BANDIDO MORTO, POR PELA PM DE SÃO PAULO, FOI INDICIADO POR MATAR E QUEIMAR APOSENTADO

O homem morto a tiros por uma policial militar após tentativa de assalto em frente uma escola em Suzano, na Grande São Paulo, já havia sido indiciado em 2017 por latrocínio (roubo seguido de morte), ocultação de cadáver e associação criminosa.

Elivelton Neves Moreira, de 20 anos, estava solto porque não havia uma ordem de prisão contra ele – o indiciamento foi arquivado pelo Ministério Público.

Latrocínieo

No último sábado, o jovem acabou surpreendido pela ação da policial Katia Sastre, uma das mães que estava do lado de fora da escola. A cabo da PM estava de folga e armada quando reagiu à abordagem. Moreira chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

O delegado-chefe de Suzano, Edson Gianuzzi, contou que um inquérito policial apontou que o rapaz era chefe de uma quadrilha que matou e queimou um aposentado de 58 anos, na mesma cidade.

O idoso Renato Brígido (foto ao lado), estava em uma chácara com a família quando sete bandidos entraram em busca de um cofre que não existia. Ele reagiu e foi assassinado. O corpo ficou desaparecido por 20 dias até ser localizado em Poá.

O Ministério Público de São Paulo confirmou que houve arquivamento do caso alegando que “não havia indícios” contra Elivelton Neves Moreira.

(Com Yahoo Notícias)

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