao Estado. Logo, a iniciativa privada não ficaria estática, e reagiria à pressão estatal, com vantagens ou para sanar prejuízos.

Digamos que uma empresa pague 15 mil reais por dia para 30 ônibus em circulação. O valor é uma média de R$500 reais, que se paga em São Paulo, por ônibus em circulação. A fonte é de um sindicalista do ramo que deu a informação à grande imprensa, portanto, uma fonte suspeita. Mas isso, é uma hipótese. Digamos que é um feriado chuvoso e que o ônibus esteja circulando e que não tem passageiros. Bem, já seria um problema sério à empresa. Digamos que o ônibus em circulação, já contabilizado pelos ‘supostos fiscais, sofra um acidente qualquer, isso é outro problema e isso acontece diariamente. Então é uma base de cobrança injusta e imprecisa. O Certo seria uma porcentagem sobre cada passagem e só! Fosse assim, nesta lógica, tudo não passaria de uma ‘prestação de contas, de valores reais, efetivados e não haveria porque a empresa estar ‘amarrada ao Estado. E quem quisesse colocar um ônibus na linha, pagaria o percentual e pronto. O resto é concorrência e especialização do trabalho.

Agora, se o empresário quer monopolizar o negócio e o Estado quer se associar ao negócio como condição de permitir a monopolização por ser uma estratégia de ‘governo central, contra o capitalismo tradicional, passando a passos largos pelo capitalismo‘selvagem, no rumo do ápice do capitalismo total e que advoga e, é advogado por um socialismo derrotado e que levou junto a moral e a justiça, bem, aí meu amigo, ‘a porca torce o rabo! E tratar de Gestão, nestas circunstâncias, senhor Paulo Mac Donald, deixa qualquer um ‘maluco de pedra! Seria o mesmo que ‘aferir uma bomba de gasolina de um combustível adulterado. Ou, mero fingimento! E é isto que o povo quer saber!

Sociedade emocional, entrega-se ao primeiro aventureiro.

Escrito por Luiz C.S. Lucasy – FozVox II

Eu falo, de um pontinho pequeno do planeta. Falo de uma pequena cidade com 250 mil habitantes. Uma cidade, que assim como as outras, tenta ser feliz. Quero dizer, o povo tenta ser feliz, quando procura nas mínimas coisas a felicidade. O que são estas mínimas coisas, afinal?  Seriam coisas tão mínimas como aquelas dos povos das neves; com quatro meses de verão e oito meses de inverso absoluto? (O.C.). Porque aí também se encontra a felicidade, da dificuldade; quando une as pessoas, por simples solidariedade material, mediante as circunstâncias para todos, ser a mesma. Ah! Mas não é qualquer dificuldade, é uma dificuldade da qual eles não tem participação nenhuma e domínio menos ainda, então compreendem que a dificuldade é a norma, assim como as normas dos Dez Mandamentos Divinos, ou dos evangelhos de aplicação analógica. Quando entendem, aprendem a conviver e do conviver, vem a felicidade, como subproduto; mas não uma felicidade de quem ganha a primeira bicicleta, que é uma felicidade intensa, mas dura menos de uma semana. Acredito que a felicidade é algo que deva permanecer, até como um bom desafio humano, às intempéries naturais e sobrenaturais, desta feita, pelas sombras, das más intenções humanas. E não só, ‘momentos felizes, como muitos acreditam que seja a existência e que são fugazes e se perdem,  se confundem no imaginário em melancolia. Mostraram, os Gregos que a tragédia é como oposto da felicidade o, era, para chamar aos homens à compreensão da felicidade, compreendendo o drama humano. Aristóteles falava da felicidade e não posso conceber, mesmo sem ter lido a íntegra de Aristóteles, que esta felicidade não fosse a felicidade do conhecimento e da libertação. A Bíblia nos diz que “A verdade voz Libertará”. Também creio que este seja o único caminho. Mesmo porque é real, existe, muitos de nós praticamos isso, quando nos advertimos quanto às coisas enganosas. E se este é o único caminho do bem, há o caminho do mal que é negar isso. Mas negar de uma forma sofisticada, temporal, de forma tal, como se o bem fosse o mal e vice-versa. Assim, cria outra condição, uma terceira, nem bem, nem mal …, onde tudo cabe. No entanto, são ilimitadas, as possibilidades de felicidade terrena, do ponto de vista do bem e vão até o portal da transcendência, quando tudo, se transforma em uma espécie de chave, para determinadas portas. E o mal, o que nos diz? Que não há portas e a felicidade integral é agora ou nunca? E acaso o que promovem é que espécie de felicidade? Mórbida, talvez? Sádica, talvez? Psicopática! Exatamente assim. Não falo de felicidade de uma pessoa ou de um grupo de pessoas, coisas que poderiam ser produzidas e que poderiam em certa medida se contrapor a outros – não tão felizes, considerando o arremedo de felicidade vendido nas imagens de TV, ou nos shows exotéricos. Não! A felicidade o é a todos e a circunstância que a cria é circunstância da realidade, por exemplo, desta pequena cidade que voz falo. Em que medida ela procura a felicidade na infelicidade ou, da tragédia a felicidade? Certamente, aqui não há neve, nem deserto, não há normas categóricas de imposição natural, mas há normas sub-reptícias de imposição sobrenatural – quando se impõe coisas morais às pessoas e cuja moralidade é suspeita de loucuras ‘encomendadas e que não brotam precisamente deste ou daquele homem, deste ou daquele grupo, mas das sombras que eles refletem; daqueles que se arrogam donos da vida dos outros. E são muito humanos, no sentido de carne, osso, nervos e sangue e menos, alma. A mentira tornou-se uma arma!

No Rio de Janeiro – a escolha (…), da cidade importa – um muçulmano, vendedor de ‘sanduíches, foi verbalmente atacado por um nativo e convidado a se retirar do país. Isso imediatamente foi divulgado ao mundo! Logo vieram opiniões de toda espécie. Mesmo porque, a questão de raça é mundial e nunca houve solução, supostamente, racional, para isto. Desde a torre de Babel e as Grandes Guerras. Afinal os chineses são chineses e não alemães. E assim, todas as raças. Por princípio, pode haver união entre elas em momentos como os jogos! Mas isso não é possível por exemplo, através de uma religião universal. Isso, por princípio é um desrespeito! Pelo princípio da propaganda … de quem, ou de quê? Exceto, que se unam, para mera publicidade do humanismo, aos humanos e não a interesses espúrios. De outra forma, seria insanamente possível, forçando uma situação, a que me refiro acima quando falo “daqueles homens, ou coisas parecidas como homens, alguns os chamam de Anticristo …, mas são tantos … e, que se arrogam – com o poder do dinheiro – donos, de vidas humanas”. E este é o efeito sobrenatural. Quando racionalmente não é possível respostas e tão pouco se conformam com a realidade, assim como os homens do gelo, se conformaram à sua realidade. Uma pequena nota. Os homens do gelo, poderiam sair de lá e viver em lugares com clima mais ameno, no entanto, o motivo para muitos deles estarem lá é justamente para se afastarem do mundo urbano!  Agora, com relação à situação do muçulmano, que poderia ser um chinês –  nestes dias -, tudo aquilo pode muito bem, ter sido mais um golpe publicitário para se criar um ambiente de distração à cruel realidade imposta e a tentativa de, em meio a estas e outras situações, doentias, impor uma felicidade negativa, desta feita usando como ferramenta a própria tragédia. Se a tragédia fôra feita para alertar, desta feita a tragédia está sendo feita para alardear o mal como a felicidade possível.

Me parece que jogam em várias frentes, uma delas é aquela mais cínica que quer mostrar que o que passou, passou, agora é olhar para frente! O mundo é belo. E é mesmo. Não podem esconder isso. São obrigados a aderir e o fazem usando isso de forma à que a ‘beleza do mundo, que lhes parece a eles, ter o controle do mundo, lhes favoreça politicamente. Por exemplo, é comum você dizer a uma pessoa, que perdeu um ente querido que: “ele foi para junto de Deus, agora, é olhar para frente! Isso é humano. Outra frente é aquela que mantém o ‘espírito de porco ativo para satisfazer os mais nervosos, que não conseguem perceber que‘tudo é um mesmo jogo. Então criam símbolos de diferença na forma cultural: uns são mais intelectuais outros, mais despojados, outros hippies. No entanto, nada impede que os intelectuais defendam a liberação das drogas é o caso de FHC. Outra frente é justamente aquela está entre uma e outra. Não é cínica e não é nervosa e procura o “ar de razão”, ‘nos efeitos, na aparência, no modo de falar, no carro etc. Depois destas três pré-formas, existem as nuances de cada uma delas. E o que elas têm em comum é um teatro. Um teatro onde a própria pessoa é platéia de show produzido por alguém, a quem não tem acesso direto e que por sua vez (re) atualiza um processo feito por outros que já partiram. E que são tidos como‘grandes homens da história, segundo a visão deles e que, não devem ser comentados e devem apenas se concentrar no presente. Era habitual em Rússia, velar os ‘homens santos,por vários dias e eles, eram colocados em uma torre aberta e ficavam ali, sendo velados. A preocupação, nesta prática é que o corpo exarasse um cheiro ruim, e caísse por terra a ilusão do Santo. Diferente do que acontece com alguns corpos incorruptíveis, da igreja cristã. Você encontra esta história no livro de Dostoievski, “Os irmãos Karamazov. E isto é uma analogia do porque os senhores ‘revolucionários, ou macacos de auditório da própria cabeça, preferem não (re) moer o passado.

Mas se o fizer <<(re)moer o passado>>, você encontrará, por exemplo, figuras como a Senadora e Presidente do PT, Gleisi Hoffman colada ao Senador Paim do PT, desde os anos 91. Ambos ‘fazem um teatro diferente. Um é agradável à militância nervosa, outro, aos sindicalistas da iniciativa privada (IP), que por natureza, são desconfiados. Um produto óbvio da ignorância e da desconfiança de seu uso por isto. Então aproveito o ensejo para lhes contar o que aconteceu no Senado nestes dias. O título é “Tire a mão do meu almoço! ”. Este título é de um amigo, quando lhe contei a história da previdência. Portanto, dedico o escrito, ao Reinaldo, meu amigo de trabalho.

Tire a Mão do Meu Almoço!

O senador Paim disse que tinha um bom projeto sobre a previdência que evitaria tudo o que estava ocorrendo agora, mas que não foi aprovado (décadas atrás). E ele ficou esperando “o circo pegar fogo”.  Quando isso acontece, ele diz: “eu tinha um projeto”. Se isso fosse dito por qualquer pessoa não paga com dinheiro de impostos, não responsável por tal situação, seria apenas um comentário. Se ele, tivesse se afastado do governo, dos sindicatos também, se justificaria o “eu avisei”. Mas o sujeito, agora objeto, analisado por um sujeito que também é objeto e como tal sofre os efeitos danosos ou não da previdência, o sujeito nunca saiu do governo! É um “eterno senador sindicalista”. De outra forma, já que seu projeto deve ter sido apresentado, no governo de Lula, talvez, seu projeto não fosse tão bom, ou poderia ser muito bom. A questão é que este governo desde FHC, não quer resolver nada, quer é complicar! Para culpar alguém e fazer política em nome disto! É maldita tese da negação de Hegel.

Isto, está sendo escrito no momento em que o Brasil está sendo usado como “abrigo de venezuelanos” – a mando do governo venezuelano <<por bem, ou por mal>>, isso não se sabe o nível de legitimidade – e que, o Brasil de Temer se obrigou a tirar a Venezuela do MERCOSUL, por uma questão estratégica frente as eleições de 2018. Em Foz do Iguaçu – PR – os vereadores: Jorge e Beni sofrem um pedido de “quebra de decoro parlamentar”, cujo resultado será inexistente e o processo arquivado.

Dia 07/08/17 no ‘canal de TV do Senado, a comissão presidida pelo senador Paim discute sobre a Previdência. Paim é um petista sindicalista. Todos os convidados de fora que participam da reunião da comissão do senado, são convergentes e todos são funcionários públicos de carreira (…). Logo, sem que se percebam como governo e funcionários do Estado, agem mais como aposentados do Estado, chegando a culpar o governo, que são eles, pelo que eles fizeram com a previdência.

A questão da previdência levantada na comissão não tratava de valores das aposentadorias – porque invariavelmente as aposentadorias do Estado, são maravilhosas. Também não tratavam de “quantidade de aposentadorias por pessoa e também não tratavam dasmodalidades de aposentadorias para cada pessoa do Estado. Por exemplo, como foi a super-aposentadoria do ilustre pai das “diretas já”, que nunca aconteceu, o senhor Ulisses Guimarães do PMDB! Que acumulava três aposentadorias. E só ficamos sabendo disso devido sua morte prematura.

A questão é, o que este mundo “VIP”, tem em comum com a aposentadoria do primo pobre? Se não para usá-lo como anteparo de seus golpes? Sparring!  Se, não, vejamos: este mesmo sistema econômico, político; este mesmo senador sindical e seus sindicalistas – na área de serviços – criaram um tipo de <<salário>> CRETINO, MAS, não só o salário, mas também um <<horário elástico>>, CRETINO. Um, dá a impressão de que se ganha bem (…), e esconde as extras e só a metade deste dinheiro é <<certificado>> para efeito de aposentadoria e, seguro desemprego (o seguro desemprego é uma anomalia por princípio de uma economia em crise e tem prazo). O outro, o <<horário elástico>> se tem a impressão de que se trabalha menos horas por dia (1 ou 2 h), mas trabalha <<todos>> os dias. Acabaram com os feriados e finais de semana. A <<hora extra e, o banco de horas>> do final de semana e feriados, são o tempero AZEDO do salário (…). Entende agora, porque são mundos diferentes?

Quem discute a aposentadoria do ponto de vista da pessoa que trabalha na IP? Ninguém! Acreditam que, o que é bom para o Estado é bom para a IP e é precisamente o contrário: toda vantagem do Estado é tirado dos impostos. Afetando a IP, afetam as pessoas que trabalham na IP! Por exemplo, na IP se trabalha 11 meses e ganha um mês. No Estado se trabalha 9 meses e ganha três, com relação às férias. Uma greve aqui, outra acolá, pronto, se trabalha 6 meses por ano! A IP paga! Nós pagamos! A comissão do senado discutiu isso, claro que não!

Evidente que o dinheiro da festança <<estatal, político financeira>> vem da mrd da IP. E tanto não é satisfatório o dinheiro arrecadado na IP – que produz riquezas – fabricas, que criam mais impostos (de apoio à aposentadoria) em nome das pessoas que trabalham na IP, a fim de engrossar o caldo das aposentadorias do Estado. Ou seja, das aposentadorias de quem <<realmente>> se aposenta; com realmente quero dizer: com vantagens, benefícios, privilégios e tempo de vida. Em Minas Gerais, na década de 80, uma cidade de Minas, não lembro qual, pois que também, o efeito é viral, ela conseguiu aprovar um projeto de aposentadoria no primeiro mandato de vereador! Não acreditei, liguei como sendo da prefeitura de Guarulhos e confirmaram e me ensinaram como fazer! Trabalhava em uma transportadora, a Norte Sul que enviava mercadoria de São Paulo para o Maranhão.

Creio que a mudança na previdência que deixou os amigos do Estado nervosos, se refere ao tempo para aposentar. E isso afeta diretamente as vantagens e o controle sobre a aposentadoria. Outra coisa, é que não é o governo Temer, mas o governo brasileiro (até o Foro de s. Paulo, o senhor Paim, a senhora Gleisi são ligados ao Foro de Lula) é quem está tomando esta atitude por conta, não, da falência do sistema, que se vê – no gráfico superavitário (pode ser falsificado) –, mas por conta da insegurança e instabilidade política que extrapola qualquer modo de governo e, da dívida externa brasileira. O que algo, meio definitivo e imprevisto demais! Até para eles!

O que este ilustres demônios do alheio estão fazendo é aproveitar o momento político de crise absoluta, para ‘saírem bem na foto para 2018. E esta baixaria mental é a mesma que inibiu o ‘nobre senador a fazer valer o seu projeto, que iria ‘salvar a previdência. É apenas mais uma performance teatral para ocultar a riqueza nacional recentemente distribuídapor Lula & Caterva, nos países de América Latina, África e porque não, a si próprio e sua família …, aos deputados, senadores etc.

A ONU, controlada pelos grandes capitalistas que compõe o bloco Ocidental da Nova Ordem Mundial, que se completa com Rússia/China e Islam, pelo viés de seus agentes nos países, enfiou ‘goela abaixo,de quase todos os países de Europa, 50% dos EUA e América Latina as LEIS AMBIENTAIS. Mas não fez isso porque estavam preocupados com o meio ambiente. Isso não se fundamenta. Tanto que Coréia do Norte, como foi o Vietnam com a China, estão ameaçando os EUA com a bomba atômica, portanto, destruição de bilhões de pessoas e obviamente um MEIO AMBIENTE radioativo. Esta coisa de MEIO AMBIENTE é meramente política e inibidora de produção e não só, quando desestimula os grandes (que foram para China), desaparece os médios e os pequenos não chegam a ‘se criar. Enquanto transferem as empresas para China e fecham outras no Brasil, a CHINA, produz sapatos que, após um dia de uso, fedem. E isso tudo, este clima de salve o planeta e destruam o Ocidente, ainda sem entrar no mérito do MEIO AMBIENTE, é reforçado com outras leis que dificultam no máximo, até no insuportável, a vida das pessoas. Por exemplo, “um concurseiro que morava na Vila Qui-saco, que assume o cargo de Fiscal,esse cara, passa a ter mais poder que o próprio Hermínio de Morais da Votorantim! ”. Você está entendendo a palhaçada! E porque o empresariado não reclama? Porque quer viver para sempre e se‘borra de medo! O que restou do empresariado brasileiro, é um sujeito ainda normal, que perde para os anormais, por exemplo, o narcotráfico. Aliás esta é a característica das pessoas normais, neste modo de governo, serem inferiores aos anormais. Como disse Olavo de Carvalho e eu mesmo, que vivi neste local, nesta época a que ele se refere …, “antes, na Rua Boa Vista em São Paulo, todo mundo usava terno, era um povo elegante, hoje, os sujeitos andam de bermuda e barriga de fora. A cidade está pichada! Nenhum prédio se salva!

Agora, sobre o MEIO AMBIENTE e SUSTENTABILIDADE, duas palavras e um sentido: quando uma se desgasta, usa-se a outra. Igual ao PSDB e o PT. O, MEIO AMBIENTE, portanto, para que ele exista em cada município é necessário, que exista um agente que traga isso, da ONU (com verbas) para a cidade e o sustente politicamente e, também, criar um aparato midiático e, de poder. E, órgãos de controle.Curiosamente este tipo de domínio ele acontece concomitantemente em vários países (média 40 países). Portanto, é necessário muito dinheiro. E este volume de dinheiro, que poderia, por exemplo, salvar a saúde no país. Este dinheiro é compartilhado no Establishment! (Establishment no sentido do gerenciamento deste volume de dinheiro em cada país). Veja que não salvam coisa nenhuma de ambiente, atrapalham as pessoas mais do que antes, compartilham os ganhos e ganham tempo!Ganham tempo empobrecendo o país para subjuga-lo mais facilmente. Quanta negação, não? E quem disse que boas notícias dão votos?

TSJ através de interrogatório de um processo qualquer, envolveu o senhor Beto Richa em umaquestão ambiental, de favorecimento a um parente, para um estacionamento. Quer dizer, senão fosse parente não teria problema? O caso em si, não tem importância alguma neste momento, o fato é que foi usado a ferramenta AMBIENTAL para ferrar um Governo do PSDB. Posso estar enganado, mas a Itaipu está quase que obrigada a não gostar do PSDB no governo do Paraná.

Agora, junte à terrível dificuldade que o brasileiro já tem, junte o Meio Ambiente. Quer dizer, estamos sendo impedidos de viver! Quer dizer, mais leis. Corte um galho de árvore e você vai preso! Isso é loucura! Você ainda não percebeu isso! E estão impedindo a gente de viver para que a gente viva melhor no futuro! Isso é um nonsense! Na área de serviços, por exemplo, se trabalha de segunda a segunda. Quer folga? Pague! Os programas de televisão têm a ousadia de fazerem um tipo de promoção do trabalho ininterrupto dos ‘Grandes Chefes. Trabalham igual aos mordomos ingleses, que moram nos palácios. Bem, neste caso é um serviço de luxo máximo. É como um sonho de ser bailarino em Bolshoi! Também é o sonho de ser mordomo ou Chefe. Mas, que não estendam isso, ao resto das pessoas, da área de serviços. Entretanto, gente com este perfil é uma raridade, mesmo porque não se trata de salário, mas de apego ao poder, ou simplesmente um sintoma servil.  Na contramão da dificuldade do Brasil. Nos EUA se pode pagar qualquer conta em posto de gasolina! Tudo é feito através de um protocolo – como se fosse depósito – e o dinheiro cai em 30 segundos. No Brasil leva dias! Não adianta explicar! É para complicar.

Muitos vereadores do Brasil, não fazem a menor idéia do que estão fazendo. Apenas recebem projetos por e-mail e o aprovam, depois de uma ‘rápida apresentação e diálogo positivo e amigo. Pois bem, para provar que não é bem assim, a sugestão é que os vereadores, que somados valem um prefeito, ao menos moralmente, deveriam valer. Eles, deveriam fazer a ‘sua revolução cultural, chutar alguns traseiros e, acabar de imediato com pelo menos, 30% das leis municipais, estaduais e federais até 2018. Leis que impeçam por exemplo, um motorista de ônibus que trabalhou 20 anos na empresa de ônibus, de comprar um ônibus com mais um amigo e colocá-lo em uma linha. As ‘linhas, são ‘pontoscomerciais? e o espaço público? Essa atitude de quebra das dificuldades, aumentaria em muito suas chances de reeleição e, apoio a outros!

Poderiam recorrer à afamada associação de vereadores prefeitos do Paraná, para convencê-los. É o momento ideal, quando pretendem bolivarinizar o Brasil. É transição é metamorfose etc. É a chance de acabar com leis absurdas, como aquela que “reserva mesas para deficiente”!  Mesmo porque o proponente de segunda mão, foi preso! Então, não vale! Nada contra deficientes, mas nunca se pensou nisso, nunca se precisou disto. O que significa, que estas leis, elas são precedentes de perseguição e coação! O próprio Stálin, quando lhe foi sugerido que tirasse as armas do povo ele disse: “Se, se proibir armas, eles vão começar a pensar”! Imagine meu inimigo comunista! Pensar que vocês queriam que o povo pensasse! Como fui tolo!

A câmara de Foz do Iguaçu perdeu a oportunidade de passar a limpo a questão dos vereadores Jorge e Beni. Segundo ‘a lenda, uma pessoa, propôs a saída dos vereadores por ‘quebra de decoro parlamentar.Isto é um fato, houve quebra de decoro parlamentar, para mais ou, para menos. A proposta de inquérito era para esta averiguação. É uma hipótese, o fato de esta pessoa que propôs o inquérito ser uma assessora, ou amiga, de um suplente a vereador, que tenha interesse que um deles saia. Isso, por si, não inviabiliza o inquérito. Uma coisa é a ‘quebra de decoro e as evidências disto. Outra coisa, é quem mandou e porquê! O porque pode ser respondido por qualquer cidadão que se sinta ultrajado. O que é o caso.

O senhor Jorge foi diretor da saúde em Santa Terezinha e na transição de prefeito antecipou-se a resolver uma situação de falta de médicos na saúde. Segundo ‘a lenda, enviou um documento ao novo executivo informando a falta de médicos. Como diretor da saúde, cargo que possivelmente perderia, decide por tomar iniciativas. Daí para diante o que se sabe é que, o senhor Jorge contratou serviços médicos sem a autorização do executivo caso em que o executivo seria processado e não, ele.

O senhor Beni foi ‘alvo da <operação pecúlio> onde ele e mais outros vereadores foram presos. Acontece que Beni e mais 5 vereadores foram reeleitos, mas, só Beni assumiu a cadeira. Portanto, há um vácuo de explicação pública do porquê, ele, e não, os outros, também.

Duas situações diferentes. Que deveriam ser tratadas separadamente, do ponto de vista da ‘quebra do decoro e não, da situação concreta de suas ações. Isso, é importante que fique claro. Como foi feito com os outros vereadores igualmente julgados pela quebra de decoro. O fato de as duas situações descritas acima, estarem juntas, indica uma precipitação ingênua. Como se ‘alguém dissesse: “vamos jogar os dois e torcer para que um, saia”. Ao juntarem os dois em um, depreciaram a frágil gravidade da quebra de decoro. Não se sabe se foi um erro primário ou, uma maldade maliciosa e será difícil saber, exceto se o próprio autor confessar.

De outra forma, se precipitou em uma espécie de ‘competição de quebra de decoro; quem quebrou mais e menos. No entanto ‘o decoro parlamentar, por si mesmo, é algo mais subjetivo que objetivo. Precipuamente, os argumentos contra os vereadores, tomam o mesmo rumo. Onde a objetividade dos atos concretos, que deram vazão à ‘quebra de decoro, são substituídos por palavras ‘em franjas.Retalhos de palavras. Pois que não se pode julgar judicialmente os fatos concretos pois que eles próprios, não são a quebra de decoro.

Não se trata de um julgamento de Nuremberg por assassinato em massa. Ou de um inquérito de traição à Nação como o caso Rosenberg, que entregou o projeto de construção da bomba atômica à Rússia, quando a Rússia já tinha em mãos o projeto Manhattan – a pasta negra com o título Top Secret -, da construção da bomba atômica, conseguido através de um agente (Hopkins) infiltrado no governo de Roosevelt.

Certamente não é disto que se trata. Antes, se trata de um inquérito de gravidade moral. Por uma grave ‘quebra de decoro da quase a totalidade dos parlamentares do Brasil, contra o Brasil. Portanto, coloca os casos acima, no bolso do lenço, ou do cravo, se preferir. No entanto, transferir esteenorme peso, ‘nas costas de duas figuras comuns, quando o mesmo …, em certa medida oportunista, de atritos de dois blocos políticos distintos: PSDB e PT, já foi consumado, com a prisão do prefeito e mais 12 vereadores e, um enorme descrédito eleitoral de 2016, parece-me um tanto inoportuno, este pequeno caso, ao menos da forma como foi feito e aceito, quando se juntam dois em um, além, da precipitação da aprovação, que deixou largas margens de possibilidade da simples negação, o que de fato, aconteceu.

Parte 2

Sarney criou a figura do fiscal de mercado. Pessoas comuns iam aos mercados com tabelas de preços e quando encontravam um preço à maior, estava formada a confusão. Mas, é no governo de FHC, que tem início a atuação dos “fiscais de verdade”: fiscais das receitas, fiscais, do trabalho etc. Seu alvo, qualquer empresa capitalista e todas, por mais enxutas que fossem, deviam algo, nem que fosse uma ‘propina’. Estou dizendo isso, porque estava em São Paulo e vi isso acontecer. Anos depois quando mudei para Foz também vi a mesma coisa, mas não contra empresas, mas contra muambeiros de todo o país. Mandei uma carta à FHC, mostrando e provando, o nível de desmoralização e ele respondeu com ações que se pulverizaram no percurso da federação ao município.

No governo de Lula em oposição a esta situação criada pela ala de FHC, como forma de arrecadação de dinheiro, que havia substituído os ‘fiscais de Sarnei e este, havia substituído ‘a caça aos Marajás de Collor, Lula cria a figura das CPI’s. Fazendo isso, a ala de Lula, ganhava a confiança e o temor dos políticos e liberais e abria espaço para o mensalão e, o Petrolão. Neste momento acontecem os Assassinatos de Reputações a que se refere Romeu Tuma Junior em seu livro.

Toda esta sequência fôra um plano organizado entre a ala de Lula e a, de FHC em uma reunião em 5 de maio de 1993 em Princeton (Fonte Graça Vagner e O.C.), com a participação de um membro da família Kenedy entre outros (Fonte Graça Wagner e O.Carvalho). A URSS havia acabado em 1990. Em 1990 é fundado o Foro de s. Paulo, para resgatar os restos mortais de URSS e ressurgir com outra característica. A característica de América Latina. E que até hoje Lula, diz não saber qual é o socialismo ‘que queremos!

Neste cenário, exposto acima, sem considerar a ação deletéria dos Vereadores de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas, que francamente, ao menos na época, se consideravam muito mais do que eram, devido as populações na casa dos milhões, a seu dispor, neste cenário, o que realmente choca, não é, os erros tolos e infantis de Jorge e Beni, mas, como pessoas tão despreparadas podem assumir uma vereança, nesta conjuntura, para dizer pouco, mortal?

Seria isto mais um plano, coloque os infantes, na vereança e os dirija no sentido oposto aos interesses de cada cidade? Bem, é exatamente isso o que fazem os monopólios, os carteis, os consórcios; é isso que faz o ‘meio ambiente da ONU. Seguem o curso inverso da liberdade do indivíduo, por exemplo, quando se legisla sobre a imprensa, seja de que maneira for: sindical, escolar, legislativo etc. se controla a imprensa. A cada benefício dado ao trabalhador diminui o salário base de contribuição à previdência. Portanto, diminui a aposentadora e, o seguro desemprego.

Uma hipótese do que acontece na câmara de Foz é que alguns poucos vereadores, não mais que 5, realmente, querem cumprir seu papel de legislar, segundo o que entendem de legislação e está no estatuto. E outros tantos, descrentes da simples, atuação legal, estão preocupados com a sua vida política e suas ligações políticas e sua candidatura para 2018, se não sua candidatura, seu apoio etc. E isto, de fato, se configura em ‘quebra de decoro parlamentar, que faz parecer, a quebra de decoro de Jorge e Beni, um ensaio de teatro.

Mesmo com o município em crise, com relação ao atendimento das prioridades atuais e futuras, pretendem projetos para aumentar a folha de pagamento, criando uma espécie de hospital psicoterapêutico para funcionários públicos. Não há dinheiro nem para o SUS, como criar mais um hospital? Não seria uma mera propaganda de diferenciação e promoção pessoal?

Criam gastos inexplicáveis como aquele de reestruturação do executivo. O executivo já declarou o que será o seu governo: a criação de um “setor de logística”, na área industrial, no popular: uma forma decontrolar a produção do país vizinho que entra pela fronteira de Foz do Iguaçu. Continuando, em 2018, o executivo fará investimentos na saúde e na educação. E, acabou! Mas ele ainda tem dois anos! E os outros dois anos depois de 2018? Perguntem a ele!

Mesmo nestas circunstâncias de crise nacional, moral, se permitem a devaneios e mais restrições.Alguns deputados já ousam prometer coisas para conquistar eleitores determinados, por exemplo o deputado trincheira. No caso de Foz do Iguaçu é aquele que vai ‘construir uma trincheira, para agradar a Vila A, de Itaipu. Isso define o seu reduto eleitoral, que ele acredita, que este reduto possa e tenha ferramentas para alavanca-lo junto à cidade, além daqueles que o convidaram em função, de terem ajudado a eleição do atual executivo.

Tudo é tão óbvio, que assusta. Porque assusta? Porque não há perspectiva alguma. Meu Deus, ‘uma, trincheira é perspectiva?  Pior, outra deputada, para se opor ao deputado, ofereceu mais uma trincheira! Bem, não vamos falar dos outros deputados, como o deputado verbinha, o deputado SUS etc. Você entende o que eu quero dizer?

Vereadores, deputados, eles não sabem o que fazer, com o reino do Oeste! A Itaipu ajuntou os‘lindeiros (50) municípios, para campanha de governo do Estado e presidência! É só nisso que pensam! Desde o mensalão e, o firme posicionamento das pessoas contra políticos e partidos, eles perderam a alma! A ‘chama apagou! Lembre-se que foram trabalhados, pelo temor, pela reverência, pela cumplicidade até o mensalão …, e o que restou deles?

Minha função é esta, escrevo, lanço luzes …, o que lhes parece raios. Digo que uma estrada de ferro é uma solução econômica sociológica para o Oeste do Paraná. Digo porque tenho boca. O fato de dizê-lo, não muda nada, mas talvez pensem a respeito, se puderem!

Um deputado e vereador, ao contrário, investem seu trabalho na criação de monopólios privados, estatais e mistos! Ou seja, dobram o mesmo problema. Mais ou menos como o ‘buraco de minhoca,quando juntam o universo do estado, ao universo privado! Para encurtar as ações e aumentar as apreensões de um e outro! Controle absoluto. O que os colocam na condição primária de um modelo fascista.

Veja, a diferença entre uma coisa e outra. O sistema de Estradas de Ferro, estações, abrem cidades, os monopólios fecham e restringem. Por isso também, estão perdidos e se focam em coisas idiotas, e coisas, que são do município, como as verbas, que fazem parecer, ‘conquistas suas. Isso é idiotice! Se prendem a estas coisas e se lançam nestas propagandas que fazem de si e acabou o deputado e, o vereador! Não conseguem, não sabem ou não são autorizados, a discutir coisas importantes. A “palavra livre”, na câmara municipal de Foz do Iguaçu é considerado, o momento da utopia! É uma ironia gratuita, pois que nos dias de hoje, vivemos a própria utopia! O ‘QI’, do brasileiro se comparado ao de outros países iguais, abaixou muito! A mim, me parece que a palavra gatilho deste idiotismo nacional é: igualitarismo! Uma total impossibilidade. Mas cumpre um objetivo revolucionário, daqueles que são diferentes.

Concluindo é claro que este ‘show de Jorge e Beni, na verdade um show suspenso, por falta de quórum de massa, foi uma tentativa vã de criar um espaço para outro parlamentar e isso, não pode ser melhor do que é, agora e, nestas alturas dos acontecimentos. Neste sentido, a cidade nem perde, nem ganha. Continua na mesma situação de ontem e do que será até 2018, quando estes mesmos que criaram este “circo socialista”, pretendem mostrar o que é o comunismo e, para que serve a ‘carteirinha do partido.

O Brasil carece e padece de inteligência: escondam, o que eles dizem!

Escrito por Luiz C.S. Lucasy – FozVox

A comunidade de muçulmanos no Brasil está para os muçulmanos assim como, as águas do rio estão para as margens; a comunidade dos brasileiros está para os brasileiros, assim como as cidades dos brasileiros, estão para os tsunamis. A condição da primeira é que o muçulmano continue muçulmano, no caso da segunda, é que, se conforme ao globalismo infernal da ONU. A primeira, é o que sempre foi desde o profeta (nos anos 700), a segunda trocou o cristianismo pelo modernismo. O modernismo é ótimo vendedor de produtos industrializados que são construídos por capitalistas em um país comunista: Gessy Lever, Estrela, Philco, Philips, etc. etc.

Os Generais, os Almirantes, Brigadeiros e ordenanças, como: coronéis capitães (Exército, Marinha e Aeronáutica), são pessoas pagas para manterem a segurança nacional. Para tanto, e com o poder ‘de fogo’, que eles têm, eles se obrigam, a se manterem nas margens da lei. No entanto, quando ‘a lei’, os restringe a executar seu trabalho de segurança nacional é o momento em que, eles devem conversar com a sociedade. E dizer porque não o fazem. Não existe ninguém que os represente neste papel: de responsáveis pela segurança nacional. No entanto, quando eles, apesar de tudo o que vem acontecendo no país, contra a segurança nacional, não reagem, sequer para mostrar que ainda existem ou, o fazem de forma defensiva, pedinte, sem respeito à própria função, é porque não têm o alcance do problema. O problema os transcende, os abarca e eles são movidos e não movem. Não estão, preparados para a função a que foram designados, portanto, não podem ter o título que têm. Devem sair e dar o lugar o outros que o façam. A questão é, quem são estes outros? E os que estão, servem à função original? Então porque aceitaram o fim do SNI, o fim do Cenimar, o fim do Sisa? Porque aceitam civis, de origem hostil, aos  desígnios de segurança nacional e soberania?

Dizem que no Brasil há democracia, segundo um general e, a rede globo, o SBT e bandeirantes e todos os canais que daí emergem, como Fox, Warner, etc., qualquer um pode “xingar o governo”, ora, talvez o governo tenha se colocado à propósito nesta condição. Como falar bem de um sujeito que usa do dinheiro de impostos para favorecer construtoras, que de fato, são monopólios mistos: do Estado e empresa privada, e que constroem em países estrangeiros, sabendo que não vão receber e ainda, mostra a todos a riqueza pessoal, e não menos, um deles, coloca, desta feita, o próprio filho em condição delicada, quando ‘o filho’ afirma que: “quem manda no Brasil é o meu pai”! Isso é insano. Quem não xingaria. Pois é justamente por isso – que todos xingariam – como todos xingam, porque que este é o propósito, destruir a moralidade, desde a principal instituição: a presidência de república. O que fez a Dilma o tempo todo? Mandiocas, ventos estocados … Louca? Não! Estratégia de desmoralização. Se não querem o sistema ampliem a discussão, sejam honestos. E porquê não fazem isso e ao contrário, querem ‘tratorar o sistema? Há algo de podre! Ora, quando se poderia imaginar – no Brasil de antes – que um ex-presidente da república, pudesse “convocar os exércitos do MST”, para atacar o Brasil? Quando se poderia imaginar que “paus mandados”, do globalismo, reconhecidos mundialmente, como ditadores comunistas, dentro do Ocidente, pudessem ameaçar de invadir o Brasil?

Bem há precedentes, por exemplo, ELIAS JAUA (venezuelano), anos atrás firmou um acordo com o MST, para treinamento de guerrilha. Talvez, quando Lula chamou os exércitos do MST, tenha feito sua primeira referência a isso. Porque não escondeu? Assim como escondeu o Foro de s. Paulo por tantos anos. Graça Wagner leu um pronunciamento no Congresso Nacional e o discurso foi escondido e ele perseguido! Então, porque propagandear algo tão absurdo. Para se testar a reação nos meios de comunicação e deste, com o povo e sondar se já estão ‘maduros; é como o cozinheiro, ou a feiticeira, “que enfia a colher no caldo para ver se está no ponto, ou ver se emite raios e fumaças”.

Da mesma forma, foram os pronunciamentos de Lula, Maduro e Evo. Estédile preparou o caminho em Europa Ocidental em seus encontros devidamente traduzidos. Uma sondagem. Obviamente estão unidos: Maduro, Evo, Lula, Zé Dirceu, Raul Castro, José Genoíno, Gleisi, Dilma, Ciro, FHC, Marina, Maria do Rosário, Rui Falcão, Estédile, Vanessa Grazziotin etc. O Etc. pode significar a maioria do congresso nacional que por várias vezes colocou notórios comunistas no comando do exército. Tudo, a um custo evidentemente. Se venderam. E ainda ousam dizer, obviamente aqueles que criaram esta situação humilhante: “que o congresso não representa o povo”. Mais um teste, obviamente ao que eles pretendem, e isso o exército deveria saber, se tivesse uma agência de homens competentes e estudiosos, deveria saber que pretendem um golpe! Que golpe e como, o que for possível, afinal depois que inventaram os ‘parcelamentos, não é preciso tudo de uma só vez, de outra forma, os ‘reclamos prestacionistas, são amenos, delicados e até contribuem, na tese de negação de HEGEL!

Vanessa Grazziotin é Senadora da República. É do Partido Comunista do Brasil, da linha do partido comunista chinês. Dia 03/08/17, quando o senado discutia sua ida (representantes do senado) à Venezuela e de que forma seria a recepção, tendo em conta, que da última vez “ficaram presos no ônibus do aeroporto”, ela, com pressa, devido, fato, de ter que retornar ao Amazonas para um processo eleitoral (especial), desconhecido do resto do país, disse que: “a questão de Venezuela, não é … é uma questão do imperialismo norte americano! ”. (1) Bem é o mesmo que diz Morales, Evo, Foro de s. Paulo …, a Sociedade Fabiana só assiste, mas foi ela quem colocou as FARC no poder em Colômbia com seu afiliado SANTOS.

As pessoas quando estão “em alta”, deveriam desconfiar: “laranja madura na beira da estrada, está bichada ou, tem marimbondo no pé”. Quando Dilma, uma ex-guerrilheira, ex-terrorista e comunista da DS (democracia socialista) dentro do PT, é empurrada à presidência da República, ela foi destinada a um modelo de governo pré-agendado pelo PT e Foro de s. Paulo, e recentemente ouvi uma declaração que me pareceu bastante condizente com as ações de Dilma na presidência, a de que: “Dilma queria transformar o Brasil em uma Venezuela”. Antecipando a agenda!

A vinda dos médicos cubanos é um fato estranho. Vieram, segundo ‘a lenda, e segundo parcelas de realidade, vieram entre 4 mil a 10 mil. Muitos eram próximos, do que se pode chamar de medicina, muitos eram próximos de espiões. Fidel e Raul receberam pelo menos, 4 bilhões pelos médicos e outros. E não pagaram o porto e, o aeroporto construído com o dinheiro de impostos de brasileiros. Isso ainda é assunto SECRETO. Mas só para fazer inveja à CIA e KGB. Alguns cubanos voltaram para cuba, outros tantos, fugiram de Cuba e do Brasil. E este assunto assim como entrou, na mídia, saiu rapidamente.

Outra situação engraçada. Gleisi, na verdade, abandonou o senado da república para assumir o lugar de Rui Falcão que, com a morte de Marco Aurélio Garcia, deve assumir a frente do Foro de s. Paulo, o que já vinha fazendo. Isso não vem sendo acompanhado pela imprensa, digo a parte em que ela recebe dinheiro para ser Senadora da República, enquanto presidente de um partido muito, muito rico e que poderia comprar todo o senado, como comprou o congresso nacional.

Mas, como disse o Lula em reunião interna do PT: “Eles não sabem do que somos capazes”. E realmente, na época era difícil entender, do que eles eram capazes. Considerando aquilo que dissemos no início sobre o exército e sua “dedicação à Nação”. Ora, quem poderia imaginar uma nova guerrilha? Quando Lula convoca o MST. Afinal, o MST, são algumas pessoas, dentro do MST, que ousariam pegar em armas, a grande maioria, o faz por diversão e esporte e por não ter o que fazer e ainda, manter-se no grupo. Seria o mesmo que chegar em um ‘jardim de infância e pedir que as crianças saíssem praticando sexo oral! ”. Fariam isso, naquele momento e nunca mais esqueceriam e cada um entenderia isso de um jeito e todos se sentiriam sujos e procurariam mais e mais, e isso os colocaria na condição de pessoas que agem por instinto. Nada mais.

Neste primeiro domingo de agosto, mês de cachorro louco, aconteceu algo que tem relação íntima com tudo o que foi dito acima; é só perder um pouco de tempo para ‘juntar as peças do quebra-cabeças’.Certamente não vão dizer isso diretamente, à você! Não teria graça e provocaria “o leão que habita em você, com vara curta”. E vão fazê-lo, dizer claramente o que querem, quando você não puder mais, reagir como ‘gatinho doméstico, quando no máximo, se afugentará, nos telhados das casas. O que aconteceu em Venezuela foi, do início ao fim, um plano arquitetado e que já surtia efeitos, antes e depois da constituição elegida, por força das armas. Obviamente que foi um golpe, disso ninguém duvida e nem vale a pena entrar neste aspecto, aqui e agora. Aqui e agora, vale lembrar que uma das promessas de Maduro, de Lula, de Raul Castro, do Partidos Comunistas, do Foro de s. Paulo, uma destas promessas vem sendo cumprida, primeiro em Colômbia após as FARC terem assumido o governo, quando entraram na Colômbia 300 mil venezuelanos. No Brasil do Foro de s. Paulo e Fabian Society estão entrando dezenas de milhares de venezuelanos (para se juntarem aos cubanos remanescentes, ou são cubanos também, que estão entrando?), será que isso, a entrada de venezuelanos no Brasil, tem alguma relação com a pressa da Senadora Grazziotin do PCdoB em voltar para a região de invasão? Creio que a próxima fala da mídia seja: “ora, são venezuelanos que estão fugindo da ditadura”! Bem, é o que parece e a imprensa reconheceria ‘a ditadura! Mas como, se, um brasileiro que trabalha, mal consegue visitar um familiar na própria cidade? O que dirá, viajar dentro do país. Então, como, estes venezuelanos – aos milhares – conseguem mudar de país? Alguém ou alguma coisa, os pagam, ao menos a passagem e qual a perspectiva que eles têm, considerando que Brasil e Venezuela, do ponto de vista do poder, são coirmãs?

1 – Após falar sobre o imperialismo americano ela, Grazziotin, fala sobre o ‘embargo econômico a Cuba. Nunca se comentou o fato, do não embargo! Se não tivesse acontecido o ‘embargo americano, Cuba seria diferente? Não fosse o embargo, os ‘exilados cubanos, teriam se saído tão bem como se saíram? De certa forma o sonho de todo povo ‘remediado, dos países com governos doentes, é ser, um exilado em países prósperos. E isso, na maioria das vezes, é uma vontade pessoal! Os ‘exilados cubanos enviam dólares para Cuba há décadas! a princípio para ajudar os parentes. O ‘embargo econômico, foi um bom negócio para Cuba; foi uma esperta diplomacia negativa, favorecida por políticos americanos, favoráveis ao globalismo. Deram a oportunidade de Cuba se fortalecer, com empresas cubanas espalhadas pelo mundo e, fortalecer a invasão ‘comunista em América Latina. Precisamente quando se perdia o apoio da ‘mãe Rússia. A Senadora Grazziotin e seu partido maoista são uma prova ‘viva disto; hoje, ao invés de se posicionar a favor do povo venezuelano (para mantê-lo no país), que seria a discussão no senado e que o senado, não estava discutindo isso, mas sim, uma ‘visita diplomática ao ditador, ela, foge ‘pela tangente, para defender o ditador e impulsionar o ‘exílio. O próximo passo, nesta conjuntura de ditaduras comunistas em América Latina, segundo Grazziotin e o PCdoB, é o ‘exílio estratégicoO ‘exílio é uma estratégia comunista! Cuba é uma ilha de 114 mil quilômetros quadrados, com um governo comunista; entenda comunismo, como uma empresa internacional com negócios escusos: de terrorismo a narcotráfico. Cuba nivelou a miséria e vive de criar conflitos em outros países. Países estes, para onde envia seus ‘soldados!  Alguns destes ‘soldados, quando fora de Cuba,  fogem da ilha! E não se consideram ‘exilados e nem pobrezinhos e mudam de nome e de nacionalidade, só não fogem do sotaque!

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